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Chapeuzinho cinza

Posted by Olhos Celestes on 28 de setembro de 2012 18:00 in , ,

Respondendo ao desafio de tempo e espaço proposto pela Nanda, espero que gostem:

"O sol bate alaranjado em cima de uma cama de criança, cheia de bichinhos de pelúcia e com uma colcha da Barbie. O quarto está limpo e arejado, todos os móveis são brancos e contrastam com a poça de sangue que se encontra no tapete, também branco, no meio do quarto. Em um canto, apoiado próxima a porta de saída, podemos ver um machado sujo de sangue. Tudo está silencioso, menos a porta que bate no batente de tempos em tempos, graças a um vento mais forte que entra pela janela. A maçaneta também está suja de sangue."


Olá, meu nome é Marieta, eu tenho 7 anos. Estou aqui no meio de todas essas crianças sem pai porque os adultos da lei não dão bola para crianças. A culpa não foi dos meus pais, eu tentei dizer isso a eles muitas vezes, mas não quiseram me ouvir e levaram meus pais de mim. Será que vocês podem me ouvir e dizer a eles que meus pais não fizeram nada? Vou dizer o que aconteceu:
Eu estava indo até a casa da minha avó, como minha mãe pediu, brincando pelo caminho. Minha avó mora a três quadras da minha casa, e na esquina da minha casa tem uma pracinha que tem um escorrega que eu adoro brincar, mas minha mãe nunca me deixa ir lá porque diz que tem bandido, gente ruim. Hoje cedo eu desobedeci ela e, no caminho para a casa da minha vó, parei para brincar lá, e foi quando aquele homem começou a me seguir. Eu vi que ele tava me olhando, mas não liguei, até que ele veio falar comigo, ele me disse pra ir até a sorveteria com ele que ele me compraria um sorvete beeeeem grande, e eu fui. Mas antes de chegar na sorveteria ele me agarrou pelo braço e tentou me puxar para dentro do matagal, foi aí que eu gritei, e que ele ficou muito brabo. Eu gritei muito e ele tapou a minha boca com a mão, então eu mordi bem forte a mão dele, ele me soltou e eu corri, mas ele começou a me seguir e tava gritando muitas palavras feias que minha mãe disse que era pecado falar.
Eu tava com muito medo e corri pra minha casa, mas meus pais não estavam, minha mãe mandou eu ir para a casa da minha avó porque eles iam sair, aí eu passei pelo jardim e peguei o machado do meu pai, era pesado mas eu sou bem forte. Eu tava com muito medo, o homem tava me alcançando, então eu dei uma machadada na porta dos fundos e abriu a porta. Entrei correndo na casa, mas não consegui trancar a porta porque eu tinha quebrado ela, fui pro meu quarto pra me trancar lá, mas ele entrou antes que eu conseguisse fechar a porta.
O homem mau começou a caminhar pro meu lado e dizer que eu era uma menina muito mimada, por que eu tinha um quarto lindo, todo cheio de móveis brancos, um tapete branco muito bonito, uma cama enfeitada de bichinhos e colcha da Barbie... ele ficou falando um monte de coisas pra mim, que gostava de mim, que era pra eu deixar o machado de lado e fazer o que ele queria que daí ele não me mataria, mas sim me daria muitos brinquedos. Mas eu não sou tão boba, minha mãe já me falou muito sobre esses homens maus e que eu não posso acreditar neles!
Foi então que ele chegou bem mais perto de mim, pronto pra me pegar de novo, eu estava chorando muito, meus olhos já estavam embaçados, mas eu me lembro que girei o machado com toda a força que tinha e acertei ele. O homem caiu no chão, e tinha muito sangue, eu esperei um pouco, mas ele não se mexeu, toquei nele, nada, só o sangue continuava saindo do corte no peito dele. Ele tava caído bem no meu tapete. Sai dali e me sentei no cantinho da sala, fiquei lá até meus pais chegarem, quando chegaram já era final de tarde, eu contei o que aconteceu, meu pai levou o homem para o quintal, disse que ia enterrá-lo,minha mãe não queria que ele fizesse isso, ficou dizendo que era pra avisar a policia. Eles começaram a brigar, os vizinhos vieram ver o que aconteceu e chamaram a policia.
Eu tentei falar pra eles que não foram meus pais que mataram o homem mau, mas eles não ouviram, nem os vizinhos, nem a policia que levou meus pais embora, nem as pessoas que me trouxerem para cá, disseram que aqui é um abrigo, uma casa onde ou vou morar até decidirem com quem vou morar. Eu disse que já moro com meus pais e que não vou morar com outra pessoa, mas eles me falaram que meus pais fizeram uma coisa muito má e não posso mais ficar com eles.
Não foram meus pais que fizeram a coisa má, nem eu, foi aquele homem que queria fazer uma coisa má comigo, se pelo menos ele parasse de sangrar e acordasse ele poderia contar o que aconteceu...
Por favor, conte pra eles que a culpa não é dos meus pais, pra eu voltar pra minha casa, com eles. Esses adultos não acreditam em mim!

