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Músicas de Chico Buarque ajudam a estudar período da ditadura

Posted by Baltazar Escritor on 8 de outubro de 2011 22:20 in , , , ,

As canções de Chico Buarque podem ajudar os estudantes a compreender o período da ditadura militar no Brasil. Foto: AFP

As canções de Chico Buarque podem ajudar os estudantes a compreender o 
período da ditadura militar no Brasil
Foto: AFP


Neste ano, faz quatro décadas do lançamento do disco Construção, de Chico Buarque. Em meio a um dos períodos mais duros do regime militar, o álbum ficou famoso por consolidar a posição crítica do compositor, seja com músicas claramente referentes à repressão daqueles anos, como Cordão, ou outras com associações mais implícitas, como Cotidiano.
Segundo o professor de Literatura da unidade Tamandaré do Anglo, Fernando Marcílio, antes deste quinto disco, o autor já vinha manifestando suas preferências políticas e incomodando a censura. "O mais importante é destacar que as canções de Chico vão além da questão da ditadura. Mesmo aquelas letras que se referem explicitamente ao regime militar", diz o mestre em teoria literária, cuja dissertação analisou a obra do artista.
Nessa linha, as letras daquela época podem ser facilmente transpostas para a atualidade. "Elas captam o essencial da ditadura, a repressão, e devem ser usadas para compreender não só aquele episódio, mas as relações humanas. Eu posso ser opressor com minha esposa, seu chefe pode ser com você, assim como muitas pessoas o são com os homossexuais", cita. Para o professor, Chico Buarque não deve ser reduzido à imagem de "cantor da ditadura". "Já ouvi dizerem que, se não fosse a ditadura, Chico não teria inspiração, que teria sido bom para ele. Longe disso, a censura o impediu de trabalhar muitas vezes", comenta.
Mesmo ainda atuais, as músicas e peças de teatro do autor carioca podem ajudar estudantes a entender melhor o que significou o período que sucedeu o Golpe de 64. A seguir, conheça mais sobre o contexto de 10 obras de Chico Buarque.
Apesar de Você
Para o professor, a mais evidentemente canção de Chico Buarque referente à ditadura é Apesar de Você. Lançada inicialmente em 1970, em um compacto, foi censurada logo depois. Entendida inicialmente como uma canção de amor, como se um dos amantes tivesse abandonado o outro ("Apesar de você / Amanhã a de ser outro dia"), na realidade, a letra falava da ideia de um novo amanhã, que superasse os dias escuros da ditadura ("A minha gente hoje anda / Falando de lado / E olhando pro chão, viu / Você que inventou esse estado / E inventou de inventar / Toda a escuridão").
A música marca o momento em que a censura começa a ficar mais atenta à obra de Chico. "Esta letra tem uma dimensão utópica, sentimento que aparece em outras canções do autor", explica o professor. Em 1978, no álbum Chico Buarque, a música, já liberada, foi lançada outra vez. "Chico a relançou meio a contragosto. Estava preocupado que fosse passada a imagem de que estava tudo bem, o que não era verdade. Além de não fazer mais sentido lançar uma música fora do contexto em que foi escrita", observa.
Cálice
Mais uma música censurada. Mas, diferentemente de Apesar de VocêCálice foi proibida antes de ser lançada. Composta em 1973, ao ser submetida à censura federal, pela qual deviam passar todas as letras, livros e textos e montagens de teatro, foi barrada e só pode ser divulgada em 1978, também no álbum Chico Buarque. "Gilberto Gil teve a ideia de usar a passagem bíblica, mas foi Chico quem percebeu que a sonoridade que se igualava à expressão 'cale-se', uma referência clara à censura da época", conta Marcílio.
O fato de submeter toda produção artística à censura representava, no caso das obras barradas, um investimento jogado fora, especialmente para peças de teatro, que tinham que apresentar suas montagens completas a um homem do governo.
Construção e Cotidiano
Essas duas canções fazem parte do álbum Construção, de 1971, e suas letras tem referências menos diretas à ditadura militar. A primeira conta a história de um trabalhador da construção civil que morre no local onde trabalhava. "A situação desse trabalhador é de angústia, ele é oprimido pela ditadura econômica, que também assolava o país na época", explica o professor.
Na segunda, diz Marcílio, "a letra descreve o dia a dia de um casal, em uma referência implícita à repressão do governo, na medida em que mostra um cotidiano opressivo".
Cordão e Quando o Carnaval Chegar
Cordão é uma canção do disco Construção com referência clara à ditadura, especialmente em versos como "Ninguém vai me segurar / Ninguém há de me fechar". Assim como Apesar de Você, tem o caráter otimista de um futuro melhor. "Nesta música, Chico prega a resistência, através da união, do 'imenso cordão' que ele cita na letra", observa o professor. O mesmo anseio por dias melhores aparece em Quando o Carnaval Chegar, música trilha do filme homônimo em que Chico atua. "Aqui também há referência a esse dia de amanhã, um dia em que a liberdade seria restaurada e triunfaria", diz o professor.
Deus lhe Pague
Em Deus lhe Pague, também do álbum Construção, Chico se vale da ironia para criticar a situação repressiva em que os brasileiros viviam durante o regime militar. É como se ele agradecesse ao governo por permitir ao cidadão realizar atos básicos, como respirar. "Por esse pão pra comer, por esse chão pra dormir / A certidão pra nascer e a concessão pra sorrir / Por me deixar respirar, por me deixar existir / Deus lhe pague" são alguns dos versos. Confira as músicas do álbum no Sonora.
O heteronômio Julinho de Adelaide
Já conhecido da censura, Chico Buarque tinha suas músicas proibidas só por levarem sua assinatura. Para driblar isso, ele criou um personagem, Julinho Adelaide, que assinou três músicas suas. Em Acorda Amor, um sujeito acorda no meio da noite e pede para sua mulher chamar o ladrão porque a polícia tinha chegado. "Ele inverte a situação, porque o perigo naquela época era a polícia entrar na sua casa e lhe prender", explica o professor de Literatura, também historiador. Trata-se de mais uma manifestação da ditadura, a perseguição policial.
Em Jorge Maravilha, há referência a situações que, segundo o professor, não se sabe se são verdadeiras ou não. Os versos "você não gosta de mim, mas sua filha gosta" teriam origem em uma das vezes em que Chico foi preso e o policial teria pedido autógrafo, dizendo que era para a sua filha. "Tem também a história de que a filha do então presidente Ernesto Geisel teria declarado ser apreciadora de Chico. Não sei dizer se é verdade, acho que a questão é mais simbólica, como quem diz 'você, governo, não gosta de mim, mas o povo gosta'", opina. Confira as músicas do álbum no Sonora.
Calabar - O Elogio da Traição
Esta peça de teatro de autoria de Chico e Ruy Guerra foi proibida pela censura. O título cita um personagem histórico que existiu durante o Brasil imperial e que ficou tachado como traidor por ter se oposto à coroa portuguesa. "O personagem nem aparece na peça, que acaba girando em torno de opções ideológicas e discutindo o que é ser patriota através do questionamento desta traição. Calabar só poderia ser considerado traidor sob o ponto de vista de Portugal, que era, por sua vez, um invasor. Ou seja, trair um invasor não seria um problema, assim como trair um governo que é opressor", compara o professor.
Na época, os jornais não podiam nem noticiar a censura da peça. As músicas da trilha liberadas foram lançadas em um álbum chamado Chico Canta. Era pra ser Chico Canta Calabar, mas o nome do personagem histórico também havia sido proibido.

