1

[Resenha] A Rosa da Meia-Noite - Lucinda Riley

Posted by Nanda Cris on 1 de novembro de 2014 17:04 in ,
Olá meninos e meninas, tudo bem???

Terminei um livro ontem de madrugada (ele não me deixou dormir até finalizá-lo!) e cá estou eu para falar sobre ele.... preparados???


Sinopse
Atravessando quatro gerações, A Rosa da Meia-Noite percorre desde os reluzentes palácios dos marajás da Índia até as imponentes mansões da Inglaterra, seguindo a trajetória extraordinária de Anahita Chavan, de 1911 até os dias de hoje. No apogeu do Império Britânico, a pequena Anahita, de 11 anos, de origem nobre e família humilde, aproxima-se da geniosa Princesa Indira, com quem estabelece um laço de afeto que nunca mais se romperia. Anahita acompanha sua amiga em uma viagem à Inglaterra pouco tempo antes da eclosão da Primeira Guerra Mundial. Ela conhece, então, o jovem Donald Astbury, herdeiro de uma deslumbrante propriedade, e sua ardilosa mãe. Oitenta anos depois, Rebecca Bradley é uma jovem atriz norte-americana que tem o mundo a seus pés. Quando a turbulenta relação com seu namorado, igualmente rico e famoso, toma um rumo inesperado, ela fica feliz por saber que o seu próximo papel uma aristocrata dos anos 1920 irá levá-la para muito longe dos holofotes: a isolada região de Dartmoor, na Inglaterra. As filmagens começam rapidamente, e a locação é a agora decadente Astbury Hall. Descendente de Anahita, Ari Malik chega ao País sem aviso prévio, a fim de mergulhar na história do passado de sua família. Algo que ele descobre junto com Rebecca começa a trazer à tona segredos obscuros que assombram a dinastia Astbury.

Resenha

Esse livro mostra em paralelo 2 histórias, uma começando em 1911, na Índia, contando a vida de Anahita desde criança até a sua morte e a outra conta a história de Ari, neto de Anahita, em Londres onde ele vai a pedido da avó, desvendar um segredo que não deixa a alma de Anahita sossegada há 80 anos: onde foi parar Moh, seu primeiro filho com Donald, lorde Astbury?

As histórias são intercaladas, e eu devo confessar que me interessei muito mais pela história antiga do que pela história nova.

Anahita, sua melhor amiga, a Princesa Indira, Donald e sua maldosa mãe, Maud, são infinitamente mais interessantes que Rebecca, Anthony, atual Lord de Astbury e Ari, neto de Anahita.

O modo como as coisas se desenrolam no presente, ao menos para mim, foram bem clichês e de fácil adivinhação. O final foi rápido e forçado, realmente não gostei e não recomendaria o livro se a história fosse só a recente. Mas toda a história antiga, que mostra a vida de Anahita, é marcada com reviravoltas e uma intuição absurda da protagonista que sempre mostra quando a história está prestes a mudar. Anahita é uma protagonista forte, decidida, orgulhosa e de um carisma absurdo. A história retrata a Índia em contraponto a Londres e eu gostei muito desta parte. As pessoas não são 100% boas ou más, elas tem nuances e isso demonstra a maturidade da autora. Enfim, não posso falar muito mas realmente recomendo a leitura. Venha se perder nas reviravoltas de Anahita e se emocione com uma história com mistério, romance e uma ótima retratação histórica.







|
Gostou?
2

[Resenha] Virtude Indecente - Nora Roberts

Posted by Nanda Cris on 19 de outubro de 2014 13:16 in , ,
Boa tarde, meninada marota!

Domingão, com feriado na segunda, terminando um livro... eta vida boa! Vamos à resenha?


Sinopse:
Quando uma superstar da literatura policial visita a irmã, pretendendo relaxar e espairecer da cansativa turnê de lançamento de seu novo bestseller, vê-se na pista de um assassino da vida real que já desestruturou sua vida e agora... pretende matá-la.
Grace McCabe fica chocada ao descobrir que a irmã Kathleen mora num subúrbio decadente de Washington, D.C., e complementa a renda como operadora de telessexo após ter passado por um divórcio penoso. Entretanto, com a empresa Fantasia garantindo anonimato completo aos funcionários, até onde essa atividade pode ser perigosa? Grace logo descobrirá a resposta quando certa noite, ao regressar para casa, depara-se com uma cena tenebrosa, que poderia ter saído de um de seus mais apavorantes romances.
Ignorando as advertências do tranquilo detetive Ed Jackson, monta sozinha sua própria armadilha para incitar o assassino a sair do esconderijo.
Mas o que pode protegê-la de um maníaco cuja volúpia de matar não se detém diante de nada... nem de ninguém?

