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DESAFIOS!!!

Posted by PatyDeuner on 19 de junho de 2012 10:05 in , ,
Amigos retalhenses.
Já que estamos todos atrasados com nossos desafios (incluindo eu é claro), vou mandar mais desafios para quem está mais ativo e propenso a escrever, afinal temos que movimentar esse blog.

Então lá vai.

Lívia...escolhi uma imagem bacana pra você:



Olhos...pra você uma imagem também:



Telma...você tá muito sumida!! Ainda estou ansiosa pela continuação da sua história viu? Mas para mudar um pouco vou querer um outro conto com essa imagem:


Espero que todas vocês aceitem o desafio proposto porque estou louca pra ler novas histórias.
Estou aguardando!
bjks






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Os 6 Passos da Criação

Posted by PatyDeuner on 18 de junho de 2012 11:39 in
Navegando pela net achei um artigo muito interessante e elucidativo para aperfeiçoarmos nosso blog e nossos textos. A partir dele gostaria de ter uma opinião dos nossos colaboradores para melhorarmos a performance do nosso trabalho aqui no blog.


O livro Desvendando os Quadrinhos, de Scott McCloud, ajuda a entender não só as HQs como as artes em geral. Bem como qualquer outra atividade que exija criação. É um dos livros mais bacanas que já li, todo escrito em quadrinhos.
No capítulo 7, McCloud apresenta os 6 passos da criação:
  1. Ideia/Objetivo
  2. Forma
  3. Idioma
  4. Estrutura
  5. Habilidade
  6. Superfície
A ordem é essa. Mas, na prática, ela se dá ao contrário. Os novatos em uma atividade – seja ela os quadrinhos, seja ela um blog, cinema ou literatura – partem da superfície para o cerne, para o interior.
Por isso, às vezes temos a impressão de ver um produto artístico fabuloso na superfície, porém oco. Oco em diversos sentidos.
Então, vamos ver, a partir de agora todos os seis passos apresentados pelo autor, mas ao contrário.
  • Superfície - valores de produção, acabamento. Os aspectos mais aparentes na primeira exposição superficial da obra.
  • Habilidade - construir a obra, usar de habilidade, conhecimento prático, invenção, realizar o trabalho
  • Estrutura - juntar tudo. O que incluir. O que excluir. Como arranjar, como compor o trabalho.
  • Idioma - a escola da arte, o vocabulário de estilos ou gestos, ou assuntos, o gênero ao qual a obra pertence.
  • Forma - a forma que o trabalho assume: um livro, um desenho a giz, uma cadeira, uma canção, uma escultura, um gibi, um blog?
  • Idéia/objetivo – os impulsos, as idéias, as emoções, as filosofias, os objetivos da obra.
Claro que as coisas não acontecem necessariamente nesta ordem, mas elas estão organizadas do item mais externo para o mais interno.
Vejamos o que diz McCloud:
Em todas as artes, é a Superfície que as pessoas apreciam com mais facilidade, como uma maçã escolhida por sua casca brilhante.
O artista do momento de que o fã mais gosta, às vezes parece melhor do que os antigos, que tiveram as idéias, mas estavam menos interessados na superfície.
Só que, quando mordemos aquela maçã brilhante… vazia.

Maçã

Como funciona

Um jovem leitor de blogs está acompanhando os feeds de um de seus blogueiros favoritos quanto têm a idéia:
- Vou ser editor de blog quando crescer.
Ele já tem suas idéias e escolheu os blogs como forma de expressão.
Mas ele ainda não sabe que tipo de blog quer fazer. Por isso, o mais provável é que ele comece a estudar e a imitar o estilo de outros editores já conhecidos.
Ele mostra o seu blog para seus amigos e todos adoram.
Mas quando ele cria coragem e deixa um comentário no blog de um profissional, convidando-o para conhecer o seu trabalho de iniciante, tem uma surpresa.
O profissional, que se dignou a visitar o blog dele, observa várias coisas a melhorar caso o rapaz queira seguir na carreira. De gramática, links, títulos, aspecto gráfico e melhorias para mecanismos de busca até ao modo como ele dialoga com seus leitores, passando por inúmeras outras minúcias.
O rapaz continua a estudar e se aperfeiçoar nesses assuntos por alguns meses, mas o estalo não acontece. Ele pára na superfície e desiste.