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Batata quente (2) - Parte 9

Posted by Nanda Cris on 27 de setembro de 2012 18:00 in , ,

Quando Cristopher acordou, olhou em volta e blasfemou. O sangue de Suzane triplicou a força do vampiro. Aquilo era uma catástrofe. Agora que estavam com ela, não hesitariam em sugar até a última gota de seu precioso sangue. Se tornando tão fortes, ficaria difícil para Cristopher defendê-la sozinho. Como proceder?
Passou a mão no cabelo, andando de lá para cá. Não conseguia pensar em outra saída, precisava apelar para os Ancestrais. Sem mais hesitar, saiu voando em direção ao telhado da Catedral de Notre Dame.

Suzane acordou sentindo-se ainda fraca e desnorteada. Olhou à volta procurando Cristopher, mas então a realidade se abateu sobre ela como um véu negro e ela sentiu um arrepio de terror por todo o seu corpo. Olhou em volta assustada. Estava sozinha, por enquanto. Suspirou aliviada e tentou se soltar da viga. Estava muito bem presa, só conseguiu com o processo esfolar os pulsos. Um filete de sangue escorreu de onde estava amarrada, pingando no chão. Neste exato momento um vampiro entrou na sala, os olhos enlouquecidos, o peito arfando e a boca escancarada em um grito:
- Sangueeee....

Cristopher aproximou-se da maior gárgula existente no telhado da Catedral e começou a sussurrar as palavras do ritual de invocação. Entoou o cântico até sua garganta secar e sua esperança minguar. Já estava quase desistindo quando uma forte luz começou a emanar da estátua a sua frente e ela ganhou movimento. Recuou para evitar ser esmagado por suas enormes patas. A estátua se espreguiçou e olhou em volta, seus olhos encontrando-o a um canto do terraço.
- Porque ousa me acordar?
-A Deusa está em apuros e não posso resgatá-la sozinho.
A enorme criatura cruzou o telhado com duas longas passadas e postou-se em frente a Cristopher, prendendo-o entre 2 paredes. Rugiu e arreganhou os dentes, pronto para arrancar sua cabeça fora.
-Como pode falhar tão terrivelmente? – A raiva era palpável em cada palavra proferida. – Ninguém sabia da existência dela, era para ser uma tarefa ridícula. E você falhou, filhote? – O desprezo na última palavra afundou o coração de Cristopher. Gaguejando, respondeu:
- Perdão senhor... perdão. Um vampiro maculou sua carne, arrancando apenas algumas gostas de sangue. Ele provou-o e nos perseguiu até o solo sagrado, onde eu achei que estaríamos seguros.
- Seguros? Seguros? Ele provou o sangue dela, seu tolo. Solo sagrado não quer dizer mais nada para ele.
-Agora sei disso senhor.
-Você devia ter prestado atenção quando sua missão foi explicada. Agora é tarde, mas não vou perder mais meu tempo com você. Onde a Deusa está?
-Eles a levaram enquanto eu estava desacordado...
-Porque não estou surpreso? – Górgon reclamou, pouco antes de agitar as asas e começar a voar – Siga-me, filhote, e tente não se pôr em perigo. Veja se aprende alguma coisa.

