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Apresentação... Sammy Freitas

Posted by Aptos on 9 de maio de 2013 06:00 in ,
Apresentação - Sammy Freitas!


Pois é... uma vergonha! Completo hoje 6 meses de Blog! SEIS MESES! 52 TEXTOS e só agora venho me apresentar. 

Como diria a sábia tia Nanda Cris, "Bad, bad... no donuts for you!" Mas... antes tarde do que nunca não é?


Sammy aos 4 anos, quando começou
a criar suas estórias...
Poderia fazer uma apresentação formal, contando que aprendi a ler com 3 anos e meio, escrevi minhas primeiras histórias (em que geralmente todo mundo morria...) por volta dos 7/8 anos de idade e pulei de série porque achava aquilo tudo muito fácil... Ganhei vários concursos de contos e poesias na escola durante o ginásio e segundo grau e já adulta, fui colunista do Jornal Ponto Final, em Mariana/MG por 4 anos... Trabalhava como freelancer de copydesk para a extinta editora Leitura. Venci dois concursos nacionais de contos e tive os dois publicados numa Antologia...  Escrevi um livro de crônicas, projeto da prefeitura da minha antiga cidade e outro de poesias...  Fui membra honorária da Academia Marianense de Letras e publiquei mais 4 livretos com um ou dois contos cada... Mas nada disso irá preparar vocês para dizer quem EU realmente sou. Quem se esconde por trás daquela moça que faz uma singela tentativa de ser escritora...

Fiquei muito tentada a simplesmente colar minha apresentação do facebook aqui. Primeiro, porque sou um horror com apresentações... Nunca sei o que  dizer direito, o que realmente seria relevante para as pessoas. E aí, acabo  sendo prolixa e falando demais... 


Enfim, toda apresentação envolve no mínimo dizer quem sou eu... Eu sou a Samantha, nome de feiticeira - meu pai era um grande Fã do seriado! Sou meio moleca, divertida, simpática, modesta (cahannnn) e inteligente... Como filha de Athena não poderia menosprezar essa capacidade intelectual não é?

Gosto tanto dos livros e do universo que eles criam, que muitas vezes, eu me refugio neles, em encontros de fãs. E aí, eu deixo de ser a Samantha, analista de estoque, mãe, filha, irmã, para me tornar Corvinal em Hogwarts, tributa do Distrito 3 em Panem, Feiticeira em Idris, participante do exército dos Gentis em Nárnia, da Casa de Stark em Game of Thrones, em RPG, normalmente sou Feiticeira, Bruxa, Maga ... Luto sempre pela estratégia, astúcia e inteligência, nunca pela força bruta.

Quando sou amada, sou mesmo, porque apesar dessa aparência metida a superior querendo saber de tudo e mais um pouco, no fundo, as pessoas que me conhecem sabem o quanto sou fiel, amiga e o quanto me preocupo com o próximo. Não desejo mal a ninguém, primeiro porque é um dos pilares das minhas crenças e segundo porque isso não condiz com meu caráter. 

Como eu disse, eu não sou de briga, nem dada a discussões (exceto quando é uma discussão inteligente! ADORO!!!! Mas sabe... não suporto quando pessoas ignorantes (por falta de conhecimento) insistem em algo que não faz o menor sentido e são tão cabeça-duras que não ouvem sequer os argumentos alheios. Aliás, esqueci de dizer, sou geminiana, logo, eu FALO muito... E meu pâncreas se contorce cada vez que tento falar algo e sou interrompida indefinidamente... Rapaz... isso me deixa louca!

E apesar de normalmente deixar de lado as discussões - porque nem vale a pena discutir, algumas vezes isso é muito mais forte do que eu. Daí... acabo conquistando um inimigo rancoroso de graça. Ainda assim, eu nem guardo mágoa e nem rancor. Perdôo a todos sem distinção, seja qual for o mal que me fez. Preciso de um tempo sozinha (em geral meia hora é suficiente para a raiva passar) e aí, volto tão tão contente, pronta a continuar perturbando e implicando com meus amigos!

Eu já fiquei mais de 50 horas sem dormir, já trabalhei mais de 100h por semana, reparo e falo mal de desconhecidos (mas só entre amigos e normalmente para zoar alguma coisa, nunca para menosprezar ou magoar ninguém), falo palavrão prá caralho (ops). 

Já tive água e luz cortada por falta de pagamento, mas nunca tive a internet cortada (será porquê???) Eu esqueço quem me deve. (ainda bem... senão eu já tinha perdido muitos amigos por conta disso, rsss) Eu tenho memória curta. (Mas normalmente só para o que machuca ou magoa... Coisa de PVC, né, rsss) Já passei fome, sede e frio (não necessariamente nessa ordem e menos ainda tudo junto) Já amei e fui amada. Já fui traída e já traí. 

