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Sujo como a lama

Posted by Kbeça on 25 de junho de 2012 10:40 in , , , , , ,
Hoje eu estou cansado, desanimado, irritado e de mau-humor... Segunda-Feira.

Mas, curiosamente, não estou preguiçoso com relação a escrita. Por tanto e para tanto, aceito todos os desafios feitos até hoje e os "quebro".




Bem, bem, bem... Vamos começar pelo fim. Balta, para você:

Sujo como Lama

    Escorado na parede daquele beco fétido, João esperava. Movia o palito de dentes de um lado, ao outro da boca. Olhos inquietos, observando os passantes. Seu casaco e jeans sujos e surrados, barba por fazer, olhos injetados, pele amarelada, tudo nele era detestável e feio. Capuz sobre a cabeça para proteger da fina garoa que caia.
    Em sua alma uma dor, nas veias fogo que não se apagava, na mente um único propósito e um único rosto: Clarice.
    Era tarde da noite, todos passavam apressados, desejando o conforto do lar e sair das ruas sujas de lama por causa da chuva de mais cedo. Todos passavam por ele sem o notarem. O próprio beco era evitado, exceto pelas prostitutas, viciados e marginais. E João estava ali, parado, tenso, inriquieto com o seu palito. Esperando por Clarice. Esperando.
    Clarice era secretária em um escritório de advocacia. Após seu expediente, arrumava sua mesa, se despedia de todos e fazia uma pequena oração antes de sair à rua. Cidade perigosa, tempos difícies, sabe-se lá o que ela encontraria no caminho. Pensou no namorado quando chegou a porta. Sentia frio e uma certa insegurança aquela noite. Era bonita, podia-se dizer. Cabelos loiros curtos, lábios muito vermelhos, corpo bem torneado. Neste dia vestia um leve e bonito vestido branco. Ela era como um raio de luz naquela noite negra e soturna.
    Assim que Clarice despontou a porta do prédio, brilhou na noite e, ao mesmo instante, João ficou imobilizado. Em sua mente uma frase "É ela".
    Ela saiu, ele foi em sua direção; Ela atravessou a rua, ele acelerou o passo; Ela olhou para baixo, para desviar de uma poça de lama, ele correu em sua direção levantando o objeto; Ele parou em sua frente com o objeto sobre a cabeça, ela deu gritinho de susto. Não havia mais nada para esperar, mais nada que os separasse, mais nada podia ser evitado...
    Ela sorriu, se jogou em volta se seu pescoço e lhe deu um beijo muito apaixonado. João quase deixou cair o guarda-chuvas que trazia consigo e mau teve tempo de cuspir o palito antes do beijo.
    - Ai, amor. Que bom que você veio me buscar. Que surpresa boa.
    Enquanto todos o olhavam de soslaio e com despreso, Clarice o olhava com amor e admiração. Ela via nele o que ninguém mais via: um artista, um sonhador, um anjo perdido.
    João apenas sorriu, tirou o casaco, colocando-o sobre as costas dela, passou o braço por sua cintura, e a protegeu da chuva. Ela se aninhou n'aquele abraço e caminharam juntos de volta para casa.
    Ao passarem pelo beco, ela olhou para todas aquelas almas perdidas com olhos tristes e pensou alto "queria poder ajudar". João sabia que o anjo de verdade era ela, que sempre via o melhor, mesmo nos piores lugares.


Está aí. Espero que todos gostem.

Balta espero ter respondido à altura do Metallica.

Agora o próximo desafio...

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Eu preciso de uma dessas

Posted by Kbeça on 12 de junho de 2012 17:35 in , , , , , ,
Sério, existem poucas coisas que eu acho que seria muito legal se um robô fizesse. Esta semana, após ajudar a Nanda a arrumar a cama, lembrei-me dos Jatsons e pensei que seria legal se ela se arrumasse sozinha.
Olha o Universo conspirando...




Tudo bem que não é assim "nossa que maravilha", mas também, acabou de ser inventada. Outra coisa, essa menina não chega nem perto de bagunçar a cama, comparada a mim, parece até que ela nem deitou. Quero ver arrumar a minha cama. Quando eu levanto parece que pratiquei Jiu-Jitsu com o colchão e venci. :)

Agora preciso de uma robô massagista e de um carro que se dirija sozinho. ;)


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Sobre ser gordo (ou como é difícil almoçar com magros)

Posted by Kbeça on 31 de maio de 2012 14:25 in , , , , , ,


Uma das piores coisas de ser gordo é que você ou come muito, ou come muita besteira, ou os dois. No meu caso é os dois.

Há algum tempo estou trabalhando em Botafogo, zona sul do RJ. Para vocês terem uma ideia de como as coisas são caras por aqui, um suco com salgado, que normalmente eu pagaria em torno de R$ 3,00 a R$ 4,00 em uma pastelaria, eu paguei R$ 10,00 num lugar "barato" aqui.

Normalmente eu almoço com a estagiária que, apesar de compartilhar da minha tendência glutonica, ganha merreca, então vai em lugares baratos. Mas, ontem ela saiu com o marido e eu fiquei numa situação constrangedora quando o diretor de projetos me chamou para almoçar no lugar dela. Fazer o quê?! Lá fui eu.

