Mostrando postagens com marcador tempo e espaço. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tempo e espaço. Mostrar todas as postagens
5

Desafio Triplo: Os Silurianos da Lei Áurea

Posted by Unknown on 28 de maio de 2013 06:00 in , , , , ,
Imagem:

Tempo e espaço:
"Era um lindo dia de sol e os relógios trazidos diretamente de Portugal, soaram três badaladas. No pátio do Paço dos Vice-Reis, ouvia-se claramente manifestações pacíficas, devidamente contidas pelos guardas imperiais. A multidão gritava e se regozijava enquanto a princesa e o ministro da agricultura estavam prontos a assinar e promulgar uma nova lei."

Cinco palavras:
- Terremoto
- TARDIS
- Dissabores
- Capoeira
- Pólvora


Esse desafio é uma fanfic de Doctor Who, seriado britânico da BBC. É o maior seriado de ficção cientifica já produzido, e na minha opinião o melhor.
Tentei escrever o texto como se fosse um episódio, então se você já conhece Doctor Who vai apreciar mais uma de suas aventuras, se não o conhece, vai gostar de conhecê-lo.

Como o texto é grande vou deixar duas formas para ler:

Se preferir o PDF clique aqui.


Ou leia online pelo Issuu:


|
Gostou?
5

Resposta ao Desafio de Páscoa - Desafio do Tempo e do Espaço! - Nanda x Sammy

Posted by Aptos on 23 de maio de 2013 06:00 in , , , , ,


"O sol está queimando a tudo que toca, até as folhas parecem meio murchas, sedentas. A floresta está silenciosa em expectativa. Aqui e ali vemos pedacinhos de ovos brilhando ao sol. Risadas de crianças são ouvidas ao longe."


********************************************************


OSTARA - Uma história de Páscoa


"E então... Eostre encontrou um pássaro ferido na neve. Para ajudar o animalzinho transformou-o em uma lebre, mas a transformação aconteceu por completo e o coelho continuou com a habilidade de colocar ovos. Como agradecimento por ter salvo sua vida, a lebre decorou os ovos e levou-os como presente para a Deusa Eostre. A Deusa maravilhou-se com a criatividade do presente e, quis então, compartilhar sua alegria com todas as crianças do mundo. Criou-se assim, a tradição de se ofertar ovos decorados na Páscoa, costume vigente em nossos dias atuais."

- Por isso, minha querida, nós pintamos os ovos em Ostara, marcando o início da primavera...

- Ai que linda essa história, vovó! - gritaram as crianças - Agora podemos procurar os ovos?

Kalleen era bruxa. E como toda bruxa, em tradição familiar, passava seus conhecimentos através das gerações. Da mesma maneira como tinha aprendido com sua mãe, que por sua vez, também tinha aprendido com a sua... E agora, ensinava a seus três netos, que estavam ansiosos por correr pela clareira da Floresta da Tijuca, onde há poucos minutos, haviam escondido os ovos brilhantes e pintados...

Olhou à volta e tanto suas crianças, como os filhos de seus irmãos do coven já haviam se espalhado à procura dos ovos. Este ano, inovaram... Cestinhas haviam sido confeccionadas e os ovos acomodados dentro. Assim, não haveria desperdício dos ovos, que seriam descascados e comidos e suas cascas abençoadas, seriam misturadas à terra, em honra à Eostre, deusa da alvorada.

No centro do círculo, os bruxos mais jovens concentravam suas energias no caldeirão repleto de água e flores colhidas para o feitiço. 

As mocinhas, preocupavam-se em colher o orvalho das folhas, que em sua crença, tinham um poder de rejuvenescimento e purificação maior do que qualquer renew ou produto similar do mercado! 

Já os rapazes preocupavam-se com o coelho, que seria assado ao término do ritual e como sua carne traria beleza, fertilidade e porquê não dizer também, masculinidade a quem o comesse, por isso, deveria ser feito com o máximo de cuidado e dedicação.

Reinava paz, concentração e tranquilidade no ritual, até que o silêncio foi quebrado pelas risadas das crianças.

Kalleen sentou-se sob o sol, sentindo o calor aquecer seus velhos ossos. Fechou os olhos em meditação e desvinculou-se do mundo real. Enxergou à sua frente a Deusa, transformando o pássaro e sorriu em expectativa.

Adorava a primavera. A preparação para o verão, era sua estação favorita. Nem calor em excesso, nem frio demais. Uma fina e rápida chuva deu de beber às sedentas árvores e folhas que antes, murchavam pelo frio do inverno e sol do início da primavera. Era a estação mais perfeita de todas! 

Abriu os olhos e os raios de sol toldaram sua visão por um momento. Pôs as mãos em concha, protegendo a vista e viu a deusa se aproximando. Levantou-se em direção a ela e disse-lhe:

- Senhora da Alvorada, Deusa da Beleza e Fertilidade, Madrugada Radiante, a chuva caiu e a primavera chegou. Desta forma, recomeça a vida que estava adormecida... 

Todos aproximaram-se da anciã e deram as mãos. Até mesmo as crianças, compenetradas com o ritual sentiam-se parte da terra e como sementes desabrochando e sentindo o poder e a energia da Deusa passando por eles.

