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[Resenha] Sol e Tormenta - Leigh Bardugo

Posted by Nanda Cris on 12 de outubro de 2014 14:27 in , ,
Olá!!!

Domingo de preguiça e eu terminando uma leitura, vamos ver a resenha?


Esse livro é a continuação de Sombra e Ossos, que você pode ver a resenha aqui: link.

Sinopse:
Perseguida ao longo do Mar Real e aterrorizada pela memória dos que se foram, Alina Starkov tenta levar uma vida normal com Maly em uma terra desconhecida, enquanto mantém em segredo sua identidade como Conjuradora do Sol. Mas ela não pode ocultar seu passado e nem evitar seu destino por muito mais tempo. Ressurgido de dentro da Dobra das Sombras, o Darkling retorna com um aterrorizante e novo poder e um plano que irá testar todos os limites da natureza. Contando com a ajuda e com os ardis de um admirável e excêntrico corsário, Alina retorna ao país que abandonou, determinada a combater as forças que se reúnem contra Ravka. Mas enquanto seus poderes aumentam, ela se deixa envolver pelas artimanhas do Darkling e sua magia proibida, e se distancia cada vez mais de Maly. Ela será então obrigada a fazer a escolha mais difícil de sua vida: ter sua pátria, seu poder e o amor que ela sempre pensou ser seu porto-seguro ou arriscar perder tudo na tormenta que se aproxima.

O que eu achei:

 Eita leitura difícil!

Livro arrastado, sem assunto, chato... no livro vemos Alina fugindo do Darkling, criando um abismo entre ela e o Maly e tentando ser a líder que conseguirá salvar Ravka. Isso tudo cheia de mimimis e encheções de linguiça. Me pergunto como uma heroína pode ser tão burra e fazer tanta asneira num livro só.

O final é um problema a parte, me deixou com um sentimento péssimo de desesperança. Fui ficando deprê e terminei quase querendo jogar o livro pela janela. Agora que li o um e o dois, com certeza lerei o 3, mas já sabendo que o sofrimento será certo, apesar de torcer para estar errada.

E vocês, já leram essa história? O que acharam?



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[Resenha] Luxúria - Eve Berlin

Posted by Nanda Cris on 10 de outubro de 2014 09:45 in , ,
Oi meninada marota!!!

Sexta-feira chegou, êêê! Para comemorar, trouxe mais uma resenha! Vamos conferir?


Baixei esse ebook despretensiosamente, comecei a ler achando muito 50 Tons, mas no final curti bastante. Mas calma, estou colocando o carro na frente dos bois!

Sinopse:
Quando achava que era hora de parar... Ela então pediu por mais... Quando Dylan Ivory, escritora de romances eróticos, recebe o contato de Alec Walker, nem imagina o quanto esse homem pode mexer com seus pensamentos. Conhecido por ser um famoso dominador em relações sadistas e sadomasoquistas, Alec tenta convencer Dylan de que a melhor forma de se aprofundar no assunto - e então escrever um livro o mais próximo possível da realidade - é viver uma experiência como submissa e sentir na pele a sensação desse tipo de relação. Para Dylan, essa proposta será difícil de ser aceita - uma vez que ela é fanática por ter o controle de tudo em sua vida. Embalados por um misto de prazer e apreensão, o casal se vê em uma situação tentadora enquanto evitam entregarem-se ao sentimento que nasce entre eles.

O que eu achei:

Como eu disse antes, peguei esse livro achando que ia ser muito 50 Tons. A garota de olhos cinza (como o do Sr. Grey) e o cara de olhos azuis (como o da Anastácia), curtindo um love com uma pegada de couro e chicote. O começo foi morno, apresentando os personagens. Aquela velha fórmula: um cara lindo de morrer, uma mulher belíssima e química estilo miojo, 3 minutos e pronto. A escrita também foi bem previsível: após a apresentação dos personagens, teve o clássico 9 semanas e meia de amor. Tirando as partes em que a protagonista (Dylan) ficava com análises psicológicas de si mesma tentando racionalizar algo que não tem como ser racionalizado (como colocar o amor sob uma perspectiva lógica?) eles só transaram, transaram e transaram. Ótimas transas, diga-se de passagem, mas apenas isso. O final não é muito surpreendente, e aconteceu do mesmo modo que 50 Tons (quem lembra do problema no helicóptero do Grey sabe do que eu estou falando). Enfim, leitura leve e hot, eu gostei e vou ler os outros, mas fico feliz por não ter comprado o livro e sim lido em ebook.