Veja bem, nada contra o cara. Ele é até gente boa e tal, mas ele é diretor e eu sou analista, e estamos em Botafogo, baby. O Manuel Carlos grava novelas aqui. Vê lá se ele grava novelas no Méier, em Madureira, Bonsucesso. NÃO! Porque lá é terra de pobre.

Quando estávamos saindo falei:
- E ai, vamos num lugar bom, barato e bonito?
Ele riu. Isso não era um bom sinal.
- Bom e bonito, sim. Barato, nem tanto. - Disse ele.
- É a la carte? - Perguntei.
- Não, não. É à peso mesmo. Sai mais barato.
Mais barato para quem? A Nanda tem uma regra: se ela estiver pagando, eu não posso comer à peso. Ela não é mão de vaca, tadinha. É que eu levo essa coisa de peso à sério e acabo querendo colocar o meu próprio peso no prato. Aí já viu, né?!

Mas, beleza. Continuamos andando. O meu desespero foi aumentando quando as casas mais humildes e os prédios comerciais foram diminuindo e foram surgindo altos casarões e condomínios fechados. A cada passo eu ia tentando somar o que eu tinha nos bolsos, na carteira, na conta, e analisando se eu estava em condições de correr. Sabe como é, diz que vai no banheiro e só pára de correr quando estiver em casa.

Chegamos. O lugar tinha até segurança de terno e com fone de ouvido, na porta. Aquela bagaça devia ser protegida pela CIA. Só entrava gente engravatada naquela porra e eu estava de jeans. Logo na porta o menu e o preço do kilo, R$ 41,90. Quando eu vi o preço meus olhos arregalaram e eu pensei "Tôfudido! A Nanda vai me matar!"

Entramos e fomos direto para o buffet e eu ficava entoando mentalmente um mantra enquanto nós colocávamos a comida no prato:

Coloca pouco, seu gordo pobre.
Coloca pouco, senão a porra vai ficar séria..
Coloca pouco, seu gordo pobre.
Coloca pouco, que tu não tem dinheiro e não consegue correr mais que os seguranças.
Coloca pouco, seu gordo pobre.
Magro dos infernos. Olha lá: saladinha, alfacezinho, tomatinho. Por isso o puto come aqui e fala que é barato.
Coloca pouco, seu gordo pobre.
Ih, fudeu-se tudo! Camarão! Amo camarão!
Coloca pouco, gordo lazarento. Tua mulher vai arrancar as tuas bolas!

E assim, fui colocando pouco. Para meu alívio, o restaurante era para corsas, porque tinha mais mato do que comida. Muita salada, verde, mato, suflês, mais mato, sementes disso, sementes daquilo, mato de novo, broto de alguma coisa, e por aí vai.

Pesamos! Agora já era. Eu devo ter suspirado alto quando meu prato marcou 500g, porque a funcionária riu e uma senhora, muito bem vestida, ao meu lado, ficou me encarando. Eu ainda não entendi se o olhar dela para mim era pensando "o que esse gordo tá fazendo aqui", ou se ela estava tentando decidir se me dava uns R$ 50,00, ou não. Enfim.

Quando finalmente sentamos para comer ele olha para a minha nota e fala:
- Aí, viu?! Baratinho. R$ 22,00.
Perai, seu gambá assanhado! Meu ticket é de R$ 15,00, eu como um PF de R$ 16,00 e racho com a estagiária para sair mais barato, tô passando fome aqui e tu ainda vem tirar sarro da minha cara falando que tá baratinho?! Juro que me deu vontade de falar isso, mas o que eu falei foi:
- É... (com a fome que eu estava não saiu muito alto)
A garçonete parou do meu lado e perguntou o que eu queria beber.
- Coca, por favor. - respondi.
- Você devia beber algo mais saudável.
Olhei bem para a cara dele... respirei... respirei de novo... e fingi que estava orando.
A menina já chegou colocando o refrigerante no meu copo e eu já fui bebendo. Em seguida ela escreveu na minha nota o valor: R$ 4,00. PUORRANN!!! R$ 4,00 por uma latinha, eu quase regurgitei o troço de volta na lata. Eu pago menos que isso em uma de Coca de 3L.

Resumindo foi isso: comi, quase chorando, o meu "meio-quilo", pagamos e fomos embora.

Quando eu contei isso para o marido da estagiária, que me acompanha na dimensão da circunferência da cintura, ele falou:
- Ah, cara. Quando for assim, vai só para acompanhar. Come duas folhas de alface e, quando sair, fala que tem que ir no banco e corre pro china e pede uns salgados com caldo de cana.
Ele é gordo a mais tempo que eu e mora aqui em Botafogo. Tem mais know how no assunto. XD

E vocês acham que gordo não sofre.

Um dia desses eu conto como é na academia.

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Um beijo no coração

Posted by Kbeça on 29 de maio de 2012 23:32 in , , ,
Vi enquanto navegava no Malvadas.

Vale muito à pena ver/ler.