Fonte: Terra


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Greves!

Posted by Olhos Celestes on 09:13 in

Galera, todos estamos sofrendo com essa greve dos correios que já dura mais de 20 dias, e agora também a greve dos bancários, o que vamos fazer enquanto isso não acaba? Essas greves não estão atingindo só o Paraná, todos estão sofrendo com isso, inclusive quem está na greve. Por que? Ora, os sindicatos pressionam os trabalhadores a fazerem as greves na maioria das vezes! Se os trabalhadores estão mesmo insatisfeitos cabem a eles conversarem com os chefes, encarregados, patrões, isso funciona em todas as empresas, menos nas quais os sindicados tem mais força, por que?
Se a conversa não traz efeito, pede-se a conta. Se o salário está baixo, procura-se um emprego melhor. Tem tanta gente que está ganhando uma miséria, ou até mesmo está desempregado, e muitos carteiros e bancários e etc, sabem dessa realidade, e com certeza estão satisfeitos com seus salários e por terem um emprego. A maioria não gostaria de ficar sem trabalhar pedindo coisas que não vão fazer tanta diferença! 3% de aumento, 5%...? Dá tanta diferença no final do mês? O fato é que a maioria dos trabalhadores, dos que estão em greve e dos que não estão, vão sair prejudicados no final das contas. Os sindicatos nada fazem de verdade para ajudar as classes!
O que nós podemos fazer? Divulgar essa imagem, divulgar os relatos dos carteiros que estão insatisfeitos com a greve, fazer isso chegar aos olhos e ouvidos das "autoridades", fazer todos perceberem onde está o erro e dar fim de vez a essas greves injustas, afinal a verdadeira autoridade deveria ser a população, somos nós que temos que ter voz!