O que eu achei:

Acostumada como estou aos livros hot de hoje em dia, ler uma Nora Roberts é ter enredo em cima de suposições de cenas hot. Nada explícito, tudo nas entrelinhas. Você entende que eles transaram, mas o que eles fizeram fica estritamente entre eles e a autora, rs. É uma quebra do marasmo, pois a história policial narrada é muito boa e rouba a cena completamente.

A heroína Grace é forte, decidida e não se deixa convencer facilmente por Ed nem por ninguém. Inteligente, tenaz, realmente gostei dela.

Ed é aquele homem pra casar. Fofo, romântico, forte quando precisa e terno quando tem que ser. Perfeito, casaria com ele facilmente.

Os personagens secundários também são ótimos: Ben, o parceiro e melhor amigo de Ed e Tess, a esposa de Ben. Só achei que a história deles poderia ser um pouco mais desenvolvida, já que foram deixados vários ganchos, mas todos sem resposta. Uma pena. Poderia ter havido outro livro na sequencia para contar a história desses 2. Mas como Virtude Indecente já tem bastante tempo, acho que se Nora pensou em fazer isso, arquivou completamente a ideia.

Recomendo, li em 2 dias mas as máquinas de leitura oi Sammy Maria poderiam ler em um facilmente. Boa história, personagens carismáticos.... recomendo.



|
Gostou?
3

[Resenha] Sol e Tormenta - Leigh Bardugo

Posted by Nanda Cris on 12 de outubro de 2014 14:27 in , ,
Olá!!!

Domingo de preguiça e eu terminando uma leitura, vamos ver a resenha?


Esse livro é a continuação de Sombra e Ossos, que você pode ver a resenha aqui: link.

Sinopse:
Perseguida ao longo do Mar Real e aterrorizada pela memória dos que se foram, Alina Starkov tenta levar uma vida normal com Maly em uma terra desconhecida, enquanto mantém em segredo sua identidade como Conjuradora do Sol. Mas ela não pode ocultar seu passado e nem evitar seu destino por muito mais tempo. Ressurgido de dentro da Dobra das Sombras, o Darkling retorna com um aterrorizante e novo poder e um plano que irá testar todos os limites da natureza. Contando com a ajuda e com os ardis de um admirável e excêntrico corsário, Alina retorna ao país que abandonou, determinada a combater as forças que se reúnem contra Ravka. Mas enquanto seus poderes aumentam, ela se deixa envolver pelas artimanhas do Darkling e sua magia proibida, e se distancia cada vez mais de Maly. Ela será então obrigada a fazer a escolha mais difícil de sua vida: ter sua pátria, seu poder e o amor que ela sempre pensou ser seu porto-seguro ou arriscar perder tudo na tormenta que se aproxima.

O que eu achei:

 Eita leitura difícil!

Livro arrastado, sem assunto, chato... no livro vemos Alina fugindo do Darkling, criando um abismo entre ela e o Maly e tentando ser a líder que conseguirá salvar Ravka. Isso tudo cheia de mimimis e encheções de linguiça. Me pergunto como uma heroína pode ser tão burra e fazer tanta asneira num livro só.

O final é um problema a parte, me deixou com um sentimento péssimo de desesperança. Fui ficando deprê e terminei quase querendo jogar o livro pela janela. Agora que li o um e o dois, com certeza lerei o 3, mas já sabendo que o sofrimento será certo, apesar de torcer para estar errada.

E vocês, já leram essa história? O que acharam?



|
Gostou?
1

[Resenha] Luxúria - Eve Berlin

Posted by Nanda Cris on 10 de outubro de 2014 09:45 in , ,
Oi meninada marota!!!

Sexta-feira chegou, êêê! Para comemorar, trouxe mais uma resenha! Vamos conferir?


Baixei esse ebook despretensiosamente, comecei a ler achando muito 50 Tons, mas no final curti bastante. Mas calma, estou colocando o carro na frente dos bois!