Ainda acredito no amor incondicional. Não acredito que todo mundo seja totalmente bom e menos ainda totalmente ruim. Odeio com todas as minhas forças qualquer tipo de fanatismo. Odeio gente estúpida e idiota, porém odeio muito mais quem nem tenta progredir e melhorar; Odeio folgados e malandrinhos que adoram tirar vantagem em cima dos outros, principalmente dos amigos (embora eu mesma seja meio folgada às vezes) Odeio a mentira (mas de vez em quando eu minto... quem não mente? O pior é a mentira sem necessidade e que é tão tosca que você percebe no ato...) Odeio a falsidade. 

Apesar de tudo, amo minha família, meu porto seguro (Guilherme, Mãe, Rachel, Sheila, Dindinha e não podia deixar de falar na Katniss, minha gatinha Maine Coon de um ano que conquistou meu coração! Galera, AQUELE ABRAÇO!) Amo os meus amigos ♥ (Nem vou tentar citar todos aqueles que me são tão caros aqui, porque não caberia...) Amo cozinhar e inventar coisas novas e elaboradas na cozinha. Amo ler. Amo escrever (AMO? Existe alguma palavra que seja mais forte que amar algo???) 

Já fui mais responsável, já fui mais estudiosa, já chorei de raiva, já chorei por amor, á chorei de saudades, já chorei de dor, já chorei de rir, aliás, tem algum motivo pelo qual eu não tenha chorado? Eu sou a maior chorona! Choro com comercial, filme, livro... Chorei até quando o Ted urso foi estraçalhado! Já fui assaltada 5 vezes e em só em uma delas lamentei profundamente... 

Já perdi os documentos 2 vezes e nas duas eles me foram devolvidos... Já achei documentos de outras pessoas e fui parar em Caxias e Santa Cruz para devolver. Já perdi dinheiro, já achei dinheiro, já devolvi carteira com dinheiro dentro... Sou muito orgulhosa, adoro ajudar, mas tenho horror a ser ajudada... Sou muito independente, sou teimosa, sou divertida, sou confiável, não sou fútil, menos ainda vaidosa. 

Odeio demagogia e hipocrisia, sou de esquerda, acredito num mundo utópico em que nós mesmos cidadãos comuns poderíamos fazer a nossa parte ao invés de ficar esperando a boa vontade dos governantes. Sou voluntária e tento me engajar em qualquer causa que eu acredite. 

Odeio vulgaridade, às vezes eu consigo ser muito careta por que tenho valores bem enraizados. Não permito que controlem minha vida, mas para não magoar as pessoas, dificilmente eu digo não... 

Eu confio demais e por isso eu me decepciono demais. Eu costumava ser muito romântica, agora sou prática... Já apanhei, já bati (faixa roxa de judô! yeah!), nunca fugi da polícia... Durmo de meias igual burguês. Eu ronco (e daí? estatisticamente, 60 a 70% dos brasileiros roncam, então, faço parte do grupo principal! Eu sou fiel e não costumo sentir muito ciúmes (mas já fui muitoooo ciumenta) Eu ainda não tenho carteira de motorista (mas é algo que preciso corrigir antes de morrer! Detesto verão, amo inverno! 

Acho que ficou meio grande né? Mas essa sou eu...

Eu dou conselhos » Eu recebo conselhos » Eu aprendo » Eu ensino » Eu VIVO.




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Olá Amigos!

Posted by Unknown on 7 de maio de 2013 06:00 in ,

Vim me apresentar (finalmente né?).

Meu nome é Denize Ternoski, também conhecida como Olhos Celestes. Estou no blog desde que ainda namorava com o Baltazar (ex-colaborador), hoje estamos casados e temos uma linda filha de 11 meses, chamada Ana Lucia.

Bem, tenho 21 anos, atualmente não trabalho (quero dizer que não saio de casa e não ganho um salário, mas sou mãe e dona de casa, sendo assim, o trabalho nunca acaba!).
Moro em Curitiba, Paraná.

Escrevo desde pequena. Quando criança gostava de escrever cartas e poemas. Os professores sempre me apoiavam, já meus pais não. Aos 16 anos comecei a escrever meu primeiro livro. Já tenho alguns acabados, mas nenhum ainda publicado. Nosso país infelizmente não da apoio a escritores jovens e pobres!

Escrever para o Retalhos não é um passatempo, tampouco uma obrigação. Somos como uma família, e esse é o espaço que tenho para que meus textos sejam vistos (alem de um incentivo para continuar escrevendo, já que nessa vida de mãe, dona de casa e esposa, é difícil encontrar tempo para pôr minhas idéias no papel).

O que mais posso dizer sobre mim?
Curto Rock. Embora desde que a Aninha nasceu eu só ouça Galinha Pintadinha e afins (coisas de ser mãe).