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Diálogo com Deus no Bar do Stan

Posted by Baltazar Escritor on 7 de outubro de 2011 23:55 in ,



Três da madrugada, não consigo dormir, não consigo pensar. O mundo está um caos, a vida está um caos, no noticiário da noite, ontem, foi dada a notícia de que o mundo acabaria de vez. Os ancoras do Jornal Nacional deram a noticia com um pesar enorme, pois ao contrário do que aconteceu recentemente com um pastor, tinha-se total certeza desta vez. As crianças foram dormir cedo, os pais saíram pros bares e alguns tentavam comparecer ao que os fanáticos diziam ser Últimos Momentos Para Se Arrepender, pobres padres e pastores que resolveram esquecer suas diferenças e tentar salvar o máximo de almas o possível. Meus olhos não fecham mais, minha garganta está seca e eu não dou a minima pro fim do mundo. É, isso é estranho, não sou do tipo religioso, nem gosto de me amotinar com um bando de bêbados e sair pra farra. O normal seria, ou tentar salvar minha alma, ou me entregar à luxúria ou aos prazeres da carne, aproveitando assim meus últimos momentos na Terra. Vesti o casaco e sai pra rua sem destino, ou, se preferir, sai rumo ao bar do Stan, o menos movimentado da cidade.
Não me leve a mal, disse que não gosto de andar com bêbados, não que não era um. Reagi como reajo na maioria das vezes, pedi ao garçom duas cervejas.
“Não vi ninguém mais louco que você, pensei que com essa história de fim do mundo você ia parar de beber…”
“Não enche!”
Eu estava realmente bêbado, não de álcool, mas de ideias, elas fluíam, pensamentos insanos e despreocupados que me invadiam e destroçavam. Em meio ao crescente assomo de lucidez que tomou conta de mim, chamei a Deus.
“Oh Soberano. Tu que estás aí e nem se compadece aos ver esses pobres vermes que se chacolham, espalham e esparramam. Ameaça a raça podre com o fim, dá-lhes de bandeja a saída desse hospício e depois ri! Qual o propósito? O que você quer de nós, simples homo sapiens? Se tens uma boa defesa vem aqui e agora, desata teu pensamento. Vem dividir tuas ideias com este pequeno insignificante que te diz, Senhor, que não está achando graça das Tuas piadas. Vem dividir comigo estas cervejas!”
Um relâmpago acende o céu e um trovão rompe as portas do estabelecimento, eis que surge um senhor de idade avançada, mas bem jovem, trajando velhas roupas novas e portando um grande livro.
“Quem é você?” Eu pergunto. “Ora, não seja idiota, você acaba de me chamar,” ele respondeu, “sente-se que vamos conversar!”
Nem bem pensei, ou movi um músculo, já estava sentado numa mesa com as cervejas e o senhor. Ele parecia cansado e faminto, pedi a o garçom uns aperitivos pra acompanhar as cervejas. Não tinha cara de alguém poderoso, muito menos Deus. Devia ser apenas algum pobre coitado se aproveitando da situação pra conseguir uma cerveja, aquilo me divertia, então prossegui com o diálogo.
“O que você quer?” Eu pergunto. “Reagiu enfim aos lamentos dos mortais? Vai lhes dar um fim glorioso em que Tu te mostras ausente a queixas e preces? Não creio que cervejas sejam adequadas ao momento. Garçom, traga duas canecas de chop!”
“Me lembra eu mesmo,” ele disse, “no começo da criação, afinal eu também devo ter um criador, alguém que me fizesse a sua imagem e semelhança. Eu nunca vi, então bradei: Faça-se a luz! A fim de o enxergar, mas não deu resultado. Fiquei ofuscado e decidi que precisava haver um pouco de escuridão, fiz separação entre luz e trevas. Ainda assim não o achei na claridade, nem escondido na escuridão. Tal qual criança perdida fiz os meus brinquedos, me vali do grande estoque de nada que eu dispunha e criei o universo, mas uma coisa eu não entendo: você. Você, pequeno arrogante, que se faz de vítima e zomba da criação.”
O garçom chega com as canecas, o senhor sorve ambas, a minha e a dele, num só gole. Pensei, nossa, é melhor pedir algo mais forte.
“Não se acanhe, nobre garçom, traga duas doses de whisky, aproveitando a viajem, é melhor deixar a garrafa por aqui. Então, o senhor diz que é Deus, o Todo Poderoso, o alfa e o ômega, principio e fim, o que é e há de ser. Me diga o fim desta piada, para que meu eu ache alguma graça em ti e em mim.” Tomo meu whisky e recarrego o copo com outra dose, antes de continuar. “Diz qual o propósito do inconsciente, do inequívoco, das torpezas do ser em que me embriago. Diz o que fazer da vida, e da morte. Ou será que nem Tu, oh criador, sabes o fim desta anedota?”
Ele pigarreou uma vez, pigarreou duas, encheu seu copo com mais doses de whisky e pigarreou de novo, antes de responder.
“Insolente, atrevido mortal desprovido de juízo. Não quero aqui me gabar de te dar a vida e, como dizes, a morte. Vim deixar clara a seriedade da ameça iminente do fim, não apenas deste mundo, do fim como um todo. O fim do céu e das estrelas, do universo e o fim do infinito. Te divertes com isso, eu sei, mas o que diria se eu estiver te enganando?”
“Deus é sincero!”
“E criador de todas as coisas.”
“Menos da mentira, o diabo é o pai da mentira!”
“E eu o pai do diabo!”
“Tu és a verdade!”
“Mas também a justiça!”
“Não pode existir justiça sem verdade!”
“Pode existir pra que ela seja feita e assim não precisaria de verdade!”
“Isso é blasfêmia!”
“A realidade é uma blasfêmia!”
“Cale a boca e me passe a garrafa de whisky!”
“Com todo o prazer, se afogue em teus medos, viva a loucura. Coma e beba tua arrogância, não me importo mais. Eu te criei e te renego, já me enchi de tua mesquinharia, avaro de generosidade, estéril de bondade, me arrependo de ter feito de ti meu semelhante! Parto e te digo o fim da piada: O fim você mesmo faz, o Armagedom, apocalipse, fim dos tempos, já é hora de deixar de me preocupar com tua raça, dito homo sapiens. Cadê sua sapiência? Cadê tua capacidade de pensar, eu não destruirei a Terra, tu e teus semelhantes que o façam em meu lugar. Me retiro.”
Ele se levanta, risca algo em seu livro e some. Eu fiquei lá parado, com a garrafa na mão. Ri, pura e simplesmente, quero só ver a cara do mundo quando acordar e descobrir que ainda existe. Solto uma praga.
Deus esvaziou a garrafa!