Sinopse:
Quando achava que era hora de parar... Ela então pediu por mais... Quando Dylan Ivory, escritora de romances eróticos, recebe o contato de Alec Walker, nem imagina o quanto esse homem pode mexer com seus pensamentos. Conhecido por ser um famoso dominador em relações sadistas e sadomasoquistas, Alec tenta convencer Dylan de que a melhor forma de se aprofundar no assunto - e então escrever um livro o mais próximo possível da realidade - é viver uma experiência como submissa e sentir na pele a sensação desse tipo de relação. Para Dylan, essa proposta será difícil de ser aceita - uma vez que ela é fanática por ter o controle de tudo em sua vida. Embalados por um misto de prazer e apreensão, o casal se vê em uma situação tentadora enquanto evitam entregarem-se ao sentimento que nasce entre eles.

O que eu achei:

Como eu disse antes, peguei esse livro achando que ia ser muito 50 Tons. A garota de olhos cinza (como o do Sr. Grey) e o cara de olhos azuis (como o da Anastácia), curtindo um love com uma pegada de couro e chicote. O começo foi morno, apresentando os personagens. Aquela velha fórmula: um cara lindo de morrer, uma mulher belíssima e química estilo miojo, 3 minutos e pronto. A escrita também foi bem previsível: após a apresentação dos personagens, teve o clássico 9 semanas e meia de amor. Tirando as partes em que a protagonista (Dylan) ficava com análises psicológicas de si mesma tentando racionalizar algo que não tem como ser racionalizado (como colocar o amor sob uma perspectiva lógica?) eles só transaram, transaram e transaram. Ótimas transas, diga-se de passagem, mas apenas isso. O final não é muito surpreendente, e aconteceu do mesmo modo que 50 Tons (quem lembra do problema no helicóptero do Grey sabe do que eu estou falando). Enfim, leitura leve e hot, eu gostei e vou ler os outros, mas fico feliz por não ter comprado o livro e sim lido em ebook.




|
Gostou?
3

Passeio de ônibus e observação comportamental urbana

Posted by Kbeça on 30 de setembro de 2014 14:22 in , ,
Oi! Eu sou o Kbeça. :)

Estava passando por aqui e decidi compartilhar com você, sim você que está lendo, minha experiência cotidiana e minha impressão sobre o evento.

Antes de mais nada, necessito de uma explicação para que você entenda e se situe:
Eu sou do Rio de Janeiro, capital, e aqui há muitos anos foi implantado um sistema de cobrança de passagem através de um cartão e um leitor eletrônico. O leitor é integrado a roleta e um comando do motorista. 

Por quê isso? Porque existem vários tipos de cartões, mas separados em duas categorias. 


  

 
A primeira é autônoma, não precisa da ação do motorista para liberar a roleta. Ou seja, você passa o cartão no leitor, ele verifica se o cartão possui saldo, e libera a roleta. 


A segunda é dependente da ação do motorista para liberar a roleta. Este é utilizado por idosos, portadores de necessidades especiais e estudantes da rede pública de ensino. Você passa o cartão no leitor, ele reconhece o seu cartão, emite um sinal, o motorista libera a roleta e você passa. E ainda existe o dinheiro. Você dá o dinheiro para o motorista, ele libera roleta e você passa. Parece que eu estou sendo redundante com esse negócio de "Libera e passa", mas você entenderá.

Todas as vezes eu pego um ônibus, eu entro, cumprimento o motorista, passo o meu cartão no leitor, que é autônomo, a roleta é liberada e eu passo tranquilamente. E agora vem o quê eu queria compartilhar com você, querido visitante. Você deve estar se perguntando: como você sabe que a roleta foi liberada, prezado Kbeça? Magia? Adivinhação? O Cosmos? Não meu amigo. Acontece que no leitor de cartões existe um visor que além de lhe informar data, hora e seu saldo, ele ainda apresenta a mensagem "PASSE", informando que você pode PASSAR. Olha que modernidade. Além disso, a roleta emite um "clic" informando que ela foi liberada. Pois bem.

Me alegra a vida ficar assistindo as atitudes esdrúxulas das outras pessoas. Assim como deve alegra-las assistir as minhas. Claro. Porque não existe nada melhor na vida que assistir e comentar a vida alheia. Vide reality shows à fora.

