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Posted by PatyDeuner on 9 de novembro de 2012 09:27 in , , , , ,
Hoje estava vendo alguns vídeos de incentivo à leitura que chegaram ao meu email enviado por um amigo e gostei muito de todos. É ótimo ver como muitas instituições estão empenhadas em divulgar e acelerar o ritmo do conhecimento. Fiquei tocada por dois deles, que escolhi para divulgar a importância da leitura em nosso blog.

Um comercial de TV voltado para a arrecadação de fundos para compra de livros nos EUA, simplesmente genial!



Campanha de incentivo à leitura idealizada e produzida por: Deborah Toniolo, Marina Xavier, Julia Brasileiro, Igor Melo, Jader Félix, João Paulo Moura, Luciano Midlej, Marcos Diniz, Paulo 




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Resposta ao desafio da Nanda

Posted by PatyDeuner on 29 de maio de 2012 12:47 in , , , ,
Nanda querida! Eis meu texto com as palavras que você me deu.


tartaruga - tesoura - agenda - celular - potinho


                                                             Ninguém merece!

-Moooh...
-Hummm...
-Vem assistir o jogo comigo. O timão ta arrebentando!
Levantei os olhos do livro e encarei atônita. Meu marido me olhava com a cara toda animada.
- Estou lendo meu bem. Você sabe que gosto de ler domingo à tarde. Durante a semana não tenho muito tempo.
- Tudo bem...quem sabe o segundo tempo?
Encarei de novo, e ele saiu emburrado. Olhei o relógio. Quatro e meia. Tinha que buscar minha filha as sete na casa da colega. Teria tempo de sobra pra terminar meu livro fodástico. O finalzinho é sempre o melhor, e a ansiedade me dominava
Seus pés nus afundavam na lama enquanto corria descontrolada na direção oposta ao monstro. O suor das mãos dificultava a firmeza do punhal, mas de maneira nenhuma podia deixá-la cair. Sua vida podia depender dela.
-Gol...gol...goooooooooooooooooooooooooool! 
O grito na sala me fez tremer, me tirando a concentração.
- Zeeeeero! Zeeeeeeeero!
“Ninguém merece!” Pensei desolada ao ver que não avançara nem duas páginas do livro.
Ela agarrou-se às fendas do muro enegrecido de lodo enquanto o monstro se aproximava rapidamente.
- Mooh, você viu a tesoura? Preciso cortar a unha. Tá feia a coisa. Parecem garras.
“Garras.”
 O monstro afundara suas garras nas costas dela, e sangue escorria pelos seus quadris...
- E então?
- Então o que?
- A tesoura moh! Cadê a tesoura?
- Ah, ta no potinho de esmalte dentro do armário.
Respondi sem tirar os olhos do livro.
...enquanto esforçava-se para ganhar altura pelo muro nodoso.
- Será que dá pra fazer uma pipoca? 
Olhei pra ele perplexa.
- Você não sabe fazer pipoca?
- Sei, mas a sua fica muito mais gostosa! 
Resignada, deixei o livro de lado e fui me arrastando, a passos de tartaruga pra cozinha. 
Enquanto a pipoca estourava, ele me abraçou sussurrando em meu pescoço.
- Vai assistir o segundo tempo comigo? Comendo uma pipoquinha?
- Meu bem, olha, eu realmente, mas realmente mesmo, quero terminar meu livro. E você sabe que eu não gosto de assistir futebol, então...
- Tá bem, tá bem. Você sempre me troca pelos livros mesmo. Não sei por que ainda imploro pela sua companhia!
Chantagem emocional. Ele era ótimo nisso! Mesmo assim larguei o sentimentalismo de lado e corri para a leitura.
Mesmo sem forças, conseguiu acertar o punhal de prata no estômago do monstro, fazendo-o vacilar por um momento. Enquanto ele retorcia-se esperando que se curasse, ela continuou sua escalada com os dedos pegajosos de sangue...
Dei um salto assustado na cama quando o celular tocou, vibrando na cabeceira.
- Alô?
-Mãe? Dá pra me buscar agora. Aqui ta muito ruim. Não quero ficar.
- Mas filha, são cinco e meia. Nós não marcamos as sete?
- Eu sei, mas eu estou com fome, e não ofereceram nada pra comer ainda, acredita?
- Tudo bem. Estou indo.
Já sem esperanças de concluir minha leitura, peguei a bolsa e a agenda. Antes mesmo de ligar o carro, meu marido grita pela janela.
- Moh! Dá pra trazer algumas latinhas de cerveja pra mim? Tá acabando as minhas.
"Humpf!!! O que na face da terra essa família acha que eu sou?"
O telefone toca de novo e atendo nervosa.
-ALÔ!
- Nossa mãe! Que grossa!
- O que é agora?
- A mãe da Ju vai servir bolo de chocolate! Não quero mais ir embora mãe. Posso ficar?
“PQP!” Contei até dez antes de responder.
- Filha, eu já estou dentro do carro e...
- Ahhh mãe por favor, eu adoro bolo de chocolate!
- Tudo bem, as sete então!
Meu coração de mãe desligou o telefone na cara dela e bateu a porta do carro.
- Ué, você não ia buscar a Isabela?
- Não vou mais.
- E a minha cerveja?
- TÁ NA GELADEIRA DO SUPERMERCADO!
Bati a porta do quarto já sem vontade nenhuma de ler qualquer coisa que seja, quando ouvi meu marido resmungar.
- Nossa. O que será que deu nela hoje?