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Desafios para o final de semana...

Posted by Nanda Cris on 15:34 in ,
Vamos ao desafio do tempo e do espaço pra dar uma animada no final de semana, afinal hoje é SEXTA!!!

Paty:
Era noite e o frio estava tão intenso que era impossível se manter aquecido. A caverna estava iluminada por uma parca fogueira, que já se extinguia. Nas paredes, vários desenhos. Do lado de fora, tudo era breu. A lua estava escondida por grossas nuvens. Ao longe, um coiote uivava.

Marcinha:
O ano era 5423. Dentro na nave não era possível sentir frio ou calor. Sua localização era tão distante do planeta Terra, que não dava para adivinhar se era dia ou noite. Os mantimentos estavam acabando. No ar, era possível sentir a tensão. Pela janela dispontava um planeta novo. Sua crosta era nebulosa. Não era possível avistar muita coisa da nave.

Bem, é isso, minhas voluntárias!
Boa sorte para vcs!

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Para as irmãs super poderosas!

Posted by PatyDeuner on 09:08 in , , , ,
Nanda e Marcinha, acharam que ia me esquecer de vocês? Nananinanão.
Aqui vai umas frases bem fáceis pra vocês se divertirem.
E depois que terminarem vou pensar em algo bem bacana pro novo desafio que a Nanda criou.
Então, boa sorte!

Frases para a Marcinha:


1- Ela simplesmente adormeceu.
2- Sua cabeça girava enquanto sorvia mais uma taça de champagne
3- O buraco era muito profundo, parecia uma cova
4- Quer mais um beijo?
5- Santa Mãe de Deus!

Frases para a Nanda:

1- ping...ping...ping...aquele som repetitivo retumbava dentro de sua cabeça
2- Seu tempo já se esgotou
3- Ele nunca será capaz de me amar
4- O teto desabaria a qualquer momento
5- Por onde andou?

O desafio está aceito né?

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Desafiando um "Arqueiro" mal acostumado

Posted by Baltazar Escritor on 6 de outubro de 2011 23:53 in , ,

Isso aí, tava na moleza (nem tanto) tá precisando exercitar o cérebro Kbeça. Ve se você lembra desse:

Sombras na Noite - Parte 1

Rio de Janeiro - 19/01/2007 - 22:12H

Jorge anda apressado pelas vielas da Lapa. Seu pai, Artyrus, adido cultural grego no Brasil, está desaparecido. O ultimo contado foi a dois dias por telefone. Suas palavras ainda ecoam em sua cabeça:
- Jorge, meu filho, guarde esta relíquia com sua vida. Os amaldiçoados não podem chegar até ela. Haja o que houver, não a entregue a ninguém. Nem mesmo a mim...
Em seguida um estrondo, um grito e silêncio. Jorge chama pelo pai mas ninguém responde.
De lá para cá coisas estranhas aconteceram. Pessoas de terno apareceram na faculdade fazendo perguntas sobre seu pai e se ele havia deixado algo com ele. Reviraram seu apartamento, bateram no seu carro, o sequestraram, torturaram e ameaçaram. O liberaram na condição de ir buscar a relíquia e trazer para eles. Eles... Quem serão eles? Primeiro pensou serem traficantes, pois viu uma mesa cheia de "farinha","erva" e dinheiro, mas quando saiu da "casa", estava em um bairro nobre da zona sul. Uma mansão na beira da praia, cheia de seguranças. Ao contrário dos traficantes colombianos, aqui no Brasil, o local preferido do tráfico é o morro.
Sem carro, ou dinheiro, machucado e desorientado, veio cambaleando pelas ruas do Rio até sua casa na Lapa. Pensou em chamar a polícia, mas ficou com medo de estarem envolvidos em toda essa marmelada.
Finalmente chegou. O apartamento é pequeno. Quarto e sala apenas. Apesar de ser filho de um adido, preferiu conquistar o mundo com as próprias mãos. Entrou, tomou um banho, bebeu um trago, acendeu um cigarro, ainda enrolado com a toalha começou a cuidar dos machucados.
- Mas que porra... - murmura Jorge, soltando uma baforada e enchendo o copo.
Cara limpa, coloca um jeans e uma camisa e se prepara para ir até o terrero de Mãe Antonia. Mãe Antonia. Jorge tem outro motivo para chamá-la assim, além da religião. Faz anos que não se falam, brigaram feio no passado. Nem lembra mais o motivo, Mais um trago, mais um cigarro. Sai de casa.
Quando recebeu a relíquia pelo correio não entendeu nada. Era um pequeno cavalo marinho de ouro e um bilhete do pai "Use o hipocampus para chegar ao Rei". Após o telefonema, com medo, mandou o pacote por correio para uma amiga em Curitiba. Silvana. Jorge sorri quando pensa na amiga.
- Bons tempos... Bons tempos.
Olha para cima, próximo ao Crico Voador os holofotes rastreiam o céu. Hoje tem show.
- Será que se eu colar um "morcegão", algum herói aparece para me ajudar? - Ri. Próximo a ele, uma prostituta ouve, acha graça e flerta:
- Se quiser eu posso te ajudar.
Belo sorriso, belo corpo - pensa Jorge.
- Hoje não, gatinha.
Quando menos espera está na porta do terreiro.
- Oxalá me ajude. - Dito isto, entra.