Suzane ofegou e se contraiu o máximo que sua posição permitia. Que ideia estúpida tentar se soltar, agora aquela criatura babante estava ali querendo seu sangue e logo outras, graças ao grito dado por ele, estariam ali também. Resignou-se com a ideia de que, pelo menos, sua morte seria rápida. A criatura aproximou-se e lambeu o chão, olhando-a com desejo. Seu coração acelerou e ela sentiu as pernas fraquejarem. Aquelas poucas gotas no chão não saciariam a fome da criatura, ela sabia. Dito e feito, ele atacou seu antebraço e ela soltou um grito frente a violência do golpe. Doía, ardia, tudo ao mesmo tempo. Neste momento, outras criaturas adentraram o aposento, todas no frenesi do sangue.

A grande gárgula seguiu o cheiro inconfundível da Deusa pelas ruas de Paris, voando muito mais rápido do que Cristopher, que dava tudo de si para acompanhá-lo. Ele farejava o ar mas nada sentia. Como Górgon poderia rastrea-la tão perfeitamente? Sentia-se cada vez mais despreparado para aquela missão, mas não podia cogitar a possibilidade de se separar de Suzane, não agora que ela admitira que o amava.
Voaram sem contratempos até o lugar onde Suzane estava presa. Lá chegando, Górgon quebrou uma das janelas e entrou no aposento. Cristopher entrou logo em seguida, a tempo de ver todos aqueles vampiros em cima de Suzane que tinha o rosto contorcido pela dor. As criaturas nem perceberam a entrada deles, envoltas pelo frenesi do sangue. Aquilo agitou algo primitivo dentro dele e o fez querer ultrapassar Górgon. A grande gárgula parecia lenta perto do excesso de energia que havia brotado no interior do seu corpo. Ao tentá-lo, Górgon impediu-o jogando seu corpanzil imenso sobre ele e enviando um aviso mental:
Não faça nada precipitado.
Ele controlou-se e manteve-se um pouco para trás. Queria destroçar cada um que estava fazendo mal a ela, mas já havia falhado uma vez e quase a perdera. Não poderia se dar ao luxo de falhar denovo... 

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Relacionamentos - São difíceis, mas não impossíveis.

Posted by Kbeça on 26 de setembro de 2012 18:01 in ,


Tenho uma lista de relacionamentos mal resolvidos, e um que cuido há anos. Tenho uma lista de erros bem maior que acertos, mas de aprendizado que é soma de todos, porém, bem menor do quê tenho que aprender. O que venho transmitir são algumas coisas que aprendi com o tempo e funcionam.

Qualquer um pode ter um relacionamento. Todos têm algum tipo de relacionamento: profissional, amoroso, amistoso, de interesse. Mas, quantas pessoas conseguem manter um relacionamento duradouro? E feliz? Saudável, vale? Necessita.

Aparentemente todas as pessoas do Facebook conseguem. Ou se terminam, estão super bem resolvidas e felizes. Aliás, redes sociais não contam. Lá todos são muito amigos, apaixonados, éticos, bem sucedidos, dedicados, V1d4 L0k4, e por aí vai. Na real, nem 30% é 10% de tudo isso (sendo otimista).

Em certo lugares, virtuais, ou não, me deparo com pessoas cometendo certas mancadas em seus relacionamentos. Algumas vezes por orgulho, outras por ignorância, na maioria por simplesmente não se importar o suficiente.

De qualquer forma, eu sigo algumas regras de vida e tento passar estas regras adiante. Não é nada muito difícil, nem tão pouco sou o mestre da verdade, ou do amor, mas funciona na maioria das vezes. Se não der certo, procure um psicologo (não é piada, nem pejorativo), ou separe de vez. Mas, lembre-se de aprender e crescer.

Vamos as regras:

 1 - Dialogo/conversa - A maioria das pessoas fala sobre isso, mas não pratica. Ou, se pratica, só nas horas de discutir a relação. Conversar com o seu parceiro é fundamental para manter um bom relacionamento e uma vida à dois saudável. "Ué, Kbeça, mas se não é para discutir a relação, é para quê então?" você pergunta "é para tudo" eu respondo. Quando você liga para um amigo/amiga para conversar sobre o futebol/novela você está discutindo a relação? Não. Você gosta daquelas pessoas que só se aproximam de você para falar das mazelas da vida? Ou, só de quão maravilhosas suas vidas são? Ou, das que só brigam com você? Pois é, ninguém gosta. Muito menos o seu parceiro. No seu dia-a-dia, você fez alguma coisa, interessante, alguma coisa que lhe chateou, alguma coisa que pode ser engraçado, e por aí vai. Compartilhe com o seu parceiro. Converse sobre tudo. E, depois que criar este hábito, pode discutir a relação também.