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Passeio de ônibus e observação comportamental urbana

Posted by Kbeça on 30 de setembro de 2014 14:22 in , ,
Oi! Eu sou o Kbeça. :)

Estava passando por aqui e decidi compartilhar com você, sim você que está lendo, minha experiência cotidiana e minha impressão sobre o evento.

Antes de mais nada, necessito de uma explicação para que você entenda e se situe:
Eu sou do Rio de Janeiro, capital, e aqui há muitos anos foi implantado um sistema de cobrança de passagem através de um cartão e um leitor eletrônico. O leitor é integrado a roleta e um comando do motorista. 

Por quê isso? Porque existem vários tipos de cartões, mas separados em duas categorias. 


  

 
A primeira é autônoma, não precisa da ação do motorista para liberar a roleta. Ou seja, você passa o cartão no leitor, ele verifica se o cartão possui saldo, e libera a roleta. 


A segunda é dependente da ação do motorista para liberar a roleta. Este é utilizado por idosos, portadores de necessidades especiais e estudantes da rede pública de ensino. Você passa o cartão no leitor, ele reconhece o seu cartão, emite um sinal, o motorista libera a roleta e você passa. E ainda existe o dinheiro. Você dá o dinheiro para o motorista, ele libera roleta e você passa. Parece que eu estou sendo redundante com esse negócio de "Libera e passa", mas você entenderá.

Todas as vezes eu pego um ônibus, eu entro, cumprimento o motorista, passo o meu cartão no leitor, que é autônomo, a roleta é liberada e eu passo tranquilamente. E agora vem o quê eu queria compartilhar com você, querido visitante. Você deve estar se perguntando: como você sabe que a roleta foi liberada, prezado Kbeça? Magia? Adivinhação? O Cosmos? Não meu amigo. Acontece que no leitor de cartões existe um visor que além de lhe informar data, hora e seu saldo, ele ainda apresenta a mensagem "PASSE", informando que você pode PASSAR. Olha que modernidade. Além disso, a roleta emite um "clic" informando que ela foi liberada. Pois bem.

Me alegra a vida ficar assistindo as atitudes esdrúxulas das outras pessoas. Assim como deve alegra-las assistir as minhas. Claro. Porque não existe nada melhor na vida que assistir e comentar a vida alheia. Vide reality shows à fora.

Após a minha passagem pela roleta eu fico assistindo os passageiros que entram e pagam em dinheiro. Eles entram, alguns educados, outros guardando a educação para a visita do Grão-Duque da Polinésia, dão o dinheiro ao motorista e... correm para  roleta e começam a encoxa-la, em um rito frenético e animalesco. O coitado do motorista nem bem olhou para a própria mão, para ver o valor largado, e a criatura já tá lá no ritual do acasalamento solitário com a pobre, vermelha e esguia roletinha. Coitada. Literalmente. E quando eles estão quase chegando ao clímax, visto que alguns se empolgam e começam a gritar "Ô motorista", "Vamô, porra", "Liberaê" e o meu favorito "Vai, vai", ainda não sei se eles gritam para o motorista, para a roleta, ou para eles mesmos, mas seja como for, o motorista libera a roleta e eles passam fulos da vida, xingando e com caras de zangados. Também, quem gosta de ter o ato interrompido? Logo na hora que tava bom o motorista decide liberar a passagem? Sacanagem isso aí, pô!

O ponto é: por que não entregar o dinheiro, ficar parado olhando para o visor do leitor de cartões e, assim que a senha mágica "PASSE" aparecer, caminhar para a roleta e gira-la? Tá com medo que o coleguinha de trás dê um triplo mortal carpado e role a roleta no seu lugar? Juro que se alguém fizesse isso comigo, eu pagava a passagem e ainda aplaudia.