(Essa Foi a continuação do Eragocris)

Sombras na Noite - Parte 2

Rio de Janeiro - 20/01/2007 - 03:07H

Uma névoa de sonolência pairava ao redor de Jorge, como se a realidade e o mundo dos sonhos fossem um só.
Sendo levado pela correnteza agradável dessa sonolência, quando de uma vez só despertou, foi como se acordasse num filme de terror.
Sangue e vísceras se amontoavam com pedaços humanos. O odor acre da morte ainda era recente, e Jorge teve de se esforçar para lembrar onde estava, sem que com isso vomitasse. A primeira, se lembrar, ele conseguiu, a segunda não.
Enquanto se limpava, Jorge pôde ver que suas mãos estavam sujas. Ele havia sentido quando despertou que suas mãos estavam pegajosas, e vendo ao seu redor, desejou com todas as suas forças que fosse mostarda, catchup ou maionese, que fosse só um sonho e que, na realidade, ele fosse um sonâmbulo, e depois de acordar a noite para um lanche, tivesse se sujado. Mas não. E outra ância o acometeu.
Um gemido baixo o retirou desse estupor, e olhando pra direção do som, viu se tratar da Mãe Antônia que tentava se levantar, sem conseguir. Jorge correu ao seu encontro, e ao constatar o porque de Mãe Antônia não podia se levantar, uma nova ância se abateu sobre ele, pois a parte debaixode Mão Antônia, estava dois metros distantes da parte superior.
Mãe Antônia após olhar com olhos aterrorizados pra ele, se pós a gritar com o que lhe restava de forças enquanto seu sangue se esvaía:
- NÃO ME MATE, NÃO ME CORTE MAIS COM SUA ESPADA! TIRE AS SOMBRAS DE MIM, POIS EU NÃO SEI DE NADA! NÃO ME MACHUQUE MAIS, NÃO ME MACHU...
E a sua frente Jorge viu morrer alguém que lhe foi próximo, e que pelo que tudo indicava, ele fora o responsável. Toda a sua força foi arrancada e ele caiu de joelhos. Como um limão galego que era espremido após só sobrar o bagaço, que aliás era como ele se sentia.
- Pelo... amor... dos... deuses... Que merda aconteceu aqui??
O som de sirenes o acordou daquele pesadelo de corpos e sangue, o trazendo á força pra uma realidade que ele não queria admitir; Se fora ele o responsável, mesmo sem se lembrar, ele seria preso, e se aqueles que o sequestraram tiverem amigos na polícia, ele pode se considerar pego, ou na pior das hipóteses, morto.
Assim, reunindo o que lhe restava de forças, ele sai por uma porta nos fundos do que foi o terreiro de Mãe Antônia, se esgueirando pelas sombras com sua camisa manchada de sangue que já começava a secar e cheio de perguntas.
- O que diabos aconteceu? O que foi que eu fiz? Oque era essa espada que Mãe Antônia falou? E que sombras eram essas que ela disse?? E o mais importante, que merda que eu faço agora?
Após andar vários quarteirões do som das sirenes, e se encostando num beco escuro, ele recupera o fôlego enquanto encara que já não lhe resta outra opção além de quebrar uma promessa que ele fez a si mesmo a mais de 10 anos desde que seu pai se divorciou de sua antiga esposa brasileira.
Assim, Jorge iria se reencontrar com sua mãe. E, pelos deuses, Jorge preferia ter de voltar ao terreiro de Mãe Antônia do que enfrentá-la.