Agradeceram aos ancestrais pelas conquistas e pediram renovação para o novo ciclo. Em seguida, soltaram as mãos e completaram o ritual com danças, festa e muita alegria.





|
Gostou?
2

Chapeuzinho cinza

Posted by Olhos Celestes on 28 de setembro de 2012 18:00 in , ,

Respondendo ao desafio de tempo e espaço proposto pela Nanda, espero que gostem:

"O sol bate alaranjado em cima de uma cama de criança, cheia de bichinhos de pelúcia e com uma colcha da Barbie. O quarto está limpo e arejado, todos os móveis são brancos e contrastam com a poça de sangue que se encontra no tapete, também branco, no meio do quarto. Em um canto, apoiado próxima a porta de saída, podemos ver um machado sujo de sangue. Tudo está silencioso, menos a porta que bate no batente de tempos em tempos, graças a um vento mais forte que entra pela janela. A maçaneta também está suja de sangue."


Olá, meu nome é Marieta, eu tenho 7 anos. Estou aqui no meio de todas essas crianças sem pai porque os adultos da lei não dão bola para crianças. A culpa não foi dos meus pais, eu tentei dizer isso a eles muitas vezes, mas não quiseram me ouvir e levaram meus pais de mim. Será que vocês podem me ouvir e dizer a eles que meus pais não fizeram nada? Vou dizer o que aconteceu:
Eu estava indo até a casa da minha avó, como minha mãe pediu, brincando pelo caminho. Minha avó mora a três quadras da minha casa, e na esquina da minha casa tem uma pracinha que tem um escorrega que eu adoro brincar, mas minha mãe nunca me deixa ir lá porque diz que tem bandido, gente ruim. Hoje cedo eu desobedeci ela e, no caminho para a casa da minha vó, parei para brincar lá, e foi quando aquele homem começou a me seguir. Eu vi que ele tava me olhando, mas não liguei, até que ele veio falar comigo, ele me disse pra ir até a sorveteria com ele que ele me compraria um sorvete beeeeem grande, e eu fui. Mas antes de chegar na sorveteria ele me agarrou pelo braço e tentou me puxar para dentro do matagal, foi aí que eu gritei, e que ele ficou muito brabo. Eu gritei muito e ele tapou a minha boca com a mão, então eu mordi bem forte a mão dele, ele me soltou e eu corri, mas ele começou a me seguir e tava gritando muitas palavras feias que minha mãe disse que era pecado falar.
Eu tava com muito medo e corri pra minha casa, mas meus pais não estavam, minha mãe mandou eu ir para a casa da minha avó porque eles iam sair, aí eu passei pelo jardim e peguei o machado do meu pai, era pesado mas eu sou bem forte. Eu tava com muito medo, o homem tava me alcançando, então eu dei uma machadada na porta dos fundos e abriu a porta. Entrei correndo na casa, mas não consegui trancar a porta porque eu tinha quebrado ela, fui pro meu quarto pra me trancar lá, mas ele entrou antes que eu conseguisse fechar a porta.
O homem mau começou a caminhar pro meu lado e dizer que eu era uma menina muito mimada, por que eu tinha um quarto lindo, todo cheio de móveis brancos, um tapete branco muito bonito, uma cama enfeitada de bichinhos e colcha da Barbie... ele ficou falando um monte de coisas pra mim, que gostava de mim, que era pra eu deixar o machado de lado e fazer o que ele queria que daí ele não me mataria, mas sim me daria muitos brinquedos. Mas eu não sou tão boba, minha mãe já me falou muito sobre esses homens maus e que eu não posso acreditar neles!
Foi então que ele chegou bem mais perto de mim, pronto pra me pegar de novo, eu estava chorando muito, meus olhos já estavam embaçados, mas eu me lembro que girei o machado com toda a força que tinha e acertei ele. O homem caiu no chão, e tinha muito sangue, eu esperei um pouco, mas ele não se mexeu, toquei nele, nada, só o sangue continuava saindo do corte no peito dele. Ele tava caído bem no meu tapete. Sai dali e me sentei no cantinho da sala, fiquei lá até meus pais chegarem, quando chegaram já era final de tarde, eu contei o que aconteceu, meu pai levou o homem para o quintal, disse que ia enterrá-lo,minha mãe não queria que ele fizesse isso, ficou dizendo que era pra avisar a policia. Eles começaram a brigar, os vizinhos vieram ver o que aconteceu e chamaram a policia.
Eu tentei falar pra eles que não foram meus pais que mataram o homem mau, mas eles não ouviram, nem os vizinhos, nem a policia que levou meus pais embora, nem as pessoas que me trouxerem para cá, disseram que aqui é um abrigo, uma casa onde ou vou morar até decidirem com quem vou morar. Eu disse que já moro com meus pais e que não vou morar com outra pessoa, mas eles me falaram que meus pais fizeram uma coisa muito má e não posso mais ficar com eles.
Não foram meus pais que fizeram a coisa má, nem eu, foi aquele homem que queria fazer uma coisa má comigo, se pelo menos ele parasse de sangrar e acordasse ele poderia contar o que aconteceu...
Por favor, conte pra eles que a culpa não é dos meus pais, pra eu voltar pra minha casa, com eles. Esses adultos não acreditam em mim!

|
Gostou?

Copyright © 2009 Retalhos Assimétricos All rights reserved. Theme by Laptop Geek. | Bloggerized by FalconHive.