O melhor é que agora existem alguns ônibus com duas roletas: uma para cartões autônomos e outra para cartões dependentes e dinheiro. Vamos chama-las de roletas A e D. Imagina a cena: só um lugar vago. João na roleta A e Maria na roleta D. Ambos olham para o único lugar vago, se entreolham e correm. Maria dá um peixinho por baixo de D, enquanto João salta com graça sobre A. No meio do corredor vão se cotovelando* até chegarem ao acento. Vence quem chegar primeiro. Depois os outros passageiros aplaudem, como manda a boa educação, e votam no "Estilo", "Velocidade" e "Performance" da conquista do acento. A premiação será televisionada para todo o país. Não se preocupe.

* Se você veio atrás do asterísco, é porque eu escrevi "cotovelando", e eu não sei se é "acotovelando" ou "cotovelando". Usei a lógica que eu possuo um cotovelo e no mesmo caso de soco, que fica socando, e não assocando**, escrevi dessa forma. E sim, estou com preguiça de procurar no Google. Sim, eu podia estar procurando no Google, eu podria estar comendo, eu podia estar dormindo, mas não. Estou aqui escrevendo.

** Se fosse assocando, os meninos da bandeira colorida, poderiam chegar para uns valentões e falar "Aí otário. Eu vou te assocar todo". Isso seria ótimo. O camarada não saberia se é uma ameaça (socar todo), uma cantada (assoprar todo), ou um fetiche esquisito (açucarar todo). Imagina a cara do sujeito?***

*** Impressionante a sua curiosidade. Só vim aqui para saber se você ia ler. :D
Mas, para não te deixar sem nada, fica o link para o site oficial do RioCard demonstrando o funcionamento de pagamento de passagem usando o cartão e o leitor.

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[Resenha] Cinquenta tons de liberdade

Posted by Nanda Cris on 24 de setembro de 2014 08:18 in , ,
Oi meninada marota!

Mais uma resenha da saga chover-no-molhado, vamos conferir?

Resenhas anteriores:
Livro 1 - Cinquenta tons de cinza;
Livro 2 - Cinquenta tons mais escuros;


Sinopse:
Quando a ingênua Anastasia Steele conheceu o jovem empresário Christian Grey, teve início um sensual caso de amor que mudou a vida dos dois irrevogavelmente. Chocada, intrigada e, por fim, repelida pelas estranhas exigências sexuais de Christian, Ana exige um comprometimento mais profundo. Determinado a não perdê-la, ele concorda. Agora, Ana e Christian têm tudo: amor, paixão, intimidade, riqueza e um mundo de possibilidades a sua frente. Mas Ana sabe que o relacionamento não será fácil, e a vida a dois reserva desafios que nenhum deles seria capaz de imaginar. Ana precisa se ajustar ao mundo de opulência de Grey sem sacrificar sua identidade. E ele precisa aprender a dominar seu impulso controlador e se livrar do que o atormentava no passado. Quando parece que a força dessa união vai vencer qualquer obstáculo, a malícia, o infortúnio e o destino conspiram para transformar os piores medos de Ana em realidade...

O que eu achei:

Ainda com muito suspense, esse livro continua tendo como pano de fundo uma história interessante. Ana continua mais confiante e Grey está se abrindo cada vez mais e conta fatos da sua infância que queríamos saber e desde o começo só poderíamos imaginar.

Esse livro é um romance gostoso, com um Sr. Grey ainda controlador e mandão mas bem aceitável na cama (para os meus padrões, é claro rs). A mudança nele é gritante, principalmente porque no final temos um extra mostrando o que se passou na cabeça dele quando conheceu Anastácia. Aquele sim era o Grey dominador-quero te bater de vara do primeiro livro. Esse do terceiro é um rapaz comum, rico e lindo de morrer, mas ainda assim, comum, sem grandes facetas exóticas. Bom pra Anastácia que catequizou e conseguiu o marido ideal, bom para o Grey que superou os problemas do passado e se mostra mais feliz do que era antes, bom pra mim que adorei a história e não queria desgrudar.

Mas diferentemente do que aconteceu com o Toda Sua (outro livro em um estilo semelhante), esse final muito Disney, perfeito até demais, acabou tirando um pouco da graça do Sr. Grey pra mim, assim sendo, respondendo à pergunta da minha irmã, acho que eu prefiro a Trilogia Crossfire (Toda Sua, Profundamente Sua, Para sempre sua), pois até hoje tenho saudades do Gideon (ai, ai) e não acho que o mesmo vá acontecer com Christian.