Só de mim
Você não sabe quem eu sou, mas eu sei quem você é, e só preciso de um minuto da tua atenção. Espero que saiba a sorte que tem. O quanto eu gostaria de estar na tua pele. Poder estar na mesma cama que ela todas as manhãs. Ajudá-la a acordar da má disposição matinal. Espero que saiba que ela não vai falar nada enquanto não escovar os dentes. Não é por mal, é por medo de perder o encanto aos teus olhos e que a considere um ser humano comum. Espero que saiba que ela gosta de aproveitar cada raio de sol, e que o café a deixa mal disposta. E que ela escolhe a roupa que vai vestir na noite anterior, só para poder ter mais cinco minutos de sono pela manhã. Que o despertador toca cinquenta vezes até que se levante, e que mesmo assim, consegue chegar na hora certa. Quero também te dizer que ela adora histórias do fantasmas mas não de terror! Que é capaz de saber o nome de todas as personagens de um livro antigo, mas que não se vai esforçar para decorar o nomes de todos os teus amigos de primeira, porque ela, ela é que sabe de si. Você nunca será uma sorte para ela. Sorte é poder tê-la na sua vida. Sabe? Ela não é romântica por natureza, mas uma demonstração espontânea de sua parte vai fazê-la fraquejar. Porque ela é segura e doce ao mesmo tempo. Ela não sabe cozinhar, mas vai se esforçar para fazer o seu prato preferido. E se não estiver bom, ela vai rir do “fracasso”, em vez de lamentar. E quando ela ri, quando ela ri eu tenho vontade de chorar. Não de tristeza, mas porque cada gargalhada é como uma nota musical que toca ao coração e me faz querer dançar. Ela é tudo o que eu queria e nunca soube que tive. Aprende que a “arritmia” que sentes com ela é normal! E que a falta dela é um vazio igual à morte. Espero que seja tudo aquilo que eu nunca fui. Espero que a trate bem. Porque se partir o coração dela, vai perdê-la para sempre. Pudesse eu ter lido o futuro.
Diogo Lopes

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Entendendo o que É RPG

Posted by Kbeça on 13 de abril de 2012 17:45 in , , , ,
Muito legal a iniciativa desse pessoal, tentando explicar o que é RPG para quem não conhece.




Vi enquanto navegava no NerdPai

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Uma homenagem a um verdadeiro amigo

Posted by Kbeça on 15:01 in , , ,
O Fábio Coala do Blog Mentirinhas, fez uma linda homenagem a um amigo, que me emocionou e eu decidi compartilhar com vocês.

Sei que vão gostar tanto quanto eu gostei.






Se gostou, prestigie o autor.

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Verdade

Posted by Kbeça on 29 de março de 2012 20:33 in , , , ,


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Momento Romântico

Posted by Kbeça on 6 de março de 2012 13:32 in , , , , , ,
Porque a vida sem romance, não tem graça. ;)


O Som do Silêncio por GafanhotoVerde no Videolog.tv.

Espero que tenham gostado.


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Os Fantásticos Livros Voadores de Mr. Morris Lessmore - Vencedor do Oscar de Melhor Curta-Metragem

Posted by Kbeça on 27 de fevereiro de 2012 13:10 in , , , , , ,
O título já diz tudo e como este blog é composto por leitores (afinal, até os escritores são leitores) não poderia deixar passar essa super obra-prima, de uma sensibilidade e beleza incomparáveis.




Espero que gostem.

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Resposta ao desafio da Imagem

Posted by Kbeça on 31 de janeiro de 2012 00:05 in , , , ,
Finalmente, depois de eras, vou responder ao desafio da Nanda.

A inspiração veio de um pesadelo que tive esta noite. Apesar de ter sido um pesadelo para mim espero que gostem.

