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[Resenha] Ressurreição - Jason Mott

Posted by Nanda Cris on 20 de novembro de 2014 02:00 in ,
Boooommmmm diiiiaaaa!

Mais uma resenha à vista! Preparados???

Eu e meu marido começamos a assistir a um seriado da AXN chamado Ressurrection (saiba mais aqui) e eu descobri que existia um livro dessa série! Rapidamente comprei um exemplar para chamar de meu! Vamos ver o que eu achei?


Sinopse:
Harold e Lucille Hargrave perderam o único filho, Jacob, morto tragicamente no dia em que completava oito anos, em 1966. Já na velhice, eles se acomodaram à vida sem o filho, a dor amenizada pela ação do tempo. Até que um dia Jacob reaparece misteriosamente na porta de casa, em carne e osso, a criança meiga e alegre que sempre fora, ainda com oito anos. O fenômeno é mundial — nos quatro cantos do globo, pessoas estão inexplicavelmente voltando do além para suas famílias. Vistos por alguns como coisa do diabo e por outros como um milagre, a realidade perturbadora é que o planeta, já sobrecarregado, agora precisa suportar um fluxo descomunal de seres que têm necessidades humanas: comida, água, abrigo, saneamento. Individualmente, muitos precisam decidir se estão dispostos a receber de volta os entes queridos que já não fazem mais parte de sua vida. Conforme o caos irrompe ao redor do mundo, a família Hargrave se vê no centro de uma comunidade prestes a ruir, forçada a encarar essa misteriosa nova realidade e um conflito de proporções épicas. Com sua prosa contida, elegante e intensa profundidade emocional, Jason Mott explora o melhor e o pior da natureza humana numa história inesquecível sobre amor, moral e fé. · A série Resurrection estreia no Brasil em abril no canal AXN. · “Neste excepcional romance de estreia, Mott reúne drama, emoção, alegria, horror e redenção numa história impressionante.” — Publishers Weekly.
O que eu achei:

Se você está assistindo a série, pense na ideia central: os ressurgidos. Isso está no livro. De resto? Mudou tudoooooooo.

Não vá com esperança de achar respostas, as grandes dúvidas que aparecem na série não estão no livro. E, comparado com a série, ele é bem arrastado. Mas... pra quem não tem nenhum contato ainda com o programa da AXN, vale a leitura. Pra quem é curioso como eu, também vale a leitura. Mas de resto? O autor que me desculpe mas a série ganha de mil a zero em história e agilidade.

Para vocês terem uma ideia, o que eu mais gostei no livro foi a nota do autor, onde ele explica de onde surgiu a ideia dos Ressurgidos. Só. Pode isso, produção?









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Quase.... by Sammyfreitas

Posted by Aptos on 19 de novembro de 2014 06:00 in , , , ,
Ainda pior que a convicção do não
e a incerteza do talvez
é a desilusão de um "quase". 

É o quase que me incomoda,
que me entristece,
que me mata trazendo tudo que poderia ter sido 
e não foi. 

Quem quase ganhou ainda joga,
Quem quase passou ainda estuda,
Quem quase morreu está vivo,
Quem quase amou... não amou. 

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos,
nas chances que se perdem por medo,
nas idéias que nunca sairão do papel
por essa bendita mania de viver no outono. 

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna;
ou melhor, não me pergunto, contesto.

A resposta eu sei de cor,
está estampada na distância
está na frieza dos sorrisos,
na frouxidão dos abraços,
na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. 

Sobra covardia e falta coragem até para ser feliz. 
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor,
sentir o nada, mas não são. 

Se a a vida estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas,
os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma,
apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si. 

Não é que fé mova montanhas,
nem que todas as estrelas estejam ao alcance,
para as coisas que não podem ser mudadas,
resta-nos somente paciência,
porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória 
é desperdiçar a oportunidade de merecer. 

Para os erros há perdão;
para os fracassos, chance;
para os amores impossíveis, tempo.