AMO ler! Ler e escrever são as formas que uso (e recomendo) para fugir do stress do dia a dia, dessa nossa vida monótona, onde coisas não tão boas ou interessantes acontecem com frequência. Leio muitas histórias sobrenaturais, são minhas preferidas, mas também gosto de livros policias ou romances (esses menos).

Uma dica de leitora: Temos encontrado autores nacionais MUITO BONS! Então, se você for do tipo que ainda tem algum preconceito com autores nacionais, pegue algum desses livros para ler:

Ø  Cira e o Velho (Walter Tierno)
Ø  Camundo – O Desenho e a Sombra (Nanuka Andrade)
Ø  Contos de Meigan  - A Fúria dos Cártagos (Roberta Spindler)


Só não coloco o meu nessa lista (A Menina dos Olhos Azuis) porque ainda não foi publicado! (Nem um pouco modesta hehehhehe)

Uma das grandes vantagens de comprar livros nacionais é que você pode comprar varios deles direto com os autores (pela internet), por um preço mais baixo que o das livrarias, ele vem pelo correio, e AUTOGRAFADO PELO AUTOR!
Fica a dica!!

Voltando a falar de mim... hum... Meus textos? Poucos tem finais felizes. Escrevo ficção sobre qualquer assunto que me dêem, mas não gosto de contos de fadas do tipo “...e viveram felizes para sempre.” Vou colocar aqui um exemplo do que são os meus textos:

Esse foi um desafio de imagem


FADA DOS SONHOS

Dinoráh esperou muito por aquele dia, o dia em que sua aluna estaria pronta para a missão. Foram anos e anos de muito treino e muitas dificuldades. Não é fácil treinar uma fada desde bebê a se tornar forte o bastante para uma missão tão importante como aquela. Devia treinar seus pensamentos, emoções, poderes, fraquezas. 
Dois mil longos anos de treino duro, mas Melissa era muito dedicada e parecia ser perfeita para a missão, esteve pronta até antes do tempo. Algo dentro dela a fazia ser mais especial.
            Naquela manhã Melissa se despediu de suas amigas e foi até sua planta favorita, despedir-se dela também. Era uma planta grande e exótica, ela não era só cheia de vida, tinha alma como todas as outras daquele lugar. Mas essa em especial falava.
            - Então você está saindo para sua missão? – disse a planta.
            - Sim. – Melissa respondeu com um sorriso largo.
            - Então sente-se aqui em minha folha, quero te dar um ultimo carinho antes de você partir.
            Melissa sentou-se na sua grande amiga. Com o olhar distante e um sorriso começou a imaginar como seria sua nova vida. Era grande a expectativa, pois fora treinada para aquilo desde muito pequena, e era um cargo muito importante o que iria ocupar.
            Melissa fora designada para ir à Terra, no inicio dos tempos. Ela seria a Fada dos Sonhos dos humanos, e a grande responsável por todas as vitórias daquela raça, todo o desenvolvimento, pois sem sonhos ninguém sai do lugar. E ela, tão sonhadora que era, seria a escolha perfeita.
            Os membros do Conselho Universal das Fadas, não estavam muito contentes em enviar uma fada tão jovem para uma missão dessas, que faria crescer ou destruiria toda uma raça, mas Dinoráh lutou bastante para que sua fadinha fosse aceita logo na missão. Ela sabia que a pequena estava mais do que pronta.
            O orgulho era visível em seu rosto enquanto olhava para Melissa, e dizia as palavras mágicas. A magia começou a acontecer, saindo de sua varinha e caindo suavemente sobre Melissa, que sentiu uma brisa macia e doce tocar-lhe, os olhos brilhavam de tanta expectativa.
            Sonhava muito com o que encontraria na Terra, e como não o faria? Era a Fada dos Sonhos!
            Ao chegar à Terra encontrou homens das cavernas, vivendo do que conseguiam encontrar na natureza. Achou aquilo muito lindo, pois na terra das fadas elas viviam em muita harmonia com a natureza.
Vivendo algum tempo com os humanos começou a assistir seus sonhos, eles queriam mais do que aquilo, começaram com a ideia de plantar o que comiam, criar seus próprios animais. Melissa foi incentivando cada ideia deles, plantando a magia dos sonhos em suas almas.
            Um pouco de progresso não faria mal, Melissa pensou, e foi incentivando. Logo eles pararam de viver em cavernas, começaram a construir algum tipo de habitação, uma sociedade.
Melissa sabia que estava na Terra para fazer os humanos progredirem. Ela não tinha tanto poder, na verdade seu maior poder era colocar esperança nas mentes das pessoas, para que não desistissem de seus ideais.
            O tempo foi passando, e em cada marco da história ela estava lá, a cada ideia que alguém tinha, ela plantava aquela semente de esperança, fazendo aquilo se tornar um sonho. E tudo ia muito bem.
            Mas Melissa viu quando os humanos começaram a sonhar por si só, e seus sonhos eram os piores possíveis. A humanidade começou a decair, uns pelas mãos dos outros.          
Ela estava em uma missão que já havia falhado antes mesmo de começar, pois a maioria dos humanos não precisava de sementinhas de sonhos para construir coisas, principalmente coisas ruins. Quem precisava dela eram os mais fracos e oprimidos.
Mas ela continuou lutando, plantando agora suas sementinhas só na mente daqueles que ela julgava ter bom coração. Sabia que não era isso que sua missão dizia, ela tinha que incentivar TODOS os sonhos humanos, mas ela não voltaria a sua terra se sentindo tão horrível. Ela se sentia um lixo por não conseguir fazer com que os humanos não destruíssem a si mesmos com seus sonhos doentes.
Desanimada e fraca, a Fada dos Sonhos foi denegrindo aos poucos, acabando-se. Ela não pôde mudar os humanos e seu sonhos horríveis, e também não tem conseguido plantar sonhos bons em quase nenhuma mente.
            Sua missão falhou assustadoramente, e aquele sorriso infantil de seu rosto deu lugar à lágrimas de dor. Agora seu único sonho é de que um dia fadas não sejam mais imortais, para que ela possa morrer, já que não há nada mais que ela possa fazer nesse mundo, e não tem coragem para voltar ao seu com tanto fracasso nas costas.