Após a minha passagem pela roleta eu fico assistindo os passageiros que entram e pagam em dinheiro. Eles entram, alguns educados, outros guardando a educação para a visita do Grão-Duque da Polinésia, dão o dinheiro ao motorista e... correm para  roleta e começam a encoxa-la, em um rito frenético e animalesco. O coitado do motorista nem bem olhou para a própria mão, para ver o valor largado, e a criatura já tá lá no ritual do acasalamento solitário com a pobre, vermelha e esguia roletinha. Coitada. Literalmente. E quando eles estão quase chegando ao clímax, visto que alguns se empolgam e começam a gritar "Ô motorista", "Vamô, porra", "Liberaê" e o meu favorito "Vai, vai", ainda não sei se eles gritam para o motorista, para a roleta, ou para eles mesmos, mas seja como for, o motorista libera a roleta e eles passam fulos da vida, xingando e com caras de zangados. Também, quem gosta de ter o ato interrompido? Logo na hora que tava bom o motorista decide liberar a passagem? Sacanagem isso aí, pô!

O ponto é: por que não entregar o dinheiro, ficar parado olhando para o visor do leitor de cartões e, assim que a senha mágica "PASSE" aparecer, caminhar para a roleta e gira-la? Tá com medo que o coleguinha de trás dê um triplo mortal carpado e role a roleta no seu lugar? Juro que se alguém fizesse isso comigo, eu pagava a passagem e ainda aplaudia.

O melhor é que agora existem alguns ônibus com duas roletas: uma para cartões autônomos e outra para cartões dependentes e dinheiro. Vamos chama-las de roletas A e D. Imagina a cena: só um lugar vago. João na roleta A e Maria na roleta D. Ambos olham para o único lugar vago, se entreolham e correm. Maria dá um peixinho por baixo de D, enquanto João salta com graça sobre A. No meio do corredor vão se cotovelando* até chegarem ao acento. Vence quem chegar primeiro. Depois os outros passageiros aplaudem, como manda a boa educação, e votam no "Estilo", "Velocidade" e "Performance" da conquista do acento. A premiação será televisionada para todo o país. Não se preocupe.

* Se você veio atrás do asterísco, é porque eu escrevi "cotovelando", e eu não sei se é "acotovelando" ou "cotovelando". Usei a lógica que eu possuo um cotovelo e no mesmo caso de soco, que fica socando, e não assocando**, escrevi dessa forma. E sim, estou com preguiça de procurar no Google. Sim, eu podia estar procurando no Google, eu podria estar comendo, eu podia estar dormindo, mas não. Estou aqui escrevendo.

** Se fosse assocando, os meninos da bandeira colorida, poderiam chegar para uns valentões e falar "Aí otário. Eu vou te assocar todo". Isso seria ótimo. O camarada não saberia se é uma ameaça (socar todo), uma cantada (assoprar todo), ou um fetiche esquisito (açucarar todo). Imagina a cara do sujeito?***

*** Impressionante a sua curiosidade. Só vim aqui para saber se você ia ler. :D
Mas, para não te deixar sem nada, fica o link para o site oficial do RioCard demonstrando o funcionamento de pagamento de passagem usando o cartão e o leitor.

|
Gostou?
1

[Resenha] Cinquenta tons de liberdade

Posted by Nanda Cris on 24 de setembro de 2014 08:18 in , ,
Oi meninada marota!

Mais uma resenha da saga chover-no-molhado, vamos conferir?

Resenhas anteriores:
Livro 1 - Cinquenta tons de cinza;
Livro 2 - Cinquenta tons mais escuros;


Sinopse:
Quando a ingênua Anastasia Steele conheceu o jovem empresário Christian Grey, teve início um sensual caso de amor que mudou a vida dos dois irrevogavelmente. Chocada, intrigada e, por fim, repelida pelas estranhas exigências sexuais de Christian, Ana exige um comprometimento mais profundo. Determinado a não perdê-la, ele concorda. Agora, Ana e Christian têm tudo: amor, paixão, intimidade, riqueza e um mundo de possibilidades a sua frente. Mas Ana sabe que o relacionamento não será fácil, e a vida a dois reserva desafios que nenhum deles seria capaz de imaginar. Ana precisa se ajustar ao mundo de opulência de Grey sem sacrificar sua identidade. E ele precisa aprender a dominar seu impulso controlador e se livrar do que o atormentava no passado. Quando parece que a força dessa união vai vencer qualquer obstáculo, a malícia, o infortúnio e o destino conspiram para transformar os piores medos de Ana em realidade...