De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. 

Que a saudade não sufoque,
que a rotina não se acomode,
que o medo impeça de tentar.
desconfie do destino e acredite em você.

Gaste mais horas realizando que sonhando,
fazendo que planejando,
vivendo que esperando porque,
embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive ... já morreu!! 



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[Resenha] Fiquei com o seu número - Sophie Kinsella

Posted by Nanda Cris on 15 de novembro de 2014 21:20 in , ,
Oi oi oi!

Correndo e escrevendo, não reparem na letra, hahahahhha. Ok, piada infame! Ignorem!


Ganhei esse livro no Natal do ano passado (shame on me) e não tinha lido até agora, mas criei coragem e peguei pra ler... e me arrependi de não ter pego antes!!! Vamos à resenha???

A história:
A jovem Poppy Wyatt está prestes a se casar com o homem perfeito e não podia estar mais feliz... Até que, numa bela tarde, ela não só perde o anel de noivado (que está na família do noivo há três gerações) como também seu celular. Mas ela acaba encontrando um telefone abandonado no hotel em que está hospedada. Perfeito! Agora os funcionários podem ligar para ela quando encontrarem seu anel. Quem não gosta nada da história é o dono do celular, o executivo Sam Roxton, que não suporta a ideia de haver alguém bisbilhotando suas mensagens e sua vida pessoal. Mas, depois de alguns torpedos, Poppy e Sam acabam ficando cada vez mais próximos e ela percebe que a maior surpresa da sua vida ainda está por vir. 
O que eu achei:

 Gente, sério, ha muito tempo que não dou tantas risadas com um livro. Meu marido ficava me olhando e repetindo "esse livro deve ser muito bom mesmo, você tá se divertindo!" e, sério, tava mesmo!

A protagonista, Poppy, é muito louca! Ela é engraçada demais da conta e a gente passa o tempo inteiro na cabeça dela, sabendo tudo o que está se passando naquela massa cinzenta. Ela perde o foco, viaja nas teorias que nem o Bob do Fantástico Mundo de Bob (lembra desse desenho???), tenta sempre ser gentil nas situações mais absurdas... gostaria muito de encontra-la na vida real pra firmarmos uma amizade, porque caramba! Ela é muito massa!

Sam é um homem integro, inteligente, nobre, bonito... ah gente, tudo de bom. Super torci por ele desde o primeiro momento e conforme o tempo foi passando, torci ainda mais!

A história é fofinha e viciante, não dá para parar até acabar, eu amei demais! Recomendo pras românticas de plantão e para as que gostam de dar boas gargalhadas com as doideiras alheias, rs.




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Tabuleiro dos Deuses - Richelle Mead

Posted by Nanda Cris on 11 de novembro de 2014 09:51 in ,
Oi, oi, oi!

Serei breve porque o tempo urge e a Sapucaí é grande! Terminei de ler um livro ontem e não podia deixar de resenhá-lo, enquanto ele ainda está fresco na mente. Vamos lá?


Sinopse:
Justin March, um investigador de religiões charmoso e traiçoeiro, volta para a República Unida da América do Norte (RUAN), após um misterioso exílio. Sua missão é encontrar os responsáveis por uma série de assassinatos relacionados com seitas clandestinas. Sua guarda-costas, Mae Koskinen, é linda, mas fatal. Membro da tropa de elite do exército, ela irá acompanhar e proteger Justin nessa caçada. Aos poucos, os dois descobrem que humanos são meras peças no tabuleiro de poderes inimagináveis.

Resenha:

Esse livro tem que ser lido com bastante atenção porque em várias partes eu me sentia no meio de um filme já começado em que eu não vi o começo. Voltando e lendo de novo com a máxima atenção, a situação melhorava, mas não amainava totalmente, ainda ficava um pouco perdida. Muita informação jogada na nossa cara, tudo ao mesmo tempo agora.

