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Comida Favorita

Posted by Kbeça on 20 de setembro de 2011 15:34 in ,
Se tem uma coisa que eu gosto muito de comer e, se pudesse, comeria todos os dias, esta coisa é macarrão.
Como diz a Nanda: Adooogo.

Hoje, pós almoço, de barriga cheia me aconteceu uma coisa inusitada: fiquei com água na boca. Todas as vezes que estou de barriga cheia e vejo, ou falam comigo sobre comida, me embrulha o estômago. Mas, agora à pouco vi esta imagem













E minha boca encheu d'água.

No blog dela tem uma receita que a transcrevo abaixo. Se alguém fizer, me mande uma marmita.

Ingredientes
600 g de Carne picada (bovino)
1 Cebola grande
2 dentes de Alho
6 colheres de sopa de Azeite
1 folha de Louro
1 lata de Tomate pelado
Sal e pimenta
1 colher de chá de Açúcar
1 cubo de caldo de galinha (opcional)
300 g de Esparguete
100 g de Queijo Mozarella

Modo de Preparação
Fazer o molho de tomate, começando por fazer um refogado com a cebola picada, o alho também picado, o azeite e o louro.
Adicionar o tomate, temperar, juntar o açúcar e deixar cozinhar cerca de 10 minutos.
Retirar a folha de louro e triturar tudo.
Juntar a carne ao molho de tomate, adicionar o cubo de caldo, rectificar os temperos e deixar cozinhar cerca de 20 minutos.
Entretanto, cozer o esparguete em água abundante e temperado de sal.
Escorrer e reservar quente.
Assim que o molho de carne estiver pronto, juntar o esparguete cozido e o queijo e envolver bem.
Servir imediatamente.

Nota: A autora optou por fazer o molho de tomate na bimby mas, não cozinha lá a carne pois desfaz-se muito. Depois do molho de tomate estar triturado, transfere para um tacho largo e cozinha lá a carne e depois mistura a massa.
Podem reservar uma parte da carne e do queijo para colocar por cima, ou envolver tudo logo ao mesmo tempo.


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Aprender pode ser divertido.

Posted by Kbeça on 15:02 in ,
Andando por aí caí de paraquedas em um blog de humor e conteúdo adulto nesta ótima matéria sobre história do Brasil.

Estudar pode ser divertido.





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Diário de uma loira

Posted by Nanda Cris on 12:46 in , ,
5 de Janeiro
Passei no exame de direção !
Posso agora dirigir o meu próprio carro, sem ter que ouvir as recomendações dos instrutores , sempre dizendo:
'por aí é sentido proibido!',
'vamos sair da contra-mão!',
'olha a velhinha!',
' freia ! freia !',
e outras coisas do gênero . Nem sei como agüentei estes últimos dois anos e meio ...


8 de Janeiro
A Auto-Escola fez uma festa de despedida para mim ! Fiquei muito emocionada! Os instrutores nem sequer deram aulas! Um deles disse que ia à missa ... Juro que vi outro com lágrimas nos olhos e todos disseram que iam embebedar-se, para comemorar. Achei simpática a despedida, mas penso que a minha carteira não merecia tal exagero. Eles foram muito generosos! Umas gracinhas mesmo!


12 de Janeiro
Comprei meu carro e, infelizmente, tive que deixá-lo na concessionária para substituir o pára-choque traseiro pois, quando tentei sair, engatei marcha a ré ao invés da primeira. Deve ser falta de prática ! Também ... há uma semana que não dirijo ...


14 Janeiro
Já tenho o carro. Fiquei tão feliz ao sair da concessionária, que resolvi dar um passeio. Parece que muitos outros tiveram a mesma idéia, pois fui seguida por inúmeros automóveis, todos buzinando como num casamento. Para não parecer antipática, entrei na brincadeira e reduzi a velocidade de 10 para 5km por hora. Os outros gostaram e buzinaram ainda mais. Foi muito legal ...


22 Janeiro
Os meus vizinhos são impecáveis. Colocaram posters avisando em grandes letras 'ATENÇÃO ÀS MANOBRAS' e marcaram, com tinta branca fluorescente, um lugar bem espaçoso para eu estacionar e, para minha segurança e conforto , proibiram os filhos de saírem à rua enquanto durassem as manobras. Penso que é tudo para não me perturbarem. Ainda há gente boa neste mundo...


10 de Fevereiro
Os outros motoristas tem hábitos estranhos. Além de acenarem muito, estão sempre gritando. Não escuto nada, por estar com os vidros fechados, mas parece que querem dar informações. Digo isto porque julgo ter percebido, através de leitura labial, um deles dizendo: 'Vai para casa'. Não sei como ele adivinhou para onde eu ia! Acho isso espantoso. De qualquer modo, quando eu descobrir onde fica o botão que desce os vidros, vou tirar muitas dúvidas.