É isso! Um abraço

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Apresentação

Posted by PatyDeuner on 3 de julho de 2012 12:08 in ,

O blog Retalhos Assimétricos é um projeto de amigos que amam ler e amam escrever. O nosso objetivo não é divulgar ou fazer pelos outros, mas sim por nós mesmos, pela nossa satisfação. Nesse espaço desenvolvemos nossos textos a partir de desafios, onde o desafiado deve seguir alguma idéia inicial do desafiante (uma imagem, algumas palavras, algumas frases, uma música...). É como uma brincadeira, divertida e ao mesmo tempo produtiva, onde colocamos nossas ideias, inspirações, desabafos...

Somos todos inexperientes e sem pretensões sublimes, mas temos uma necessidade gigantesca de aprender e melhorar cada vez mais. Nós nos incentivamos, criticamos, corrigimos e elogiamos, e, com toda essa interação, acabamos por nos sentir cada vez mais capazes, e a criatividade parece não ter limites. É uma experiência fantástica!
Junto com esse objetivo primário, também postamos várias coisas interessantes que gostamos e que nos é relevante ao nosso propósito, assim como várias citações e textos de autores consagrados (e anônimos ainda), que nos ajudam a aguçar a criatividade e nos aprimorar o bom gosto. É claro que não podem faltar também as piadas, quadrinhos e outras coisas do gênero, que nos divertem e descontraem.

Gosto de pensar em estar velhinha e poder curtir todos esses registros, como um álbum de conhecimentos, que talvez alguém de outras gerações da minha família possa olhar e dizer "olha que legal o blog da bisa Paty e seus amigos!"
Loucura? Não, apenas sonhos de aspirantes a escritores!

Para que todos os nossos visitantes se situem no processo construtivo do blog, um resumo rápido.
No começo éramos três pessoas: eu (que sou de Belo Horizonte MG), a Nanda e seu esposo Kbeça (que são do Rio de Janeiro). Conhecemos-nos e nos amamos de imediato nas primeiras conversas em um fórum de cultura e entretenimento com a descoberta dos mesmos interesses e gosto literário. É impressionante como relações virtuais podem ser tão intensas a ponto de sobrepujar qualquer distância. Acho isso formidável!
Somos então os fundadores dessa ideia, e de início convidamos alguns amigos que tinham as mesmas aspirações. Vieram então o Baltazar Escritor (de Curitiba PR), a Olhos Celestes esposa do Baltazar (também de Curitiba) e a Marcinha (do Rio de Janeiro), irmã da Nanda, que é uma amiga fabulosa.

Com o tempo fomos encontrando mais pessoas com o perfil do Retalhos e a Staff foi aumentando. Veio então a Drica (do Rio de Janeiro), a Lívia (de Belo Horizonte MG) e por último agora a Telma (de São Paulo), todas para agregar e muito nosso projeto, colocando, cada uma, seu retalho nessa colcha de conhecimentos e descobertas que é o nosso blog.
Enfim, somos agora 9 colaboradores que se empenham em transformar retalhos de criatividade em uma imensa colcha de conhecimentos.

Convidamos a todos os nossos amigos, familiares e visitantes a participar dessa miscelânea de idéias, feita com muito amor, dedicação e alegria.

Bem vindos!


"Aquele que tem por vício a leitura, droga alucinógena das mais leves, acabará cada vez mais dependente dela. E o pior, passará para drogas mais pesadas, como a escrita. Nesta fase crítica, o leitor, agora escritor, tende a fugir regularmente da realidade e ter devaneios de que, assim como Deus, é criador de Universos inteiros."
Jefferson Luiz Maleski 

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Telma Francione

Posted by Unknown on 26 de maio de 2012 15:45 in ,
Olá amigos!

eu sou aquela que adora o diálogo incessante... aquele que quando o livro fala, a alma responde.

