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Desafio de dia das mães

Posted by Unknown on 14 de maio de 2013 06:00 in , , ,

Um texto simples, porque falar sobre mãe é complexo demais pra se conseguir expressar em palavras :s


“Oi mamãe,
Pedi para o papai escrever essa carta para mim, já que ainda não sei escrever. Ele não tem uma letra muito bonita, mas disse que ia escrever a carta pra mim. Agora ele está me olhando de cara feia porque eu disse que a letra dele é feia, mas eu pedi pra ele escrever tudinho que eu falar, ele está escrevendo.
Eu quero te dizer, mamãe, que eu te amo demais! Você sempre me faz feliz. Mesmo quando briga comigo, e eu não entendo, eu sei que é porque fiz alguma coisa que você não gostou.
Eu adoro quando você me coloca na cama pra dormir, quando me dá colo, quando me ajuda a alcançar algum brinquedo que ta guardado lá no alto. Adoro a comidinha que você me dá todo dia, e quando você me conta historinha. Quando você me leva na pracinha também, e brinca comigo.
Eu fiquei com muito medo quando você me disse que eu teria um irmãozinho, porque ai você não ia mais ser minha mamãe, não ia mais me pôr pra dormir e me dar colo, ou brincar comigo. Mas o papai me falou que você sempre vai ser minha mamãe, mesmo que eu tenha um moooonte de irmãozinhos. Ele me falou que você vai sempre me amar demais, e fazer tudo que faz por mim, porque amor de mãe é assim.
Agora eu estou feliz, porque você vai sempre me amar, e porque eu vou ter um irmãozinho pra brincar, e você vai amar ele o mesmo tanto que me ama, então ele vai ser muito feliz também, por você ser a mamãe dele!
Eu amo muito você, e vou te amar pra seeeeeeeeempreeeeee!
Feliz dia das mães!”

Depois que a mãe leu a carta, emocionada começou a chorar. 
A filha lhe deu um grande abraço, e um beijo no irmãozinho que ainda estava na barriga. 
A mãe jamais esqueceria aquelas palavras tão doces e sinceras.

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Desafio Musical - Ovelha Negra, Rita Lee

Posted by Giulia Rizzuto on 3 de fevereiro de 2013 05:30 in , , , ,

Essa música foi o tema do meu desafio. Bom, aí vai!

Carta de uma Rebelde


“São Paulo, 22 de Fevereiro de 2013.