Junior acordou sentindo calor. Abriu os olhos devagar e viu-se deitado em uma confortável poltrona num luxuoso iate. Usava roupas caras, relógio de ouro, tênis de marca, o quê será que estava acontecendo? Quando se deparou com uma mulher muito bonita, semi-nua, tomando sol a sua frente. Seu queixo caiu. Balbuciou alguma coisa, quando a moça olhou para ele e falou:
- Acordou querido?
Sem a menor vergonha, ou preocupação, a moça levantou-se e veio andando em sua direção. Se abaixou para beija-lo.  Junior sabia que eram namorados, mas mesmo assim fechou os olhos com força, virou o rosto e pensou "meu Deus, onde está Duska?", esperando pela reação da moça. Não havendo nada por alguns segundos, decidiu abrir os olhos. Desta vez se encontrava em um suntuoso salão, sentado a mesa de uma farta e longa mesa, cheia de convidados bem vestidos. Ao fundo uma loira sensual lhe dirigia um sorriso. Ela era muito bonita e elegante e Junior sabia que ela era sua noiva.
- Vamos, amor. Apague a velhinha para que seu desejo se realize.- Disse ela para ele.
Foi quando ele reparou que todos o olhavam com um sorriso e a sua frente havia um bolo com um vela. Ficou nervoso. Olhou em volta procurando sua verdadeira amada, sem acha-la. Sentiu-se tonto, desorientado e caindo. Quando bateu no chão, despertou sobressaltado em uma cama, macia com lençóis sedosos. Uma mão feminina lhe acariciou o peito. Mesmo sem olhar sabia que se tratava de uma amante.
- Está tá tudo bem, bebê? - Falou uma ruiva, que mais parecia uma atriz de Hollywood. - Vou buscar um copo d'água para você. - Ela se levantou e saiu do quarto.
Ainda atordoado,  Junior levantou-se correndo e foi atrás dela. Seu cérebro à mil. Com um único pensamento em looping "onde está Duska?".
A casa se parecia com a sua. Só mais arrumada e com itens mais caros que o normal. Quando chegou a cozinha, alguém estava atrás da porta da geladeira. Pensou "é ela" e abriu o seu melhor sorriso. Quando a porta da geladeira se fechou uma mulher negra elegantemente vestida com os dentes de comercial de pasta dental, sorriu para ele falando:
- Já de pé, docinho? Te acordei?
Ela veio andando até ele para abraça-lo. Junior já estava desesperado e pensou "Duska não existe, é só um sonho". Sabia que aquela mulher que o abraçava era a sua esposa, e começou a pensar, entre lágrimas, que a mulher que ele procurava insistentemente não era real. Quando ela o abraçou, Junior despertou.
Olhou a sua volta e reconheceu as paredes cinzas da tinta desgastada, seus moveis velhos e surrados do uso, sentiu a o colchão duro e pensou "finalmente, estou em casa" com um sorriso de satisfação nos lábios.
Seu coração disparou quando olhou para o lado e viu, dormindo calmamente, a mais bela mulher do mundo todo, deitada ali: Duska. Só ela tornava seu mundo mais bonito, mais animado, mais rico e confortável. Só ela preenchia seu coração de amor e sustentava seu melhor sorriso. Se aproximou dela, abraçou-a forte e sussurrou em seu ouvido:
- Te amo.
Ela ainda grogue de sono, respondeu um "também" sonolento e embolado, aninhou-se no seu abraço e voltou a dormir. Só então Junior pôde dormir tranquilamente sabendo que ela era real.

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Amizade de verdade supera tudo

Posted by Kbeça on 29 de janeiro de 2012 10:52 in , , ,
Em uma final de Kickboxing dois amigos resolveram mostrar que a amizade deles era mais importante que uma medalha, ou troféu.

Assista ao vídeo.


Muito bom. :)

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Lá e de Volta Outra Vez (Frase d'O Hobbit)

Posted by Kbeça on 10 de janeiro de 2012 04:15 in , , ,

Olá Retalhenses queridos. 


Como podem ver, após me livrar daquele vício nefasto (que são os joguinhos do Facebook) estou de volta ao convívio de nosso amado e cultural blog.


Primeiro as coisas importantes.


Li/vi e comentei os seguintes posts:


Posted by Marcinha
Brava Gente
Safári


Posted by PatyDeuner
VOLTEI!
O QUE É SEXO? 
Vocabulário Feminino
Consequências da crise na Grécia
O que é a vida?
Apaixonados
Os Simpsons vs. O Senhor dos Anéis
Como seria se fosse Natal o ano inteiro
Salvem as Mulheres
(texto sem nome) em 22 de dezembro de 2011 08:16 em outros_textos
FELIZ NATAL
Uma História de Natal
PIZZARIA GOOGLE.
Um sonho de Natal.
Lindo!


Posted by Nanda Cris
Velhinho FDP
PORQUE OS HOMENS QUASE NUNCA ESTÃO DEPRIMIDOS?
Desafio de Natal da Nanda
Robô detector de mentiras...
Primeiro desafio do ano!


Posted by Olhos Celestes
Acontecimentos
Teddy


Posted by Baltazar Escritor
Eu voltei ^^
Desafio respondido: Augustos na balada


Posted by Drica Chica
Oi, eu sou a Drica Chica!


Eu gostaria que vocês lessem os comentários. OK. Eu sei que não mereço a consideração de vocês, mas eu sou um viciado em reabilitação. Se não demonstrarem seu amor por mim, eu posso ter uma recaída. Rsrs. E, graças à Deus, que a Paty estava aqui para suprir a minha ausência. E vocês podem perceber que eu não li e nem comentei nenhuma resenha de livros e nem a Retrospectiva Literária 2011. Não, eu não li.


Segundo:


Para quem está esperando a continuação da saga Sombras da Noite, sinto informar que eu vou descontinua-la aqui no blog, pois pretendo reescrevê-la e transformá-la em um livro de verdade. Então se gostaram, aguardem.


Terceiro:


Não seria um retorno verdadeiro se eu não voltasse acrescentando alguma coisa. E para isso eu preparei a resposta aos meus desafios (que escrevo agora de improviso).