Sou Pedagoga, ensino Inglês em uma Multinacional e sou casada com o Nicolas, um alemão que vive no Brasil por minha causa (não é emocionante??). É, sou romântica, afetuosa, adoro dar e receber carinho. Fiz mestrado em Medicina Holística, com ênfase em Psiquiatria – o que me deixou ainda mais louca do que já era.

Amo música!... em especial Rock ‘n Roll, tanto heavy quanto baladinhas, mas, também sou maluca por MPB e Blues (soooo sexy!!!!). Minha alma dói quando eu escuto algumas coisas atuais, mas, estando, entre amigos, se “ela canta eu danço”!

Amo dançar! Dei aulas de dança (especialidades de salão e dança sensual) durante um bom tempo da minha vida e hoje em dia, danço pela casa.

Amo ler! Vou de chick list à biografias. Vou de Dostoievski à Meg Cabot,... pra terminar em algum escritor brasileiro que está lançando algo novo, mas, abandono qualquer livro que não me agrade depois de algum esforço.

Amo escrever! Mas não sei! É, não sei escrever, mas, escrevo assim mesmo e, devo isso à minha mãe, que me convenceu de que tudo o que eu quiser fazer, eu sou capaz.  Ainda bem que eu ainda não quis ser astronauta... hehehehehe

Amo filmes! Meu gênero favorito é suspense e terror, mas, já assisti tanto filme, mas taaaaanto filme, que agora não é qualquer novidade cheia de efeitos Hollywoodianos que me convence. Pra filmes sou mais exigente do que pra livros. Acho que meu subconsciente pensa que o autor solitário merece mais créditos do que toda “a casta” montada para o filme (que vai desde a seleção do “cast” ao lançamento).

Amo conversar! Mais com minhas cadelas do que com gente. Na verdade existem poucas pessoas com quem gosto de conversar tanto quanto gosto de conversar com minhas cadelas. Elas são inteligentérrimas, tem um senso de humor maravilhoso e me arrancam gargalhadas horríveis que vocês já já, saberão que tenho.

Não bebo, não fumo, não uso drogas mas, estou constantemente doidona e embriagada das coisas simples que a vida oferece que"ficam no vácuo" se vistas apenas com os olhos. Certas coisas devem ser sentidas! Sou uma criança que insiste em não crescer!

O lugar onde fico mais feliz na vida é na praia! Abro os braços, abraço o mar... e ninguém tira do meu rosto o sorriso constante de quem está em segurança, de quem está em casa.

Minha gargalhada é horrível e é ouvida em quilômetros de distância. Minha mãe já tentou melhorá-la (sério mesmo!), mas, meu marido adora, meus professores odiavam meus surtos de risos na faculdade, meus amigos amavam... bem seja como for, ela é persistente e não mudou nadinha... já eu... Eu mudo o tempo todo!

Estou adorando participar do blog. Muito honrada com o convite. Obrigada a todos pela recepção calorosa.

*smack*




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Posted by Lívia Marques on 10 de fevereiro de 2012 10:03 in ,
Lívia Marques

Olá eu sou a mais nova aquisição do blog! Tenho 43 anos e sou aposentada por invalidez, por isso tenho todo o tempo do mundo pra ficar de papo pro ar só lendo e fazendo as coisas que mais gosto,rsrsrsrs. Adoro escrever, mas ando meio enferrujada e sou tímida demais para mostrar meus escritos para as outras pessoas, então sinto muito mas não adianta me darem desafios, viu Nanda e Paty? Espero que gostem das postagens que pretendo fazer de vez em quando, estou sempre atenta a sugestões. Bjos a todos e muito prazer.

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Oi, eu sou a Drica Chica!

Posted by Drica Chica on 8 de janeiro de 2012 20:09 in ,
     Carioca, pedagoga, terapeuta reikiana, aquariana ao extremo, fã de animes, games, música e louca por gibis!
   Adoro conhecer pessoas e estar entre elas! Ler e escrever são meus passatempos prediletos. Sou apaixonada por literatura brasileira e poesia, sou louca por Machado de Assis, Ferreira Gullar, Lygia Fagundes Telles, Thiago de Mello...
   Desde pequena tenho o hábito de registrar minhas “observações da vida” em um caderno, hábito este incentivado e copiado de minha falecida mãe; e a partir de agora, compartilharei meus cadernos com vocês! Espero que gostem das minhas “observações da vida” e que com elas, possa também acrescentar mais uma gotinha de tinta para colorir ainda mais a vida de todos.