A saga continua

Em algum outro lugar do planeta, uma garota ultrapassa a superfície e passa a entender as partes mecânicas, de programação e textuais.
Depois de muito estudar ela ultrapassa a superfície e ganha a habilidade para fazer um bom blog. As coisas funcionam como devem funcionar e talvez a essa altura ela já tenha um número razoável de leitores e, se for o caso, terá aprendido a remunerar o seu blog pagando pelo menos a hospedagem.
Porém, ao mostrar o trabalho a um profissional, ele demonstrará que, de fato, ela tem a habilidade para criar e manter um blog. Mas ainda não enxerga o que há por trás disso. As estruturas que fazem com que um blog funcione e que estão para além da programação, do texto e da capacidade de remuneração.
Pode ser que ela decida ficar por aí, feliz por fazer parte do mundo dos blogs.

Tem que ter estrutura

Há coisas que não se ensinam nos livros ou em sites da internet e só se aprende com a observação e com o andamento da criação e da leitura – num sentido amplo da palavra.
Um outro jovem editor pode acabar descobrindo que seu blogueiro favorito era, na verdade, uma versão diluída de outro mais antigo e menos refinado.
Logo, ele passará a ver além das técnicas mecânicas (edição de texto e imagens, programação e SEO) e passará a ver além. A estrutura por trás da estrutura que torna aquele cara bom.

Além e além

Mas é possível ir mais longe. Depois que se atinge esse ponto, um outro autor poderá descobrir que há diversas pessoas que, como ele, perceberam o funcionamento íntimo de seu meio de expressão. No caso, estamos falando de blogs.
O que esse autor quer é desenvolver uma voz própria, uma identidade: um idioma.
Então ele poderá começar a criar novas maneiras de mostrar “as mesmas velhas coisas” e desenvolve técnicas inovadoras, passando a se livrar das antigas.
Creio que não é preciso dizer que falar sobre as mesmas velhas coisas de maneiras inovadoras cria aspectos novos sobre antigos assuntos, ajuda a encontrar soluções para antigos problemas, faz o mundo andar. Às vezes não é suficiente mudar o ângulo de abordagem. Às vezes é preciso mudar o olho.

Jardim dos caminhos que se bifurcam

Então um outro blogueiro descobriu uma linguagem própria. Algo que faz com que os iniciantes passem a imitá-lo de alguma maneira, muito embora só consigam chegar à superfície. Porém, em sua opinião algo está sendo esquecido.
Ele precisa agora optar por dois caminhos.
  • a forma ou
  • a idéia
A pergunta consiste no seguinte: através do meu trabalho quero dizer algo sobre o mundo ou dizer sobre meu trabalho em si?
Ao escolher a forma, escolhe-se o trabalho em si. O autor se torna um explorador, abrindo caminhos para outros que queiram usar esse tipo de forma como meio de expressão. Para ele, as idéias são a substância, o pretexto para expressar a sua forma.
Ao escolher a idéia, o trabalho vira a ferramenta do que ele gostaria de dizer: ele tem uma idéia e teria que expressá-la, não importa usando o quê. Música, literatura, blogs, moda gastronomia, seja lá que forma cada uma desses trabalhos assumam.
Mas, obviamente, a opção entre idéias e forma não são permanentes. E não são abolutas não importa em que trabalho. Pode-se observar a prevalência da forma em alguns momentos e das idéias em outros.

Conclusão

Este texto é uma mera adaptação de uma parte do livro de McCloud e recomendo que o comprem. É muito divertido e instrutivo.
Então, deixo com você a conclusão do quadrinista, muito embora ele vá ainda além nesse capítulo que expus:
Qualquer artista que cria uma obra, em qualquer meio, vai seguir esses seis passos, mesmo sem perceber.
Todas as obras começam com um objetivo, todas têm uma forma, pertencem a um idioma, possuem estrutura e têm uma superfície.
A ordem desses seis aspectos é inata. Os ossos de um dinossauro podem ser descobertos em qualquer ordem, mas, quando reunidos, se encaixam num lugar.
Considerei que, apesar do texto ser dirigido especificamente aos quadrinhos, ele se aplique não só a eles e não só a qualquer arte, mas a qualquer trabalho que exija de seu executor uma boa dose de criatividade.
Fonte: Livros e Afins por Alessandro Martins



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Imagem

Posted by PatyDeuner on 17 de junho de 2012 09:03 in , , ,
Lembrei de você com essa imagem Baltazar. Achei legal demais!!!


Bom domingo amigos retalhenses!!!