Fui desafiado pela Paty com as seguintes frases:


1- Quero 1 milhão de dólares por isso.
2- Quando abriu a porta, seu coração acelerou.
3- Sério, como alguém poderia querer algo assim?
4- Os quadros eram do século passado.
5- Ela começou a chorar desesperadamente

E aqui está o resultado do meu desafio:

Um homem negro, magro, com cabelos grisalhos, vestindo um terno azul marinho de risca de giz, estava em pé no saguão do aeroporto, olhando as ondas do mar batendo, enquanto esperava a chegada de outro senhor.  Seu nome era Shadow, como era comumente conhecido nas ruas.
- Sua reputação o precede, monsieur Shadow.
A espera terminara com a chegada de um homem por demais branco, com bochechas vermelhas, cabelo castanho, muito baixo e muito gordo, vestindo um terno vermelho e com um lenço no pescoço.
- No meu ramo de trabalho, senhor Richard, apenas os bons se mantém.
- Oui, oui! E pelo que soube, o monsieur é o melhor.
Shadow apenas encarava aquele homem com um ar de ódio e repulsa disfarçados apenas por uma face neutra e fria.
- Meu agente me informou que o senhor tem um trabalho que pode me interessar, senhor Richard. Gostaria de ir direto ao assunto, se não for pedir demais.
- Hahaha... Direto e objetivo. Non, monsieur Shadow. O monsieur não pede, o monsieur manda. Claro, claro. Vamos por aqui, por favor.
Richard os levou até um pequeno e luxuoso restaurante dentro do aeroporto. Uma vez acomodados, começou a falar.
 - O que desejo está em posse de um homem escuso e desonesto que me roubou há muito tempo atrás. O que desejo é um quadro.
- Um quadro? Qual quadro?
- Não é um quadro famoso, nem caro. Mas, vale muito para mim e para minha família.
- Qual o nome do homem?
- Monsieur Santore.
A simples menção do nome fez com que os pêlos da nuca de Shadow se arrepiassem. Santore era o chefão do submundo e um roubo em sua casa seria declarar guerra a todo o mundo do crime. Teria que ser um crime perfeito.
- Nem pensar.
- Monsieur Shadow, nunca ouvi falar que o senhor era covarde. Além disto, acredito que se alguém for capaz de realizar este serviço, este alguém é o senhor.
Richard tocou em seu calcanhar de Aquiles: a vaidade. De todos os seus defeitos o maior e mais conhecido era a vaidade.
- E como é este quadro?
- É um quadro de uma menininha pulando corda.
- OK. Quero 1 milhão de dólares por isso.
- Terá o seu dinheiro assim que me trouxer o quadro.
Richard levantou-se, sorriu, acenou com a cabeça e saiu do restaurante.
Após noites de vigilância, anotações com horários, planos, fotos do local, preparações e doses cavalares de coragem Shadow decidiu invadir a mansão Salvatore.
Tinha que entrar e sair sem ser percebido, sem deixar pistas, ou rastros. Tinha que ser perfeito.
Após uma audaciosa incursão adentro da mansão, chegou ao salão de obras de arte. Quando abriu a porta, seu coração acelerou. Lá dentro quadros de Picasso, Monet, Van Gogh, entre outros mestres. E entre eles o quadro da menininha pulando corda.


 Um desenho de criança. Uma bobagem sem sentido. Os quadros eram do século passado. Pelo menos, os mais novos. Valiam uma fortuna. Sério, como alguém poderia querer algo assim?
De repente as luzes se acenderam e, sentado em uma poltrona, lá estava o senhor Salvatore. Um homem jovem, branco, elegante, vestindo um hobby xadrez, com um copo na mão. Olhava-o seriamente.
- Boa noite, Shadow.
Shadow gelou. Sentiu sua vida por um fio. Não sabendo o que fazer limitou-se a responder.
- Boa noite, senhor Salvatore.
Salvarore olhou para o copo, suspirou e falou:
- Vá. Pode pegar. E diga a eles que eu sinto muito.
Shadow não estava entendendo nada, mas era esperto o suficiente para não desperdiçar aquela oportunidade. Quando estava quase saindo com o quadro, ouviu Salvatore dizendo:
- Saia pela porta da frente e não aceite o dinheiro deles. Diga-lhes que é um presente meu. Eu saberei do contrário.
Shadow não se deu ao trabalho de responder.
O local marcado para a entrega do quadro foi o Hospital Santa Maria.
Richard estava sentado ao lado de uma jovem loira, muito pálida, muito magra, deitada em uma cama, cheia de tubos e cercada de aparelhos. Shadow observou a cena da porta e pensou que a jovem, em outras circunstâncias, deveria ser muito bonita. Bateu na porta sutilmente. Richard se virou para ver quem era.
- Oh! Monsieur Shadow. Bem vindo. Por favor, entre. Deixe-me apresentar minha filha Sophie. Sophie, este é o Monsieur Shadow. E pelo embrulho que ele carrega, acredito lhe trazer um lindo presente, mon pétit.
Sem nada a dizer Shadow entregou o quadro ainda embrulhado para Richard. Este, por sua vez, o desembrulhou e entregou para Sophie. Ela começou a chorar desesperadamente.
- Senhor Salvatore manda dizer que é um presente e que ele sente muito.
- Sente, não é?! – Richard suspirou, enquanto enxugava as lágrimas de Sophie. – Este quadro é o que resta de nossa querida Angeline. Ela era filha de Salvatore e minha filha Sophie. Ela foi seqüestrada e usada como moeda de barganha contra Salvatore. Ele não cedeu as ameaças e acabou culminando na morte dela. Após isto ele e minha filha se separaram e ela adoeceu, como pode ver.
Shadow se afastou deles e saiu do quarto em silêncio.