2 - "Você é obrigado, porque é meu parceiro", não, não é. Ninguém é obrigado a nada. Você é livre para fazer o que quiser, quando e como quiser. Você pensará nas leis, e é claro que para elas também vale. Ao infringir uma lei, você terá que arcar com as consequências, mas você é livre para fazer o que quiser. Então quando quiser que o seu parceiro faça algo, ou não faça, converse, negocie, mostre as suas necessidades, barganhe, se for o caso, ceda, se preciso, mas seja legal. Todo mundo quer agradar quem é legal. Então seja legal, para serem legais com você. E sorria com o coração e com os olhos. É muito mais fácil pedir e receber com um sorriso. E saiba aceitar um não como resposta. As vezes, um não é melhor do que um sim.

3 - Respeito é bom e todos gostam. Uma coisa que eu aprendi com o tempo é que o respeito vale ouro. Nunca, jamais, em hipótese alguma, xingue o seu parceiro. Por mais bobo e descontraído que seja o palavrão ele sera o culminador de graves ofensas. Se não no momento em que for dito, será com o tempo. Além disto, respeite o seu parceiro como pessoa, como indivíduo, como profissional, como ser humano e como espírito. Parece bobo e simples, mas não é. As vezes, você pode desmerecer o esforço de trabalho, ou a fé, ou os gostos do seu parceiro, sem querer, e sem perceber, o magoará e lhe dará motivos para "revidar". Isso me leva a outra regra:

4 - Saiba perdoar. Se seu parceiro fez besteira, reclame. Se ele se desculpou, sinceramente, saiba perdoar. Não guarde rancor, mágoas, ou planeje uma vingança. Não faz bem e não vale de nada.
No curso de noivos aprendi duas coisas:
1ª - "Você prefere estar bem, ou estar certo?" - Muitas vezes é melhor ceder e ficar bem, do que continuar dando murro em ponta de faca, só porque está certo. Lógico, saiba medir o que é importante, e o que pode ser relevado.
2ª - "Nunca vá dormir brigado." - Não vale à pena dormir brigado. Vocês vão dormir mal, vão ter pesadelos, vão acordar brigados, vão ter um dia ruim, e vai ser ladeira abaixo. Brigou? O teto veio abaixo? Se estressaram? Façam as pazes. Vão dormir. Se necessário, no dia seguinte, de cabeça fria, retomem o assunto, mas de uma forma neutra. Mais leve.
Seja como for, quando perdoar, faça-o com o coração. Se não pode perdoar na hora, dê um tempo. Vá beber uma água, vá tomar um banho para esfriar a cabeça, vá para um canto e cante uma musica. Pode parecer besteira, mas parar de brigar para beber água faz muito bem. Beba água, ofereça água ao seu parceiro. Funciona.

5 - "Não troque o certo pelo duvidoso". Lembra quando vocês se apaixonaram? Quando saíram pela primeira vez? Da expectativa pré-encontro? E do primeiro beijo? As coisas podem estar ruins agora, mas já foram boas/legais um dia. Trocar o Zézinho pelo Joãozinho, não vai mudar muita coisa. Você vai descobrir que um tem tantos defeitos quando o outro. As vezes, piores. E, invariavelmente, não terão as mesmas qualidades. Se algo lhe incomoda muito, converse (olha a regra Nº 1), ceda, mude. Ninguém é imutável. A cada dia, mudamos um pouco. Se no trabalho somos forçados a mudar, a aceitar e ignorar certas coisas, porque não no resto de nossas vidas? Tente trazer à tonas as suas qualidades. Preocupe-se em fazer e ser feliz. A felicidade somos nós que fazemos.

Tente sempre melhorar o seu relacionamento. A separação é a ultima instancia. A ultima alternativa. Só deve separar-se caso não haja mais jeito. Caso as brigas sejam em maior número que os momentos bons.