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Minha apresentação e meu desafio

Posted by Marcinha on 29 de setembro de 2011 00:59 in , ,


Olá, pessoas! Todos já devem ter me visto comentando por aqui, mas ainda não me apresentei devidamente. Aproveito esta oportunidade, mas serei breve.

Meu nome é Márcia, mas todos me chamam de Marcinha, e eu confesso que adoro isso. Sou irmã da Nanda (que costumo dizer que é minha gêmea que nasceu com onze anos de atraso) e cunhada do Kbeça. Tenho 38 anos, sou casada, ouço rock pesado, desenho, pinto, monto carrinhos, faço mecânica, jogo WOW, leio e escrevo. Ah, sim, quando sobra tempo eu durmo, rss.

Me senti muito bem vinda neste blog, e me sinto honrada com a oportunidade de participar. Acho maravilhosa a idéia de compartilharmos nossos textos aqui e, como comentei com a Nanda, o blog ficou tão informal e acolhedor, que as vezes nos vejo como se estivéssemos reunidos à volta de uma mesa, lendo nossos textos uns para os outros, como colegas que moram em uma república estudantil. Tudo está simplesmente genial.

E, tendo me apresentado, agora publico a resposta ao desafio que a Nanda me fez com a imagem abaixo. Espero que gostem!

Estou aberta a todos os comentários para que eu possa aprimorar meu estilo, certo, gente? O que vocês não gostarem, acharem estranho, ou incomodar o gosto estético de vocês de alguma forma, me falem, OK? Obrigada!


Criador e criatura




As folhas na copa da árvore farfalharam levemente quando ela saltou para galho mais baixo. Possuía leveza e agilidade semelhantes às de qualquer outra elfa, embora fosse uma mestiça. Na verdade, só fizera algum ruído ao pousar porque o alforje que trazia às costas estava pesado com tantas ferramentas.

Athrielle observou os arredores; então saltou para o solo. Estava sozinha, cercada apenas da natureza que sempre a renovava. Queria novamente ter um tempo só para si, precisava disso agora mais do que nunca. Por isso estava ali naquela manhã, para retomar o trabalho que abandonara tempos atrás.

Athrielle, à priemira vista, era simplesmente uma elfa, apesar de ser um pouco mais baixa e ter braços mais robustos do que seria comum para ela. Essa segunda característica se devia ao amor pela arte que aprendera com seu pai, Anthorn, um anão extremamente habilidoso quando o assunto era escultura. Seu pai era renomado entre os anões, tendo dedicado toda a sua vida a entalhar galerias, escadas, salões, colunas e abóbadas, tornando os subterrâneos de sua terra dignos de serem habitados pelos reis de sua raça.

Entretanto, Athrielle havia aprimorado a arte de seu pai, desenvolvendo sua escultura segundo o gosto estético e delicado que herdara da mãe, Larielle, a elfa que pintara os retratos de tantos reis, dentre eles o rei anão. Foi nessa época que o amor pelas artes uniu o artesão e a pintora, e assim nasceu Athrielle.

Todas essas lembranças passavam pela mente da elfa, que pousara no chão seu alforje, e começava a retirar dele suas ferramentas. Ela olhou para a rocha solitária que havia no centro da clareira onde se encontrava; seu trabalho inacabado, abandonado. Havia deixado aquele lugar havia tanto tempo que a rocha estava esverdeada pelo musgo, quase sufocada pelas plantas que creceram ao seu redor. Athrielle respirou fundo, enquanto afastava de sua mente o motivo que a distanciara de seu trabalho meses atrás. Não queria se lembrar de voz dele, do calor, das promessas, das palavras que, agora ela sabia, foram irresponsáveis e vazias. Um lágrima teimosa lhe rolou pela face, e ela a secou rapidamente com as costas da mão que segurava o cinzel, e passou os logos cabelos azulados por trás das orelhas pontudas.

Tendo suas ferramentas nas mãos, a elfa contornou a rocha que não via já há algum tempo, até que parou, sobressaltada. Ouvira nitidamente uma voz grave se dirigir a ela.

- Quem está aí? - repetiu a voz, que parecia estar bem à sua frente.

- Quem deseja saber? - retorquiu a elfa, com cautela.

- Athrielle? Athrielle?! Por Apolo! É você, de volta? - indagou a voz, masculina e grave, como um trovão à distância.

- Sim, esse é meu nome... - respondeu a elfa, voltando a caminhar em torno da rocha; não podia acreditar no que estava passando em sua mente naquele momento.

Entretanto, era verdade. A elfa parou com assombro, frente a face esculpida da rocha onde trabalhara tempos atrás. O rosto que ela escuspira estava vivo, e a encarava com uma expressão de desalento que ela jamais esqueceria por toda a sua longa vida. O rosto de pedra possuía um olhar de puro abandono quando indagou:

- Porque me deixou, Athrielle? Eu... senti a sua falta.