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Brilhe de sangue a lua

Posted by Olhos Celestes on 13 de junho de 2012 17:47 in , , ,
Hoje consegui um tempinho para responder ao desafio que faltava... muito empolgada pra escrever, mas com pouco tempo, taí o que saiu, espero que gostem ^^


Brilhe de sangue a lua...


Decepção. Isso é tudo que consigo sentir agora.
Não era assim até um tempo atrás, já senti todo tipo de coisas, boas e... ruins, claro. Do que estou falando? Bom, tudo começou há dois anos... quando me apaixonei.
Ela era linda, parecia um anjo (jeito estranho de se pensar, principalmente vindo de mim, mas foi isso que pensei quando a vi), tão maravilhosa, passou por mim enquanto eu caminhava por uma praça, estava fazendo um pequeno intervalo no meu serviço, serviço qual esqueci quase completamente quando a vi. Corri até ela, tomei coragem, disse oi. Seus olhos azuis envolveram meus olhos negros imediatamente, senti-me tremer, senti-me explodir por dentro. Por algum motivo ela se interessou por mim também, depois, com o tempo, descobri que foi o meu mistério que a encantou.
Ela era de fato um anjo e eu uma... bem, tinha tudo pra dar errado a nossa união. Fui me apaixonar justamente por uma mortal com alma de anjo caído, ela não sabia de sua verdadeira face como anjo no outro mundo, mas sentia e entendia que havia algo de errado, que era especial. Quem me dera poder ter contado a ela quem ela realmente era antes de tudo acontecer, tudo teria acabado muito pior do que acabou eu imagino, mas eu teria feito isso por amor. O que me impediu foram motivos muito maiores, o meu próprio ser, meus princípios e principalmente o juramento que fiz. Eu não estava nesse mundo para amar, pelo contrário, tinha uma missão a cumprir que não tinha nada a ver com amor, nem mesmo sou mortal...
Não sei como ela não desconfiou antes... só podíamos nos encontrar a noite, nunca nos vimos durante o dia, pois durante o dia eu retorno ao outro mundo, mas ela nunca me questionou em relação a isso, apesar de meus instinto captar a curiosidade dela. Ela não desconfiou do meu corpo sem nenhuma imperfeição, muito mais que um corpo de mulher, mas também por que desconfiaria? O corpo dela também o era. Acho que cometeram um erro transformando-a em mortal assim, trazendo consigo sua aparência de anjo... Enfim, tantos mistérios, ela sabia que havia algo de errado comigo, algo de muito errado, mas nunca me questionou nada, nunca deixou de se entregar aos meus braços noite após noite.
Sim, são lágrimas brotando de meus olhos... há pouco seriam de saudade, de angustia, de solidão. Mas me conformei, hoje são apenas lágrimas de raiva contida. Nem mesmo de arrependimento.
Noite após noite, durante quase dois anos nos encontramos, éramos felizes... mas ela estava perdida em sua sabedoria de mortal, tão fraca e insegura. Eu a amei mais do que qualquer coisa, eu abri mão de muito por ela, eu desrespeitei leis por ela! Mas chegou o dia em que eu tinha que me mostrar. Doía esconder esse segredo, eu não sou mortal, eu a amava tanto, ela me amava também, e no amor não existem segredos. Achei que tendo alma de anjo ela entenderia e... ficaríamos juntas. Doce esperança, doce engano.
Naquela noite resolvi contar tudo a ela, o que eu era. Durante nossas carícias  eu abri o jogo, disse a ela que precisava mostrar-lhe algo e então apresentei-lhe meu corpo tal como é por completo, mostrei-lhe minhas asas e meus poderes. Ela sentiu medo, eu senti pena, mas isso durou apenas alguns segundos. Tivesse ficado nisso tudo acabaria melhor, mas ela enfureceu-se, começou a proferir palavras amargas, jogá-las em minha direção, acusou-me por ter mentido por tanto tempo, acusou-me de estar usando-a, de persegui-la e acima de tudo de não amar-lhe.
Isso eu não suportei. Não importa o que eu era, o que eu sou, eu a amava! Porém não sou perfeita, e toda a sua raiva desencadeou sentimentos horríveis em mim, fez acordar o meu verdadeiro ser por ela mesma adormecido. Tentei ainda me controlar e explicar-lhe que não era como ela dizia, mas ela nem tentou me ouvir, me chamou das piores coisas e disse que nunca mais queria me ver, e que nunca me perdoaria por “fingir” que a amei. Ataquei-a.
Naquela noite eu vi a lua banhar-se de sangue, e vi seus olhos azuis se fechando, pela ultima vez...
Desde então resignei-me, desisti de minha missão, quiseram me punir por isso, que façam o que quiserem quando eu voltar ao inferno, hahahahah, mas eu não voltarei, e aqui não podem me punir. Desde aquele dia estou aqui, não importo em esconder-me, em esconder quem realmente sou. Alguns já passaram por essa floresta e me viram, um demônio sentado em uma árvore, na pele de uma linda mulher com asas, decepcionada mas ainda assim exalando todo o mal do mundo, é assim que me enxergam...
Eu tentei mudar, tentei mudar por ela! Tentei mudar por amor, mas ela, assim como todos os humanos, me decepcionou, e eu achei que ela era diferente... eu a amei... e a lembrança mais nítida que tenho dela hoje é a lua cheia, que fico a observar a noite toda, lembrando da noite em que tudo acabou.
Sou o que sou e nada pode mudar isso, mas eu também sou capaz de amar...