O que eu achei:

Ainda com muito suspense, esse livro continua tendo como pano de fundo uma história interessante. Ana continua mais confiante e Grey está se abrindo cada vez mais e conta fatos da sua infância que queríamos saber e desde o começo só poderíamos imaginar.

Esse livro é um romance gostoso, com um Sr. Grey ainda controlador e mandão mas bem aceitável na cama (para os meus padrões, é claro rs). A mudança nele é gritante, principalmente porque no final temos um extra mostrando o que se passou na cabeça dele quando conheceu Anastácia. Aquele sim era o Grey dominador-quero te bater de vara do primeiro livro. Esse do terceiro é um rapaz comum, rico e lindo de morrer, mas ainda assim, comum, sem grandes facetas exóticas. Bom pra Anastácia que catequizou e conseguiu o marido ideal, bom para o Grey que superou os problemas do passado e se mostra mais feliz do que era antes, bom pra mim que adorei a história e não queria desgrudar.

Mas diferentemente do que aconteceu com o Toda Sua (outro livro em um estilo semelhante), esse final muito Disney, perfeito até demais, acabou tirando um pouco da graça do Sr. Grey pra mim, assim sendo, respondendo à pergunta da minha irmã, acho que eu prefiro a Trilogia Crossfire (Toda Sua, Profundamente Sua, Para sempre sua), pois até hoje tenho saudades do Gideon (ai, ai) e não acho que o mesmo vá acontecer com Christian.

Bom, enfim, vale a pena. É um passatempo ótimo e pras românticas de plantão, o terceiro livro é a concretização de um sonho. Então, se joguem, porque a distração é garantida.

E você, já leu esse livro? Gostou?







|
Gostou?
0

[Resenha] Cinquenta Tons Mais Escuros

Posted by Nanda Cris on 17 de setembro de 2014 08:07 in , ,
Bom dia, meninada marota!

Cá estou eu, com mais uma resenha do estilo "chover no molhado", é o que tem para hoje!


Sinopse:
Assustada com os segredos obscuros do belo e atormentado Christian Grey, Ana Steele põe um ponto final em seu relacionamento com o jovem empresário e concentra-se em sua nova carreira, numa editora de livros. Mas o desejo por Grey domina cada pensamento de Ana e, quando ele propõe um novo acordo, ela não consegue resistir. Em pouco tempo, Ana descobre mais sobre o angustiante passado de seu amargurado e dominador parceiro do que jamais imaginou ser possível. Enquanto Christian tenta se livrar de seus demônios interiores, Ana se vê diante da decisão mais importante da sua vida.
O que eu achei:

Se uma das minhas reclamações no livro 1 (Cinquenta tons de cinza, resenha aqui!) foi justamente a falta de história, nesse temos história suficiente.

Algumas partes eu achei excessivamente chatas. Ana e suas constantes neuras:

  • Mas porque ele me ama?
  • Será que vou conseguir ser a submissa que ele quer ou isso vai nos separar?
  • Estamos indo muito rápido, preciso de tempo para pensar...


Agora, imagine essas 3 questões em looping infinito. Então... dá ou não dá nos nervos? No meu deu, minha vontade era entrar no livro e dar 3 tabefes na cara dela, pra deixar marca que nem o Grey faz, kkkkkkkkk.

Mas deixando a Ana fazendo mimimi de lado, esse livro tem muita história pra contar! Tem suspense, tem emoção, tem confrontos, intrigas, reviravoltas... e uma sequencia final de tirar o fôlego e me dar vontade de fugir do trabalho, pegar o terceiro ebook e ler, ler, ler, até acabar. Mas como livro tá caro e eu preciso de dindin para adquirí-los, vou trabalhar, mas com a cabeça no terceiro livro, ansiando pela hora em que começarei a lê-lo!

E vc, já leu? O que achou?





|
Gostou?

Copyright © 2009 Retalhos Assimétricos All rights reserved. Theme by Laptop Geek. | Bloggerized by FalconHive.