Ela abriu e fechou a boca diversas vezes antes de conseguir articular uma palavra. Deixou suas ferramentas caírem ao chão, enquanto se aproximava da rocha fria, que exibia um rosto tão vivo, e tão sentido.

- Me perdoe. - disse a elfa, enquanto se aproximava a ponto de tocar o rosto de pedra com as palmas das mãos. - Me perdoe, eu não sabia... eu não sabia que estava vivo. Como? Quando ganhou vida? Da útima vez que estive aqui, você... - ela pensou por um momento, incerta de que aquilo era real - você era apenas rocha, que eu trabalhei e esculpi. Como?

A elfa encarou o rosto de pedra entre suas mãos. A rocha estava fria e úmida, mas a expressão havia mudado. A boca que ela esculpira com tanto cuidado, emoldurada por um espesso bigode que lembrava os anões, curvava-se lentamente em um sorriso amistoso. Os olhos profundos, de aparência sábia, estavam agora amorosos e embevecidos enquanto se fixavam nela. Ela observou a barba e os cabelos que havia deixado inacabados, a faixa que esculpira para adornar a testa de seu herói.

Ela havia planejado aquela escultura com tanto cuidado, simplesmente para depois se esquecer dela. Ela olhou o rosto de pedra nos olhos, então ele lhe disse.

- Da última vez que esteve aqui, Athrielle, você trabalhou divinamente. Você se lembra?

- Eu... - ela fez uma pausa, revivendo aqueles momentos - eu trabalhei por horas, sem descanso. Estava entusiasmada, estava tão satisfeita com a forma que seu rosto estava tomando, com a maneira como você me parecia belo, honrado, confiável. - ela deu um meio sorriso, encabulada - Então eu me senti só, lembrando que não havia niguém para quem mostrar o meu trabalho. E foi então... - ela se calou, deixando a frase em suspenso.

- E foi então que você chorou até adormecer. E adormeceu recostada em mim, enquanto desejava com todas as suas forças ter alguém em sua vida, alguém para amar, alguém com quem compartilhar, a quem cofidenciar tudo o que sufoca nos recantos de sua alma...

- Mas... - ela titubeou, confusa - mas, quando saí daqui, naquele dia... foi que conheci.... - ela segurou a respiração por um momento, não queria pronunciar aquele nome - eu pensei que ele fosse a resposta aos meus anseios.

- Nunca foi, minha amada. - disse o rosto de pedra; não demonstrava ciúme, apenas compreensão - Seu companheiro estava ao seu lado, sempre esteve. Você apenas não o via. Seu trabalho, e seu entusiasmo pelo seu trabalho, permitiram a você entrar em contato com o seu eterno companheiro. Eu senti a sua dor, todo o seu amor, a sua esperança e o seu desespero. Então eu despertei, abri os olhos para este mundo, só pra ter você. Mas você não estava mais aqui.

Athrielle ainda segurava entre as mãos o rosto de pedra, enquanto as lágrimas rolavam sem parar. Ele a olhava ainda mais amorosamente ao vê-la chorar, sabendo que aquele era um choro bom, um choro de reencontro, não de despedida.

- Mas agora você está aqui, amada. É tudo o que me importa. - afirmou ele.

- Mas, você... - ela parou, tentando escolher as palavra; não queria magoá-lo - você está... incompleto. Esculpi seu rosto e nada mais... como poderemos...

- Termine seu trabalho. - ele determinou, e sua expressão agora era séria e decidida.

- Mas você está vivo! Como irei cinzelar você sem que sinta?! - ela indagou, sobressaltada.

- Eu aguento. - afirmou, ainda mais sério e com a voz ainda mais grave.

- Não. - ela negou com a cabeça, horrorizada. - Não vou torturá-lo dessa forma.

- Irá me torturar se me negar a minha existência ao seu lado, Athrielle. De que me vale estar vivo e ficar preso aqui, sem poder caminhar pelo mundo ao seu lado? A menos que... - então ele a encarou, tomado por dúvidas - A menos que você ainda o ame, e não me queira.

- Se você ganhou vida através dos meus pensamentos, dos meus anseios, você é tudo o que mais quero e que preciso. - afirmou ela, com ternura.

- Então termine sua obra, minha amada. Por nós dois.

A elfa recuou um momento, para recolher as ferramentas que deixara no chão. Então retornou para junto dele e perguntou:

- Por que nome devo chamá-lo?

- Ainda não tenho nome, - retorquiu ele - mas posso afirmar que me sentirei honrado quando minha criadora me der um.

Athrielle sorriu para ele, para aquele rosto que a deixava tão à vontade, e a fazia se sentir amada e acolhida. Então a elfa respirou fundo e, erguendo as ferramentas, disse:

- Está bem, Pethrus, vamos começar. Temos muito trabalho pela frente.