(E essa foi a  minha)

Sombras na Noite - Parte 3

Rio de Janeiro - 20/01/2007 - 15:49H

As reminiscências do que aconteceu passavam como aviões pela cabeça de Jorge, poucos fragmentos que não tinham um significado. Seu destino agora era o convento de Santo Antônio, deveria falar com a madre superiora.
Três freiras o atenderam, ele especificou que queria falar com a superiora, ele era o Jorge, ela ia entender. Minutos depois elas dizem que ele pode entrar, meio a contragosto, homens não eram permitidos naquele lugar.
- Mamãe? Como vai a senhora?
O rosto inflexível da mulher que abandonou seu marido e seu filho pelo véu de freira estava carregado de ódio.
- O que você veio fazer aqui? Não me diga que é a mando do servo de satã? - Ela se referia ao ex-marido sempre dessa maneira, "servo de satã", ou "endemoniado".
- Não, não foi, eu não posso apenas ter saudadeda minha mãe?
- Aqui não sou apenas sua mãe, sou mãe detodos!
- Me desculpe, mas não quero sermões. Você estava com meu pai quando ele.. bem... fazia suas pesquisas de campo.
- Um novo nome pra paganismo?
- Por favor, me esculte! - Então ele relatou tudo o que aconteceu, só que para seu espanto, com a maior riqueza de detalhes.
Havia um homem, que atraía pra si todas as sombras do lugar, ele na verdade às roubava. Estava sendo vítima de uma estranha possessão, pois não parecia ter controle de suas ações. Brandia uma grande espada cravejada de jóias e que parecia agir por conta própria. Lhe veio um nome na mente.
- Excalibur...
- Sim, - respondeu sua mãe - é o que parece. Eu temia este dia. Como disse o profeta louco "o guerreiro sem alma se levanta novamente e a armadura deverá detê-lo."
- O quê?
- Seu pai, precisamos dele!
- Ele, bem, ele está impossibilitado de ajudar. - E contou o mal sucedido à mãe.
- Hum, compreendo. Ouça bem, é importante, essa relíquia que seu pai lhe confiou é o capacete da armadura de São Jorge, seu xará, você precisará reunir toda armadura pra enfrentar o que está por vir. E o mais importante, deverá conseguir tirar a espada de São Jorge da guarda dos Jesuítas.



Te desafio a dar continuidade com as frases:

"Alguém corte o queijo!"
"Se for, será, talvez, quem sabe... você entendeu!"
"Meu cabelo está armado."
"Recado? Que recado?"
"O hippocampus vive debaixo d'água e se alimenta principalmente de pequenos crustáceos, moluscos e vermes."

Aceita?

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Novo desafio na área!

Posted by Nanda Cris on 23:32 in ,
É pra acordar?
Então vamos lá minhas cobaias preferidas para um test drive de um novo desafio que pensei hoje, enquanto tomava banho, kkkkk.

O lance é o seguinte:

O nome do desafio é: "Situando no espaço e no tempo"

Como ele é: O desafiante tem que dar um panorama geral da época e do cenário em que se passam os fatos. Daí pra frente, o desafiado tem livre-arbítrio pra soltar a imaginação. A idéia é tentar usar no texto o máximo de detalhes que foi dado sobre o tempo e o espaço.

Exemplo de panorama:
Era um final de tarde bem abafado para o que se esperava do outono. O Saloon se encontrava apinhado de gente, as mesas estavam lotadas, não havia um lugar vazio. As dançarinas se mostravam mais sorridentes que de costume. O barman olhava para todos os lados, como se procurasse por alguém. Lá fora os cavalos relinchavam, impacientes com o calor.

Resposta do desafio:
Little John não gostava do seu emprego. Achava cuidar dos cavalos a coisa mais aborrecida e estúpida que poderia fazer na vida. Mas era tudo o que poderia esperar para si, já que não conhecia seus pais e passara a sua vida pulando de casa em casa na vila, sempre a mercê da caridade alheia. Esfregou a mão na testa suada e limpou na parte de trás da calça. A melhor coisa a fazer era afogar mais esse dia maldito em muito álcool que conseguiria de graça com o barman. Sorriu ao pensar nisso. Sabia alguns segredos que eram comprados com copos e mais copos de cachaça da boa. A vida poderia ser boa afinal. Entrou pela porta de vai-e-vem sem nem olhar para as mesas apinhadas de gente. Aquele horário da tarde nem valia a pena gastar tempo tendo esperança, o balcão era o único lugar em que talvez, com sorte, ele conseguisse um banco para descansar seu corpo cansado. Achou um, bem no canto do salão. Sentou e esperou. Não precisava pedir. Desde que entrara pela porta da frente, sentira os olhos do barman sobre si. Logo um copo transbordando pararia à sua frente. Olhou à volta, enquanto via as dançarinas que rodopiavam seus saiotes mostrando pedaços de tornozelos e panturrilhas. Os mais afortunados, que sentavam perto do palco, talvez vislumbrassem um pedaço de coxa aqui e acolá. Suspirou. Ele não era um afortunado. Voltou-se para o balcão. Percebeu que Jack se aproximava e colocava a bebida com um pouco de estardalhaço demais à sua frente. Isso fez com que algumas gotas caíssem sobre o balcão. Não se importou. Beberia até cair, independente de quanto Jack desperdiçasse com o seu mal-humor. Perguntou, como quem não quer nada:
- Porque as meninas paressem mais felizes do que o normal lá no palco?
- Ora, vai me dizer que não sabe?
- E alguém nessa cidade fala comigo, além de você? Desembuche de uma vez, homem.
- Stu achou ouro na mina quando ninguém mais acreditava. Para comemorar, disse que desposará a dançarina que melhor se apresentar hoje.
Enquanto coçava a barba, Little John murmurou, mais para si mesmo do que para Jack:
- Isso se ele mantiver essa pepita de ouro no bolso até o final do espetáculo.
O barman encarou-o e quase poderia ver as engrenagens da cabeça de John funcionando.