19 de Fevereiro
A Cidade é muito mal iluminada. Fiz hoje meu primeiro passeio noturno e tive de andar sempre com o farol alto aceso, para ver direito. Todos os motoristas com quem cruzei pareciam concordar comigo pois também ligaram o farol alto e alguns chegaram mesmo a acender outros faróis que tinham. Só não entendi a razão das buzinadas. Talvez para espantar algum bicho. Sei lá.

26 de Fevereiro
Hoje me envolveram num acidente. Entrei numa rotatória e como tinha muito carro (não quero exagerar mas deviam ser, no mínimo , uns quatro!), não consegui sair. Fui dando voltas bem juntinho ao centro, à espera de uma oportunidade, de tal forma que acabei por ficar tonta e bati no monumento no centro da rotatória. Acho que deviam limitar a circulação nas rotatórias a um carro de cada vez.

3 de Março
Estou em maré de azar. Fui buscar o carro na oficina e, logo na saída, troquei os pés, acelerando fundo em vez de frear. Bati num carro que ia passando, amassando todo o lado direito. O motorista, por coincidência, era o inspetor que me aprovou no exame de direção. Um bom homem, sem dúvida . Insisti em dizer que a culpa era minha, mas ele educadamente, não parava de repetir para si mesmo : 'É tudo minha culpa! É tudo minha culpa! Que Deus me perdoe!'


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Dicas de um cachorro

Posted by Nanda Cris on 12:33 in , , , ,


Clique na imagem para ver maior!
Eu tento fazer algumas das dicas, e vc?

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Um produto revolucionário

Posted by PatyDeuner on 10:53 in , ,
Achei fantástico esse vídeo.



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O Hábito

Posted by PatyDeuner on 08:43 in , ,
  
                                           Charles Chaplin no filme o Grande Ditador, de 1940.


Eu frequento a mesma padaria, diariamente, há mais de dois anos. A senhora do caixa, com lenço preto no cabelo e camiseta impecavelmente branca e bem passada, repete dia sim e outro também a mesma frase:

- Bom dia. Como vai? Algo mais?

O crachá informa que seu nome é Ana. 

Nestes mais de 24 meses, em nenhum momento, ela me viu. Olha os pães e o queijo, a geléia e o leite, embrulha cada qual com destreza, marca o preço num caderno, registra no computador e devolve tudo atenta às mãos do próximo cliente.

Ontem, depois de informado o valor da compra, entreguei-lhe uma nota de cinquenta reais. E ela perguntou, mexendo nos pacotes:

- É débito ou crédito?

Pegou o dinheiro e repetiu a pergunta, colocando a água em outra sacola:

- É débito ou crédito?

- É à vista, respondi.

Ao perceber que tinha feito uma pergunta sem sentido, olhou nos meus olhos e riu:

- Desculpe, é o hábito.

Percebi que aquela mulher de lenço preto no cabelo e camisa branca, tinha olhos verdes claros, muito bonitos. Como se quisesse mudar de assunto, sem jeito e sem segundas intenções, me perguntou:

- É a primeira vez que o senhor vem aqui?

- Mais ou menos, respondi.

Fui embora lembrando-me da cena final do Grande Ditador, primeiro filme falado de Chaplin, lançado durante a Segunda Guerra. A história é uma sátira ao nazismo e ao fascismo. O personagem principal dirige-se à multidão e diz, entre outras coisas: “Não sois máquina, homens é que sois”.

Quantas vezes por dia nos esquecemos disso? Quantas coisas fazemos mecanicamente, sem sentir, sem ver e sem ouvir? Quantas pessoas com as quais convivemos, no trabalho ou em casa, passam por nós sem serem vistas de verdade?

O personagem de Chaplin, em frente à plateia que o ovaciona, consciente de que o discurso está sendo transmitido pelo rádio, dirige-se a Hannah, seu grande amor, de paradeiro desconhecido:

“Hannah, estás me ouvindo? Onde te encontrares, levanta os olhos! Vês, Hannah? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam! Estamos saindo da treva para a luz! Vamos entrando num mundo novo – um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade. Ergue os olhos, Hannah! Ergue os olhos!”.

O Brasil, dizem as estáticas sociais e econômicas, está saindo das trevas. Mas as pessoas – e principalmente os mais novos, com seus iPods, iPads e iPhones – vivem olhando para baixo, sem reparar ao redor, e fazem isso automaticamente, como Ana, a funcionária da padaria, a mulher de olhos verdes claros, olhos que não vêem.

Fernando Evangelista é jornalista, diretor da Doc Dois Filmes e colaborador do Portal Desacato. Mantém a coluna Revoltas Cotidianas, publicada toda terça-feira.

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Espere o inesperado

Posted by Nanda Cris on 19 de setembro de 2011 20:40 in
As imagens falam por si...

























Às vezes as coisas boas surgem de onde menos esperamos.
Arrisque.

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