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Apresentação e um longo curto poema

Posted by Baltazar Escritor on 19 de setembro de 2011 00:28 in , ,


Pois é pessoas, como diz a gadget aí do lado, eu também vou escrever pra este blog. Talvez e muito raramente saia algo inesperado ou idiota, peço que compreendam, pois as vezes a lucidez volta pra minha mente e não consigo escrever algo que preste (como agora). Vão perceber que sou do tipo "louco desde o berço", mas um maluco beleza, vivo na paz e tranquilidade a maior parte do tempo. Nada de ilusões meninas (rsrsrs) sou um cara comprometido e apaixonado pela minha linda loira de olhos azuis. Vou contribuir com alguns contos crônicas, poesias e talvez até algumas matérias. Mas vou deixar de enrolar e deixar que meus textos falem por mim.

P.S: Kbeça, não tive tempo de revisar, se puder dá uma força no português mal digitado aí ^^

O Viajante

No final de cada dia
ergue-se ele, pobre, carcomido.
E quando a fome lhe arrepia
de mais um dia ter vivido,
vem a noite fria
que lhe gera um gemido.

Irei contar a história
de alguém sem futuro, ou passado,
em uma vida sem glória,
sem, ao menos, seu nome ser lembrado.
Tendo a única vitória
de nessa terra ter estado.

Não cresceu muito arrumado.
A mãe morreu doente,
o pai,desempregado,
levava a vida pra frente,
mas muito desolado
sumiu, de repente.

Sozinho, começou a andar,
indo sem rumo pro deserto.
Ergue-se um sol de rachar
e, como um livro aberto,
tão nítida como poderia estar
sua própria miragem, por certo.

E perguntou a si mesmo com desdém:
"Quem é? O que procura?
De onde vem?"
Respondeu-se com amargura:
"Não sou nada, nem ninguém
e vou levando esta vida dura."

E quanto mais o sol o fustigava
mais fundo ele caía,
pois o vento forte cortava
e o tempo se ia.
E quanto mais o tempo passava
mais miragens se via.

Então adormece o Viajante,
porque Viajante passou a se chamar
e por mais distante
que conseguisse chegar,
agora, e doravante,
não teria lugar.

O deserto passou,
alcançara o mar.
Mas por isso chorou,
chorou sem se consolar,
pois miragem virou
um mar sem molhar.

"Vejo que isso é minha sina
e digo ao sol, não vai me derrubar!
Pois dessa areia fina
não farei meu lugar,
que seja ela assassina
do meu viver e meu sonhar."

Assim recomeça a andar
mirando sempre a frente, o horizonte.
Com lágrimas a chorar
e mais e mais lágrimas no cortante
deserto a derramar,
e com a mão suja, enxugava a fronte.

De repente surge ao seu olhar,
de um oásis a imagem
e fica ali a admirar
com o pensamento de passagem
de se decepcionar
com mais uma miragem.

Segue, pois, o caminho precavante,
o manancial a frente.
Não estando certo deste rincante
fecha os olhos e a si próprio mente:
"É mais uma miragem clamante
de jogar-me na areia quente."

E o choro lhe transpassa o rosto.
Sua mente vai, seu corpo não,
não querendo ter posto
de estar com a razão,
encara seu oposto
com os pé pregados no chão.

"Talvez seja um manancial."
"De areia, certamente."
"Mas mesmo que seja um lamaçal,
não teria algum afluente?"
Não ouve seu igual
e joga-se a frente.

Caiu em pranto desconsolado,
no oásis de areia e chão.
Esquece todo o seu passado,
escuta uma voz de solidão:
"Trago-lhe o último recado."
Disse a morte a estender-lhe a mão.



Fonte: Plena Loucura

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Olá

Posted by PatyDeuner on 14 de setembro de 2011 15:16 in ,

Olá,

eu sou a Patrícia mas podem me chamar de Paty. Sou amiga da Nanda e do Kbeça e estou aqui para contribuir com essa miscelânia de idéias que surgiu junto com a nossa amizade.
Espero que gostem do que vamos compartilhar com vocês e aproveitem junto com a gente.

"Corra atrás dos teus sonhos."

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Olá!

Posted by Nanda Cris on 13 de setembro de 2011 23:35 in ,

Eu sou a Nanda. Criei esse blog há um tempão atrás e agora eu e meus amigos vamos começar um projeto encima dele. Nem eu nem eles ainda sabemos direito o que vamos aprontar por aqui, mas a gente torce pra que fique algo bem legal que todo mundo curta (principalmente a gente!).

Vamô que vamô!

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Nova Era

Posted by Kbeça on 17:14 in ,
Olá.


Eu sou o Kbeça e a partir de hoje estarei por aqui revisando alguns textos e contribuindo com algumas coisas.

Ainda não sei bem com o que contribuirei, mas com certeza será algo entre fantasia, games, filmes/séries/desenho e gastronomia.

Espero que gostem, aproveitem e se divirtam.

Liberdade e Honra!

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