E aí, galera? O que acharam?
Deu pra entender mais ou menos?
Aguardo comentários e, quero ver gente corajosa se oferecendo pra brincadeira! Assim que tiver algum voluntário, lançarei desafios! Huarararara (risada maléfica)

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DESAFIOS

Posted by PatyDeuner on 16:45 in , , , ,
Olá povo do Retalhos! 
Parece que tá todo mundo dormindo por aqui. Então resolvi desafiar algumas pessoas que andam desaparecidas e precisam colocar os neurônios pra funcionar.


Achei o desafio das frases muito legal, e não é tão difícil quanto parece. Então eu acho que todos deveriam experimentar.


Essas frases são pra você Kbeça, que anda muito tranquilo por aí:


1- Quero 1 milhão de dólares por isso.
2- Quando abriu a porta, seu coração acelerou.
3- Sério, como alguém poderia querer algo assim?
4- Os quadros eram do século passado.
5- Ela começou a chorar desesperadamente


E essas são para a Olhos Celestes que não aparece à séculos:


1- Gostaria de começar tudo de novo.
2- Cale-se! Você não tem nenhum direito aqui!
3- Vamos fazer um acordo.
4- Haviam dezenas de flores espalhadas pelo quarto.
5- Tudo ficou escuro.


 Vamos trabalhar gente!

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Posted by PatyDeuner on 10:34 in , , , , , , ,



“Não me incomodo com o sucesso deles. Só me incomodo com o fato de que eles fazem produtos de terceira categoria”.  -- Sobre a Microsoft, em 1996

“Relações destrutivas não ajudam ninguém na indústria atualmente” -- Ao anunciar a parceria com a Microsoft, em 1997
“Não faz sentido olhar para trás e pensar: devia ter feito isso ou aquilo, devia ter estado lá. Isso não importa. Vamos inventar o amanhã, e parar de nos preocupar com o passado”   -- Em 2007, comentando sua orientação aos funcionários da Apple em 1997, quando voltou à empresa:
“Se você faz algo de bom e tudo dá certo, acho que é hora de pensar em outra coisa e tentar adivinhar o que vem pela frente”: -- 2006, em entrevista ao canal NBC:
“Não penso muito em legado para as próximas gerações. Penso apenas em acordar de manhã e trabalhar com pessoas brilhantes para criar coisas que, espero, sejam tão apreciadas por outras pessoas como são apreciadas por nós”. -- Em 2007, em evento do Wall Street Journal
“Para se ter sucesso, é necessário amar de verdade o que se faz. Caso contrário, levando em conta apenas o lado racional, você simplesmente desiste. É o que acontece com a maioria das pessoas.” -- Em 2007, em evento do Wall Street Journal:
“Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem chegar ao Paraíso não querem morrer pra estar lá. Mas, apesar disso, a morte é um destino de todos nós. Ninguém nunca escapou. E deve ser assim, porque a morte é provavelmente a maior invenção da vida. É o agente de transformação da vida. Ela elimina os antigos e abre caminho para os novos”. -- Em 2005, durante palestra na Universidade de Stanford, um ano após ter passado por cirurgia para retirada de um tumor no pâncreas.

Ontem o mundo perdeu uma pessoa brilhante, um cara que colocou a qualidade em primeiro lugar e conquistou grande parte desse mercado competitivo que é o mercado de TI.


Esteja com Deus e descanse em paz Steve Jobs.

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Para que possamos abrir a porta do futuro, é necessário deixar aberta a do passado