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Vício

Posted by PatyDeuner on 23 de maio de 2012 09:49 in , , , ,


"Aquele que tem por vício a leitura, droga alucinógena das mais leves, acabará cada vez mais dependente dela. E o pior, passará para drogas mais pesadas, como a escrita. Nesta fase crítica, o leitor, agora escritor, tende a fugir regularmente da realidade e ter devaneios de que, assim como Deus, é criador de Universos inteiros."
Jefferson Luiz Maleski 




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A mulher que lê...

Posted by Lívia Marques on 14 de fevereiro de 2012 12:43 in , , ,





Um casal sai de férias para um hotel-fazenda...
O homem gosta de pescar e a mulher gosta de ler.
Numa manhã, o marido volta de horas pescando e resolve tirar uma soneca.
Apesar de não conhecer bem a lagoa, a mulher decide pegar
o barco do marido e ler no lago.
Ela navega um pouco, ancora e continua lendo seu livro.

Chega um tenente da guarda ambiental do parque em seu
barco, pára ao lado da mulher e fala:

- Bom dia madame. O que está fazendo ?

- Lendo um livro, responde. (Pensando: será que não é óbvio?)

- A senhora está em uma área restrita em que a pesca é proibida, informa.

- Sinto muito tenente, mas não estou pescando, estou lendo.

- Sim, mas, a senhora tem todo o equipamento de pesca. Pelo que sei a
senhora pode começar a qualquer momento. Se não sair daí
imediatamente terei de multá-la e processá-la.

- Se o senhor fizer isso terei que acusá-lo de assédio sexual.

- Mas eu nem sequer a toquei ! diz o tenente da guarda ambiental.

- É verdade, mas o senhor tem todo o equipamento. Pelo que
sei, pode começar a qualquer momento !

- Tenha um bom dia madame - diz ele e vai embora.

Moral da história:
Nunca discuta com uma mulher que lê, pois certamente, ela pensa!

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Morador de rua tem cartão de crédito, conta bancária e lê muito

Posted by PatyDeuner on 26 de setembro de 2011 08:49 in , , , , ,
        Márcio faz uma pausa no trabalho como ambulante para ler - Foto: / O Globo

A imagem de um homem barbudo, deitado num colchonete na calçada, lendo sociologia, política e romances, não passa despercebida. O ar de intelectual e o raciocínio rápido tornam-se ainda mais surpreendentes quando se conhece a história dele.

Há cerca de três anos, desde que deixou o Rio Grande do Sul, Márcio Pereira dos Santos, o Gaúcho, de 34 anos, não tem endereço fixo. Mora nas ruas e gasta, todos os dias, R$ 5 para tomar banho e comer. E, além do gosto pela leitura, Gaúcho tem conta no banco, cartão de crédito, conecta-se à internet - em lan houses - por redes sociais e recebe Bolsa Família - que, poucos sabem, mas também pode ser concedida a uma única pessoa que esteja abaixo da linha da pobreza.

Nas ruas do Rio, ele recolhe o que encontra pelo caminho, jornais e revistas velhos, com os quais aprende e relaxa.

- O livro é bom porque você confronta suas opiniões com as do autor e aprende. O livro também me faz relaxar - afirma.

Com os livros de sociologia que encontrou nas ruas, conta ter descoberto assuntos que ignorava completamente. No entanto, ele diz que já se interessava pelo trabalho social:

- No dia a dia da rua, a gente acaba entendendo como funciona a política social para os moradores de rua.





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