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Eu sei que este texto é triste, mas foi o que deu para pensar.


Agora é a vez do desafio do Balta, e as suas frases foram:


"Alguém corte o queijo!"

"Se for, será, talvez, quem sabe... você entendeu!"
"Meu cabelo está armado."
"Recado? Que recado?"
"O hippocampus vive debaixo d'água e se alimenta principalmente de pequenos crustáceos, moluscos e vermes."



Vamos ao texto:


Ana era chefe de cozinha no restaurante Le poissons. Nesta noite uma festa de confraternização de uma empresa qualquer estava sendo realizada em seu restaurante. Já havia passado da meia-noite e ela estava exausta.

- José, – ela se dirigia ao seu Poissonier – você leu o recado?
- Recado? Que Recado?
De repente alguém gritou da porta da cozinha:
- Ana, acabou o queijo!
Ana apenas acenou com a mão e voltou sua atenção para José novamente.
- O recado José. Estava anexado na porta do Freeser.
José correu para a porta do Freeser e leu a primeira nota que viu.
- "O hippocampus vive debaixo d'água e se alimenta principalmente de pequenos crustáceos, moluscos e vermes”. O quê? Hã?
- Não José, pelo amor de Deus, o outro recado.
Novamente alguém gritou:
- Ana, acabou o queijo!
- Já sei. Já sei.
José segurava um bilhete rosa nas mãos e lia como se fosse uma prece.
- Meu Deus, Ana. Isso aqui é muita coisa.
De novo:
- Ana, acabou o queijo!
- Já sei Inferno! Alguém corte o queijo! Escuta aqui, José! Meu cabelo está armado, graças ao calor desta cozinha. Meus pés estão inchados, devido ao tempo que estou aqui dentro. Eu estou com olheiras que não são minhas, e estou me matando para dar tudo certo e você vem me dizer que é muita coisa essa listinha?
Ana direcionava um olhar psicopata para José com toda a sua fúria, enquanto ele se escondia atrás do papelzinho rosa.
- Calma, Ana. Se tiver que ser um sucesso, será.
- O quê?! – Explodiu Ana.
- Se for, será, talvez, quem sabe... Você entendeu!
Incrível como alguém pode mudar de cor tantas vezes e tão rápido. Depois de voltar a sua cor normal, Ana estava com o semblante plácido. Pegou a primeira coisa que viu pela frente, era um cutelo, apontou para José e depois para a panela do peixe.
Dado o olhar assassino de Ana, e o cutelo ameaçador, José achou por bem aceitar calado.
Ana percebeu o silêncio e virou-se, se deparando com todos os funcionários olhando para ela. Ainda com o cutelo na mão, apenas disse:
- Voltem ao trabalho.
E todos correram para terminar seus afazeres.
Há quem diga que Ana ainda usa o cutelo preso no avental, que a festa foi um sucesso e José, e todos os outros funcionários, nunca mais reclamaram de seus afazeres desde então.

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É isso. Espero que tenham gostado. Volto depois com o desafio da Nanda e sua difícil imagem.






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Mulherês

Posted by Kbeça on 18 de novembro de 2011 20:07 in , , ,
Nas minhas andanças pela net achei este "dicionário" de "Mulherês". Compartilho com vocês.



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Sombras da Noite - Trailer

Posted by Kbeça on 1 de novembro de 2011 18:39 in , , , ,
Ouça junto:
Musicas para ouvir online


Podia sentir seu coração na boca. Ouvia os passos arrastados dos amaldiçoados. Se aproximavam. Com certeza não estava preparado para aquilo. Um gosto, recentemente comum, amargava na boca: sangue. Não sabia mais aonde esteva, ou há quanto tempo estava fugindo. Rita ainda estava desacordada ao seu lado. Tentou se acalmar. Uma das mãos estava completamente inutilizada com um ferimento profundo, a outra não parava de tremer. Lembrou o que aconteceu até ali.
A explosão do convento, Rita dirigindo, estava olhando para fora, quando pegou no sono... Em algum momento acordou com Rita gritando alguma coisa e o carro se chocando contra algo. Sabe que saíram do chão, antes de baterem contra o asfalto, capotarem e deslizarem para dentro da mata. Ainda zonzo pelo acidente, viu Rita pendurada, presa apenas pelo cinto de segurança. Olhou a sua volta e viu ao longe uma figura meio fantasmagórica que vinha em sua direção. Não conseguia distinguir os traços, mas parecia um esqueleto brilhante e vermelho. Ou algo assim. Tateou pelo corpo e achou uma faca. Cortou o cinto de segurança de Rita e se arrastou para fora do carro levando-a consigo. Assim que ambos estavam livres, levantou-se, colocou-a sobre os ombros e tentou correr sem rumo, e sem olhar para trás. "Tentou" porque uma dor forte no peito o impedia de respirar direito, estava zonzo e, apesar de magrinha, o peso de Rita sobre os ombros não o ajudava.
Depois de algum tempo o brilho avermelhado se tornou mais forte e a criatura emitia um som de passos arrastados se aproximando junto com a luz. Devia ser um amaldiçoado, mas podia ser qualquer coisa. Dadas as circunstâncias não duvidava e esperava por qualquer coisa.
De volta ao agora, Jorge não sabia o que fazer, não sabia a quem chamar, ou como combater aquela criatura. Sentia dor, tontura, falta de ar, cansaço e medo. Principalmente medo. Se esforçava para pensar num plano de ação quando foi surpreendido...