Eu poderia escrever um manual imenso aqui, mas seguindo estas 5 regras, o bom senso, o bom humor e a camaradagem, você conseguirá ir longe com qualquer relacionamento.

Só uma ultima dica, mais valiosa que todas as outras regras: seja sempre sincero no que você fizer e falar. Uma mentira poderá comprometer tudo. E quando se perde a confiança, nunca mais será a mesma coisa. Lealdade anda de mãos dadas com a verdade, que é filha da sinceridade.

É isso. Comentários, por favor. :)

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Conto - parte V

Posted by Olhos Celestes on 25 de setembro de 2012 18:00 in , , ,

Resposta ao desafio musical proposto pela Nanda... Musica: Mambo Number 5! Segue o clip aqui para quem não se lembrar da musica:


Quando vi a musica achei que seria muuuito dificil, mas ai me veio uma luz no fim do túnel (ou no meio do emaranhado de neurônios do meu cérebro) e tive uma idéia, usei a musica para fazer mais uma parte do conto da Telma (precisamos dar um nome para esse conto Telma), e então o desafio foi moleza! ^^

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Guilerme entrou no carro e ligou o rádio, não fazia ideia do que deveria fazer agora, estava confuso, assustado e completamente perdido de paixão por aquela mulher tão misteriosa.
“Ladies and gentlemen
This is Mambo number5…”

Para tentar acalmar seus pensamentos prestou atenção na musica que tocava, e era Mambo number 5. Aquilo o fez rever toda a sua vida, tudo que fazia para “ser feliz”. Mesmo tendo casado sua vida de curtição não ficara para trás, e sua esposa até que desconfiava, mas nunca havia dito nada.
De repente lembrou-se de como entrava em seu carro chique com alguns amigos e dirigia despreocupado e alegre até um bar qualquer, que fosse caro é claro, e todos pediam bebidas por sua conta...
Tomava um porre, bebida sempre era pouco para ele, queria meninas, as melhores, gostava de todas, sentia um enorme prazer!
“And as I continue you know
They are getting sweeter...”

E elas o adoravam também, ele sempre dava uma gorjeta a mais, e seu corporal também a faziam tremer de prazer. Por deus adorava aquela vida, namorar, namorar, sair com as meninas mais belas ao som de uma boa musica. Lembrava-se do nome de algumas, começou a listá-las ao som do Mambo, muitas foram importantes para ele, seus corpos, a voz, o sorriso marcante e safado. Adorava!
“Jump up and down go and move it all around
Shake your head to the sound
Put your hand on the ground
Take one step left
And one step right
One to the front and one to the side
Clap your hands once
And clap your hands twice
And if it looks like this
Then you are doing it right”

A musica prosseguia e a memória dele também, lembrava de como delirava com um pouco de bebida, dançava enlouquecido como se não houvesse o amanhã, como se aquilo fosse a única coisa que importava em sua vida... até ela aparecer, então tudo mudou. Nada mais havia graça, de repente percebeu que não sentia mais vontade de estar com nenhuma outra mulher, nada seria mais divertido do que estar com ela, nada seria mais importante do que estar com ela, nada o deixaria mais feliz. Havia se apaixonado loucamente e faria TUDO por essa paixão.
“I do all
To fall in love with a girl like you
'Cause you can't run and you can't hide
You and me gonna touch the sky

Mambo number 5!”

No momento em que a musica parou de tocar no rádio Guilherme teve a certeza de que sua vida jamais seria a mesma, que toda aquela loucura não se compararia a nada do que faria a partir de agora, aceitaria a proposta escrita naquele bilhete, estaria com ELA e não importava o que custasse, ela o levaria ao céu.

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Desafio do Baltazar - música (obrigada, Balta!)

Posted by Telma Myrbach on 24 de setembro de 2012 17:08 in , , , ,
Ꮚ..✤..Ꮚ...✤..Ꮚ...✤..Ꮚ...✤..Ꮚ...✤..Ꮚ...✤..Ꮚ...
Balta, missão dada, missão atrasada, mas missão cumprida!
Por favor, escutem enquanto leem.
*smack*
Ꮚ..✤..Ꮚ...✤..Ꮚ...✤..Ꮚ...✤..Ꮚ...✤..Ꮚ...✤..Ꮚ... 



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