Queridos mãe e pai,
Vocês devem estar se perguntando: “O que Jaqueline aprontou dessa vez pra mandar uma carta após tanto tempo?”. Eu não chamaria de aprontar, mas sim de aliviar. Aliviar a vida de vocês, tornar tudo mais fácil. Afinal, com uma filha problemática como eu tudo se torna mais difícil, não é mesmo? Pois é, por isso decidi ir embora. Não temporariamente, mas pra sempre. E por quê? Bom, todos nós sabemos que há 23 anos sou a ovelha negra da família, ou seja, desde que nasci. Nunca nada que eu fiz foi certo pra vocês, eu sempre “denegri a imagem da família Bustamante”. Desde as tatuagens, raves e shows de rock até os amigos e as saídas ás 2 da madrugada. Desde meus cigarros até minha pequena adega escondida no meu closet. Eu nunca fiz nada certo. Para vocês, eu deveria ser perfeita como minha irmã Clara: notas irrepreensíveis, delicada, recatada, obedecendo-os cegamente e sem nenhuma opinião formada por si mesma. Eu deveria ser uma bundona, com o perdão da palavra. Mas não, eu decidi ser diferente. Eu decidi provar pra todo mundo que o fato de eu ser de família rica não me faz medíocre como vocês. E o mais difícil é que, apesar de tudo isso, apesar de vocês me odiarem (ou odiarem meu jeito), eu amo vocês. Mais do que eu deveria.
Lembram quando eu quis montar uma banda de heavy metal e vocês me proibiram, dizendo que era coisa de drogados? Pois é, eu tenho uma agora, e eu não me drogo. Lembram quando vocês me disseram que se eu fizesse alguma tatuagem, além de não poder trabalhar na empresa da família, eu não conseguiria emprego em nenhum outro lugar? Bom, eu consegui. Eu estudei, me dediquei, fiz cursos. Agora, trabalho como gerente de um estúdio de tatuagens aqui em São Paulo.
Aliás, vocês nem devem sequer saber que moro aqui, não é? Levando em conta que já se passou um ano e meio desde que eu fui embora e só agora tomei coragem de lhes escrever. O que eu mais quero que vocês percebam é que eu venci. Mesmo vocês torcendo contra, eu consegui vencer. Mesmo com as tatuagens, os alargadores, piercings, enfim. Tudo o que vocês condenaram.
Quantas vezes me senti uma verdadeira perdedora, afinal, vocês sempre frustraram meus planos e vontades. Vocês sempre repetiram incessantemente de que eu não teria futuro. Bom, eu tenho um. E pretendo começar a fazer faculdade no próximo semestre, inclusive. Engenharia.
Eu sempre fui boa em Matemática, embora vocês não saibam. Vocês nunca acompanharam meu rendimento escolar, portanto não sabem que minhas notas também eram as maiores da sala, como as da Clara. Mas eu era a rebelde, lembram? Eu não merecia a atenção de vocês. Vocês nunca foram às reuniões escolares da minha turma, e quando eram chamados, sempre arranjavam um compromisso como desculpa para faltar.
Sabe, vocês me deixavam sempre tão pra baixo que eu queria morrer, sumir do mundo. Me senti, por muito tempo, a ovelha negra da família, uma vergonha. Como naquela música da Rita Lee:
“Foi quando meu pai me disse: filha,
Você é a ovelha negra da família.
Agora é hora de você assumir
E sumir.”
Bom, eu fiz isso, eu sumi. Vocês devem estar felizes com isso, afinal não me procuraram. Nem um SMS, nem um cartão postal, nem uma ligação. Nada.
Enfim, vou terminar essa carta com um apelo: não a respondam. Sei que a resposta seria mais um daqueles sermões de você-não-vive-sem-nós ou você-depende-de-nós-pra-tudo. Eu conseguir fazer minha vida, sem vocês.
Mas ainda assim, vos amo.
Abraços,
Jaqueline Bustamante, a garota que venceu.”

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Carta de uma mãe para sua filha

Posted by PatyDeuner on 11 de maio de 2012 19:43 in , , , ,



“Minha querida menina, no dia que você perceber que estou envelhecendo, peço a você para ser paciente, mas acima de tudo, tentar entender pelo o que estarei passando.

Se quando conversarmos, eu repetir a mesma coisa dezenas de vezes, não me interrompa dizendo: “Você disse a mesma coisa um minuto atrás”. Apenas ouça, por favor. Tente se lembrar das vezes quando você era uma criança e eu li a mesma história noite após noite até você dormir.

Quando eu não quiser tomar banho, não se zangue e não me encabule. Lembra de quando você era criança eu tinha que correr atrás de você dando desculpas e tentando colocar você no banho?

Quando você perceber que tenho dificuldades com novas tecnologias, me dê tempo para aprender e não me olhe daquele jeito...lembre-se, querida, de como eu pacientemente ensinei a você muitas coisas, como comer direito, vestir-se, arrumar seu cabelo e lhe dar com os problemas da vida todos os dias...o dia que você ver que estou envelhecendo, eu lhe peço para ser paciente, mas acima de tudo, tentar entender pelo o que estarei passando.

Se eu ocasionalmente me perder em uma conversa, dê-me tempo para lembrar e se eu não conseguir, não fique nervosa, impaciente ou arrogante. Apenas lembre-se, em seu coração, que a coisa mais importante para mim é estar com você.

E quando eu envelhecer e minhas pernas não me permitirem andar tão rápido quanto antes, me dê sua mão da mesma maneira que eu lhe ofereci a minha em seus primeiros passos.

Quando este dia chegar, não se sinta triste. Apenas fique comigo e me entenda, enquanto termino minha vida com amor. Eu vou adorar e agradecer pelo tempo e alegria que compartilhamos. “Com um sorriso e o imenso amor que sempre tive por você, eu apenas quero dizer, eu te amo minha querida filha.”

De: Marcelo Glauco
 Encantos e boas energias

Parabéns a todas as mamães maravilhosas!


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