- Onde está o Hippocampus?
Em breve...


Bônus:
Jorge


Rita




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Uma pequena homenagem

Posted by Kbeça on 28 de outubro de 2011 11:16 in , , , , , ,
Para o casal Balta e Denize, uma singela homenagem.


Eduardo E Mônica
Renato Russo - Legião Urbana

Quem um dia irá dizer que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer
Que não existe razão?

Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar
Ficou deitado e viu que horas eram
Enquanto Mônica tomava um conhaque
Noutro canto da cidade
Como eles disseram

Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer
E conversaram no começo pra tentar se conhecer
Foi um carinha do cursinho do Eduardo que disse
- Tem uma festa legal e a gente quer se divertir
Festa estranha, com gente esquisita
- Eu não estou legal, não aguento mais birita
E a Mônica riu e quis saber um pouco mais
Sobre o boyzinho que tentava impressionar
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa
- É quase duas, eu vou me ferrar

Eduardo e Mônica trocaram telefone
Depois telefonaram e decidiram se encontrar
O Eduardo sugeriu uma lanchonete
Mas a Mônica queria ver o filme do Godard
Se encontraram então no parque da cidade
A Mônica de moto e o Eduardo de camelo
O Eduardo achou estranho e melhor não comentar
Mas a menina tinha tinta no cabelo

Eduardo e Mônica eram nada parecidos
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis
Ela fazia Medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês
Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
De Van Gogh e dos Mutantes
Do Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
E jogava futebol-de-botão com seu avô
Ela falava coisas sobre o Planalto Central
Também magia e meditação
E o Eduardo ainda estava
No esquema "escola, cinema, clube, televisão"

E, mesmo com tudo diferente
Veio mesmo, de repente
Uma vontade de se ver
E os dois se encontravam todo dia
E a vontade crescia
Como tinha de ser

Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia
Teatro e artesanato e foram viajar
A Mônica explicava pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar
Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer
E decidiu trabalhar
E ela se formou no mesmo mês
Em que ele passou no vestibular
E os dois comemoraram juntos
E também brigaram juntos, muitas vezes depois
E todo mundo diz que ele completa ela e vice-versa
Que nem feijão com arroz

Construíram uma casa uns dois anos atrás
Mais ou menos quando os gêmeos vieram
Batalharam grana e seguraram legal
A barra mais pesada que tiveram

Eduardo e Mônica voltaram pra Brasília
E a nossa amizade dá saudade no verão
Só que nessas férias não vão viajar
Porque o filhinho do Eduardo
Tá de recuperação

E quem um dia irá dizer que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer
Que não existe razão?

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Contando historinhas infantis

Posted by Kbeça on 27 de outubro de 2011 18:53 in , , , ,

Navegando na net me deparei com este post e achei legal coloca-lo aqui. Eu ia editá-lo, mas achei-o tão completo que preferi não alterar nada.

Segue:

"Aprenda a contar histórias para os pequeninos.
Ler histórias para uma criança parece ser simples, mas se você não gostar de ler vai acabar achando uma tarefa enfadonha e pior, vai passar essa sensação para a criança.
Deixe-se envolver pela história escolhida, entre na fantasia, brinque, participe, represente, transforme-se.
 Ler histórias faz bem não só para a criança, também é bom para o adulto porque trás de volta suas memórias infantis.

Tente lembrar-se do clima que se instalava ao seu redor quando você era criança e ouvia alguém ler um belo conto de fadas.

Lembra como você se sentia? Como era deliciosa aquela sensação de estar dentro da fantasia? Então, retome aquela sensação e transmita a mesma coisa, deixe a sua criança interior brincar com a criança sentada ao seu lado...

Histórias infantis dão muito prazer às crianças; não só porque são uma oportunidade dos “pequenos” estarem junto de você, mas por mostrarem outras culturas, valores, modos diferentes de viver.

Quando as crianças pedem repetidamente uma mesma história é provável que elas estejam vendo alguma relação com sua própria vida, seus medos e seus sonhos. Ouvindo elas aprendem a separar realidade de devaneio, liberam suas fantasias, aprendem sobre passado, presente e futuro, desenvolvem a imaginação, aprendem sobre memória, sobre sonhos, emoções.