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Guia para fazer café

Posted by PatyDeuner on 11:35 in , , ,
Olá retalhenses!
Achei um guia para fazer café bastante interessante. Espero que gostem.

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Eu preciso de uma dessas

Posted by Kbeça on 12 de junho de 2012 17:35 in , , , , , ,
Sério, existem poucas coisas que eu acho que seria muito legal se um robô fizesse. Esta semana, após ajudar a Nanda a arrumar a cama, lembrei-me dos Jatsons e pensei que seria legal se ela se arrumasse sozinha.
Olha o Universo conspirando...




Tudo bem que não é assim "nossa que maravilha", mas também, acabou de ser inventada. Outra coisa, essa menina não chega nem perto de bagunçar a cama, comparada a mim, parece até que ela nem deitou. Quero ver arrumar a minha cama. Quando eu levanto parece que pratiquei Jiu-Jitsu com o colchão e venci. :)

Agora preciso de uma robô massagista e de um carro que se dirija sozinho. ;)


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Final de semana

Posted by Lívia Marques on 11 de junho de 2012 10:49 in , ,

Final de semana chegando, tudo pronto e planejado para dois dias de puro prazer. Marido indo pescar, crianças na casa da mãe e ela com planos de arrasar. O som já preparado com músicas suaves, alternadas com jazz e alguma coisa mais pesada para dar uma certa tensão ao clima. A casa arrumada  e organizada com toda a atenção: flores e aroma de jasmim.
No banheiro velas perfumadas, toalhas novas, tapete felpudo. Na cama, lençóis novos de algodão egípcio super macios, feitos para a ocasião. O abajur ligado, o quarto a meia luz. No criado aquele livro há muito desejado. O robe de chambre já pronto no banheiro junto aos chinelos felpudos de salto. A camisola de seda dobrada junto à cama. No barzinho o cocktail já preparado e disposto na taça alta.
Tudo perfeito... só falta ligar pra pizzaria. Afinal uma noite em casa sozinha tem que ter pizza pra acompanhar. Ela nem acredita que vai poder tomar banho de banheira, com seus sais de banho, ouvindo uma musiquinha tranquila sem ser interrompida por socos na porta e gritos de “mamãe sai daí” e “amor me deixa entrar”. Vai se embebedar com o cocktail carregado na vodka e no conhaque que ela mesma preparou e dançar pelada pela casa. É claro que fechou as cortinas, não curte voyerismo, aliás que graça tem a pessoa ficar se mostrando e o outro observando sem fazer nada? Que coisa mais besta.
A campainha toca e é o entregador. Veste o robe e paga a pizza, de quebra pediu mais seis cervejas. Pretende mesmo ficar de porre esta noite. O marido não bebe, prefere coisas naturais, por isso ela abdica do álcool o ano inteiro. Mas hoje a noite é sua. Põe o CD do Queen pra tocar e acha pouco, ela quer uma música mais pesada: põe Metallica, e a casa treme. É agora que os vizinhos vão começar a reclamar! Mas ela não se intimida, canta com microfone no karaokê e arrebenta.A seleção de músicas es tá boa: AC/DC, Marillion, The Who e a campainha da porta tocando sem parar. Ah, não brinca que já vão encher a paciência! Abre a porta e dá de cara com o marido com uma cara perplexa de quem não está entendendo nada. A viagem deu errado, o carro quebrou e tiveram que voltar pra trás. Só faltava essa. O fim de semana estragado por causa de um carro quebrado! Ele pelo menos deixou passar o pileque e propôs aproveitar os lençóis novinhos. Até que não foi de todo perdido.

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