Posted by Baltazar Escritor on 07:15



Às vezes me perguntava, qual é a razão por trás de tudo? Será que minha vida tem sido tão comum e monótona que preciso de ajuda das outras pessoas pra pensar no que fazer?
É, acho que sim. Não me leve a mal, sempre quis estar no controle, ter minha própria casa, meu próprio carro, meus neurônios, mas me acomodei de mais. Deixei que os outros me dessem direção. A relação entre tudo isso? Nenhuma. Só estou escrevendo por escrever, afinal, como já disse, não me deram nenhum caminho a seguir, então fiquei estacionado aqui. Faz-me lembrar os tempos de menino…
“Fulano da Silva, volte já aqui!”
“Mas Mãe, eu quero ver a banda passar.” (Isso aí, no meu tempo a sensação era ver aquelas pessoas suadas tocando instrumentos desafinados, fazer o quê?! Nem todo mundo tinha televisão, então nos contentávamos com esse genérico de diversão).
“Nada disso, venha logo ou leva umas palmadas!”
Quanto amor…
Esses meus devaneios só servem pra formular mais questões, infinitas preces por conhecimento que, vamos falar sério, só podem me deixar desprotegido, já que estou despreparado pelo que está pela frente. Nunca entendi isso direito, você segue um caminho pra continuar perdido, qual é a lógica? Sempre fui um adepto do ‘Os incomodados que se mudem, os acomodados que continuem onde estão.’ Pra que me mexer, afinal essa é a sina do ser humano, fechar todas as suas portas e se confinar no abrigo com uma caixa de biscoitos. Vamos falar a verdade, estamos pouco nos lixando pra quem está no comando, contanto que não sejamos diretamente prejudicados. Não nos importamos em saber quem é o presidente, qual a cor das nossas meias, às vezes não sabemos nem o que está escrito na nossa cara. É claro que tem algo escrito na nossa cara, na de uns você lê perfeitamente ‘SEGURO DE SI’, na de outros ‘FECHADO PRA BALANÇO’.
Tem sempre aquele pequeno porém que nos impede de agir, e quase sempre é algo que aconteceu lá atrás.
“Fulano, quantas vezes eu tenho que dizer pra não me interromper com seus pensamentos infantis?”
“Mas…”
“Nada de mas, alguém me alcance a palmatória!”
Esses pequenos pormenores matam nosso eu questionador, nossa curiosidade e vivacidade pra aprender coisas novas e nos adaptarmos ao futuro. O que nos reserva o futuro? Acho que uma boa parcela das pessoas jamais vai saber, porque fica confinada no passado e se aconchega e se protege no presente. Como diz o ditado‘Quem não arrisca, não petisca.’ Como podemos saber das maravilhas que nos reserva o futuro, se não abrirmos primeiro a porta que nos fecha no passado?
Às vezes me perguntava qual é a razão por trás de tudo. Isso tornou-se outra indagação. Por que tudo precisa de uma razão?
Talvez seja pra nos deixar mais confusos, pois quanto mais sabemos, menos entendemos.
Acho que está faltando um senso de responsabilidade para comigo mesmo, deixar de me importar com a opinião dos outros a meu respeito. O melhor a fazer é abrir a porta do meu passado e deixar meus fantasmas escaparem, dando mais espaço para o que conseguir no futuro…

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Gosto de mulher PERFEITA!

Posted by Kbeça on 5 de outubro de 2011 11:13 in , , , ,
Atendendo ao pedido da Paty, publico aqui um texto meu que publiquei num fórum de literatura.

Hoje vi uma mulher passando na rua tão "perfeita" que eu pensei "deve ser um traveco".  

Sério. Não pensei de maldade, mas ela era muito "cavalona". Tinha curvas certinhas, muita bunda, muito peito, zero de barriga, cabelo produzido e roupa da moda. Deve ter gasto muita grana para ficar daquele jeito, e muito tempo e sofrimento também.
As pessoas sempre acham estranho eu não gostar de revistas masculinas. É, eu não gosto.  E explico o porque, mas antes olhe este link.

Qualquer, qualquer mesmo, mulher pode virar uma deusa com Photoshop. Mas, se você pudesse usar um "photoshop" na vida real ia ter um resultado como o da mulher que eu vi hoje. Extremamente falso e brochante. E nós homens, que não estamos, ou somos tão "perfeitos" não estamos a altura delas não saberíamos nem o que fazer. Para mim, mulher de papel é muito sem graça.  

Mulher tem que ter aquela gordurinha, aquela cicatriz, ou uma pequena falha no sorriso, um nariz pequeno, ou grande, um dedo tortinho, cabelo muito cheio, ou qualquer coisa que a torne HUMANA. 

Adoro, amo, aprecio, venero mulher.  

Peraí meninas. Não sou galinha, não sou safado e nem "garanhão". Até porque, sou casado e feliz com minha pequena.  
Só gosto de aprecia-las. De ver seu gingado malemolente e sedutor. Seu sorriso cheio de malícia. Seus cabelos cheios de armadilhas. É mais fácil ouvir garotos do Leone para entender o que eu estou falando.

Mulher tem um "Q" de beleza que não se compara a nada na natureza. Mulher é bonita sem esforço. Todo mulher tem um tipo de beleza especial. TODA!

Meninas, se preocupem menos com isso, ou aquilo. Nós homens não nos preocupamos tanto assim conosco ou com vocês. E, é certo, que as amamos do jeito que são. como diz minha pequena "odeio homem que divide espelho". Vocês não querem ser troféus. Vocês querem ser amadas e apreciadas.

Então da próxima vez que se olharem no espelho, pensem "Eu sou uma Diva"... kkkkk  Não, brincadeira. Pensem "Eu sou PERFEITA".  

Um beijo no coração de vocês, SUAS LINDAS!!!

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