O adulto é muito importante para ensinar a criança a gostar de ler.
Não pense que basta “mandar” sua criança ler ou estudar, ela só vai tomar gosto pela leitura se vivenciar esses momentos em que você se senta a seu lado e dramatiza aleitura de histórias infantis.

Num folheto do Fundo Itaú Social, onde era promovida a Coleção Itaú de Livros Infantis, eu encontrei estas 8 dicas maravilhosas para ajudar você a se transformar num grande contador de histórias:

1. Escolha uma história que encante, antes de tudo, a você mesmo, só assim você vai conseguir encantar a criança.

2. Procure um local agradável e confortável para que você se sinta bem e a criança se acomode.

3. Tente dar vida aos personagens usando a voz, o ritmo e o seu corpo inteiro.

4. Divida a narrativa com a criança, dê a ela a oportunidade de repetir a fala dos personagens.

5. Não fique dando explicações no meio da narrativa, a história deve bastar para preencher a fantasia infantil.

6. Use olhares enigmáticos, convide a criança a tentar adivinhar o que vai acontecer.

7. Leia e releia a histórias em várias ocasiões, assim a criança terá oportunidade de ir descobrindo novos detalhes.

8. Faça perguntas sobre os personagens: Quem é este? Onde está aquele? O que eles estão fazendo? Permita que a criança participe."

Ctrl+C e Ctrl+V daqui.

Aproveitando a deixa: já conhece o projeto Contadores de Histórias?

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Sobre meu afastamento do blog

Posted by Kbeça on 24 de outubro de 2011 17:04 in , ,
          Assim mesmo, a revolução dos costumes representa uma abertura para a melhoria do orçamento setorial. É claro que o surgimento do comércio virtual promove a alavancagem das formas de ação. Gostaria de enfatizar que o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção de alternativas às soluções ortodoxas. O que temos que ter sempre em mente é que a complexidade dos estudos efetuados auxilia a preparação e a composição do investimento em reciclagem técnica. Evidentemente, a hegemonia do ambiente político acarreta um processo de reformulação e modernização das regras de conduta normativas.

          Acima de tudo, é fundamental ressaltar que a consolidação das estruturas desafia a capacidade de equalização do remanejamento dos quadros funcionais. A prática cotidiana prova que a mobilidade dos capitais internacionais obstaculiza a apreciação da importância dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. Por conseguinte, o acompanhamento das preferências de consumo garante a contribuição de um grupo importante na determinação da gestão inovadora da qual fazemos parte. No entanto, não podemos esquecer que a constante divulgação das informações deve passar por modificações independentemente das condições financeiras e administrativas exigidas. Desta maneira, o julgamento imparcial das eventualidades é uma das consequências das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições.

          O empenho em analisar a crescente influência da mídia estende o alcance e a importância dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. Caros amigos, o desafiador cenário globalizado não pode mais se dissociar das novas proposições. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como o novo modelo estrutural aqui preconizado agrega valor ao estabelecimento do fluxo de informações. Do mesmo modo, a percepção das dificuldades facilita a criação do sistema de participação geral.

          No mundo atual, a contínua expansão de nossa atividade assume importantes posições no estabelecimento das direções preferenciais no sentido do progresso. O cuidado em identificar pontos críticos no início da atividade geral de formação de atitudes talvez venha a ressaltar a relatividade das condições inegavelmente apropriadas. É importante questionar o quanto a consulta aos diversos militantes maximiza as possibilidades por conta do impacto na agilidade decisória.

          A nível organizacional, a estrutura atual da organização exige a precisão e a definição dos modos de operação convencionais. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como a valorização de fatores subjetivos aponta para a melhoria dos índices pretendidos. Não obstante, a execução dos pontos do programa oferece uma interessante oportunidade para verificação dos paradigmas corporativos. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se o fenômeno da Internet pode nos levar a considerar a reestruturação do processo de comunicação como um todo.

          As experiências acumuladas demonstram que o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação causa impacto indireto na reavaliação dos procedimentos normalmente adotados. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual o comprometimento entre as equipes estimula a padronização dos níveis de motivação departamental. Neste sentido, a determinação clara de objetivos afeta positivamente a correta previsão das diversas correntes de pensamento.

          Por outro lado, o entendimento das metas propostas cumpre um papel essencial na formulação do levantamento das variáveis envolvidas.



Calma, calma. Não entendeu nada? Achou complicado? Então acessa aqui. Ou se preferir uma única frase, acesse aqui. Divirta-se.


Há! E quanto ao título, apenas ignore. Assim como o texto, não quer dizer nada. É só para chamar atenção. :D

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"Gosto de mulher PERFEITA!" versão Adele

Posted by Kbeça on 14:18 in , , , , ,
Ela também concorda comigo.





























Show de bola.

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E se o Batman fosse apenas um personagem da cabeça de Bruce Wayne?

Posted by Kbeça on 20 de outubro de 2011 22:29 in , , , ,
Não sou fão de mashups, mas este é muito bem feito:

O Complexo de Batman

Eu iria ao cinema para ver esse filme.

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Por amor

Posted by Kbeça on 18:37 in , , ,
Nós enfrentamos todos os obstáculos












































































Dedico à Nanda.

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