Bom, enfim, vale a pena. É um passatempo ótimo e pras românticas de plantão, o terceiro livro é a concretização de um sonho. Então, se joguem, porque a distração é garantida.

E você, já leu esse livro? Gostou?







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[Resenha] Cinquenta Tons Mais Escuros

Posted by Nanda Cris on 17 de setembro de 2014 08:07 in , ,
Bom dia, meninada marota!

Cá estou eu, com mais uma resenha do estilo "chover no molhado", é o que tem para hoje!


Sinopse:
Assustada com os segredos obscuros do belo e atormentado Christian Grey, Ana Steele põe um ponto final em seu relacionamento com o jovem empresário e concentra-se em sua nova carreira, numa editora de livros. Mas o desejo por Grey domina cada pensamento de Ana e, quando ele propõe um novo acordo, ela não consegue resistir. Em pouco tempo, Ana descobre mais sobre o angustiante passado de seu amargurado e dominador parceiro do que jamais imaginou ser possível. Enquanto Christian tenta se livrar de seus demônios interiores, Ana se vê diante da decisão mais importante da sua vida.
O que eu achei:

Se uma das minhas reclamações no livro 1 (Cinquenta tons de cinza, resenha aqui!) foi justamente a falta de história, nesse temos história suficiente.

Algumas partes eu achei excessivamente chatas. Ana e suas constantes neuras:

  • Mas porque ele me ama?
  • Será que vou conseguir ser a submissa que ele quer ou isso vai nos separar?
  • Estamos indo muito rápido, preciso de tempo para pensar...


Agora, imagine essas 3 questões em looping infinito. Então... dá ou não dá nos nervos? No meu deu, minha vontade era entrar no livro e dar 3 tabefes na cara dela, pra deixar marca que nem o Grey faz, kkkkkkkkk.

Mas deixando a Ana fazendo mimimi de lado, esse livro tem muita história pra contar! Tem suspense, tem emoção, tem confrontos, intrigas, reviravoltas... e uma sequencia final de tirar o fôlego e me dar vontade de fugir do trabalho, pegar o terceiro ebook e ler, ler, ler, até acabar. Mas como livro tá caro e eu preciso de dindin para adquirí-los, vou trabalhar, mas com a cabeça no terceiro livro, ansiando pela hora em que começarei a lê-lo!

E vc, já leu? O que achou?





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[Resenha] Cinquenta Tons de Cinza

Posted by Nanda Cris on 13 de setembro de 2014 15:13 in , ,
Oi leitores!

Fazer uma resenha sobre Cinquenta Tons de Cinza é, definitivamente, chover no molhado. Mas eu me propus no início desse ano a resenhar todos os livros que eu lesse, então.......... vamos lá!


Sinopse:

Quando Anastásia Steele entrevista o jovem empresário Christian Grey, descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que, a despeito da enigmática reserva de Grey, está desesperadamente atraída por ele. Incapaz de resistir à beleza discreta, à timidez e ao espírito independente de Ana, Grey admite que também a deseja - mas em seus próprios termos. Chocada e ao mesmo tempo seduzida pelas estranhas preferências de Grey, Ana hesita. Por trás da fachada de sucesso - os negócios multinacionais, a vasta fortuna, a amada família -, Grey é um homem atormentado por demônios do passado e consumido pela necessidade de controle. Quando eles embarcam num apaixonado e sensual caso de amor, Ana não só descobre mais sobre seus próprios desejos, como também sobre os segredos obscuros que Grey tenta manter escondidos.

O que eu achei:

Sempre tive um preconceito com esse livro, admito. Principalmente após ver esse vídeo aqui:


Mas então assisti o trailler do filme que vai ser lançado em fevereiro de 2015....



E decidi que queria ler o livro! Mas não queria comprar ou pegar em troca, porque sabia que era um livro de uma leitura só. Leu, acabou, vida que segue. Estou tentando não me prender mais a livros que não sejam especiais ou que não pretendo reler. Então, como fazer? Baixei o ebook e lá fui eu, serelepe pimpona...

Tem algumas coisas que eu concordei com o primeiro vídeo... a garota caindo toda hora que nem uma maluca descoordenada encheu o saco, até porque, quando ela usou um salto agulha pra sensualizar pro Grey, ela conseguiu nem tropeçar. O excesso de domínio dele, cercando ela por todos os lados e ela aceitando na boa foi demais pra mim. E, principalmente, esse lance de castigo físico.... não dá para mim, sou que nem aquela música "eu sou aquele amante a moda antiga, do tipo que ainda manda flores". Me chame de antiquada, mas chicotes e espancamento não está na minha lista de prioridades na cama.

Mas eu confesso que gostei do livro e não consegui desgrudar das páginas. O final chegou e só passava um pensamento na minha mente: "ainda bem que tenho o segundo ebook" (Cinquenta Tons Mais Escuros). Espero nesse livro ter mais respostas porque o primeiro foi, realmente, um pornô disfarçado de literatura. Não que eu esteja reclamando, veja bem, mas conteúdo também vai bem, né?

Para mim, as melhores partes eram quando eles trocavam emails ao longo do livro. Eles eram engraçados e irônicos um com o outro, até mesmo no assunto e na assinatura dos e-mails. Esses momentos me renderam boas risadas.

Que venha o segundo livro, minha Deusa Interior espera ansiosamente por ele. :-)









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{Resenha} O príncipe da noite

Posted by Nanda Cris on 8 de setembro de 2014 02:00 in , ,
Bom dia!!!

Já vou começar essa resenha dizendo uma coisa horrível, que muitos vão torcer o nariz, mas eu tenho que dizer porque senão estaria mentindo: tenho preconceitos com autores nacionais. Ufa, ok, me sinto melhor agora que desabafei.

Ganhei esse livro em um blog muito show que sempre acompanho, o Surtos Literários (antigo Livro com Dieta, conhecem?). Quando li a resenha lá me interessei e quando ganhei numa promoção deles, fiquei muito empolgada. Mas aí eu comecei a ler e a decepção bateu. Quer saber porque? Vem, que eu te conto!


Sinopse:
Toda manhã, o psicanalista Gabriel se surpreende ao acordar: sempre encontra uma mulher diferente dormindo ao seu lado. Ele nunca se lembra do seu nome, nem da maneira como a conheceu. A única coisa que resta de suas aventuras noturnas é um lapso de memória. Mas esta noite tudo se repetirá: quando cruzar com uma bela mulher, na noite seguinte, perderá o controle de quem é, porque o seu outro “eu” é capaz de tudo para satisfazer seus desejos mais primitivos. Mantendo esse segredo somente para si, Gabriel leva uma vida aparentemente normal na grande Londres, ouvindo diariamente os problemas de seus pacientes, enquanto tenta fugir das loucuras de sua ex-namorada. Mas nada é verdadeiramente normal para um homem que pode ser controlado pelo Príncipe da Noite...

O que eu achei:

A história tinha tudo para ser boa, consegui chegar até o capítulo 19 (página 120), mas acabei abandonando a história, o que não é muito do meu feitio. Então, porque não fui bravamente até o final?
  • A história por si só é sem pé nem cabeça, muito enrolada, a dupla personalidade dele é meio confusa, ele vai e volta entre o passado e o presente, apresenta umas peças do quebra cabeça em momentos em que mais confunde que nos coloca nos eixos, é muito estranho.
  • A relação dele com uma das primeiras mulheres que conhecemos é confusa. Aqui tem um spoiler, então, se não quer saber, pule ok? O Principe fica com a mulher, Gabriel acorda com a mulher no dia seguinte e, sei lá como, aparece num seminário na sequencia. O que ele fez com a mulher e como escapou dela? Sei la. Depois ele encontra ela de novo, ela é o contato de trabalho dele, eles ficam de novo, o principe reaparece, ele fica com outra na frente dela, ela vai embora. No dia seguinte, eles se encontram no aeroporto e a mulher pergunta se ele quer trocar de lugar para sentar ao lado dela. Oi? Como assim? Levou um chifre sinistro e agora quer sentar do lado dele pra conversar como se fossem velhos amigos? Aí quando chegam no aeroporto ele descobre que ela é sua primeira namorada. Caracoles, como assim?
Perguntei para uma amiga que leu se o final compensava e ela me disse que o final era tão confuso quanto o início do livro. Pensei:


Então.... abandonei sem dó nem piedade.

E vc, já leu esse livro? Gostou?



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