Até a metade do livro, ele é meio morno, mas do meio pra lá pega ritmo e aí sim começa a verdadeira aventura! Vale a pena pelas cenas de ação e pelo suspense. O final foi bem escrito, eu gostei. Foi tudo bem amarrado.

Uma coisa que me irritou bastante foi o mimimi do Justin. Enquanto Mae é toda machona e durona, Justin é todo "ah, não sei se quero", Chato para aceitar os deuses, chato para aceitar o romance com Mae, chato porque é muito calhorda pro meu gosto de meninos-bonzinhos-ganham-o-meu-coração.

Enfim, eu quero muito ler a continuação, porque terminou em suspenso sobre várias coisas, com um gancho ótimo, cheio de mistério. Mas espero, sinceramente, que o Justin seja um pouco mais macho porque esse mimimi todo dele já estava dando nos nervos. Seje homi! kkkkkkk




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[Resenha] A Rosa da Meia-Noite - Lucinda Riley

Posted by Nanda Cris on 1 de novembro de 2014 17:04 in ,
Olá meninos e meninas, tudo bem???

Terminei um livro ontem de madrugada (ele não me deixou dormir até finalizá-lo!) e cá estou eu para falar sobre ele.... preparados???


Sinopse
Atravessando quatro gerações, A Rosa da Meia-Noite percorre desde os reluzentes palácios dos marajás da Índia até as imponentes mansões da Inglaterra, seguindo a trajetória extraordinária de Anahita Chavan, de 1911 até os dias de hoje. No apogeu do Império Britânico, a pequena Anahita, de 11 anos, de origem nobre e família humilde, aproxima-se da geniosa Princesa Indira, com quem estabelece um laço de afeto que nunca mais se romperia. Anahita acompanha sua amiga em uma viagem à Inglaterra pouco tempo antes da eclosão da Primeira Guerra Mundial. Ela conhece, então, o jovem Donald Astbury, herdeiro de uma deslumbrante propriedade, e sua ardilosa mãe. Oitenta anos depois, Rebecca Bradley é uma jovem atriz norte-americana que tem o mundo a seus pés. Quando a turbulenta relação com seu namorado, igualmente rico e famoso, toma um rumo inesperado, ela fica feliz por saber que o seu próximo papel uma aristocrata dos anos 1920 irá levá-la para muito longe dos holofotes: a isolada região de Dartmoor, na Inglaterra. As filmagens começam rapidamente, e a locação é a agora decadente Astbury Hall. Descendente de Anahita, Ari Malik chega ao País sem aviso prévio, a fim de mergulhar na história do passado de sua família. Algo que ele descobre junto com Rebecca começa a trazer à tona segredos obscuros que assombram a dinastia Astbury.

Resenha

Esse livro mostra em paralelo 2 histórias, uma começando em 1911, na Índia, contando a vida de Anahita desde criança até a sua morte e a outra conta a história de Ari, neto de Anahita, em Londres onde ele vai a pedido da avó, desvendar um segredo que não deixa a alma de Anahita sossegada há 80 anos: onde foi parar Moh, seu primeiro filho com Donald, lorde Astbury?

As histórias são intercaladas, e eu devo confessar que me interessei muito mais pela história antiga do que pela história nova.

Anahita, sua melhor amiga, a Princesa Indira, Donald e sua maldosa mãe, Maud, são infinitamente mais interessantes que Rebecca, Anthony, atual Lord de Astbury e Ari, neto de Anahita.

O modo como as coisas se desenrolam no presente, ao menos para mim, foram bem clichês e de fácil adivinhação. O final foi rápido e forçado, realmente não gostei e não recomendaria o livro se a história fosse só a recente. Mas toda a história antiga, que mostra a vida de Anahita, é marcada com reviravoltas e uma intuição absurda da protagonista que sempre mostra quando a história está prestes a mudar. Anahita é uma protagonista forte, decidida, orgulhosa e de um carisma absurdo. A história retrata a Índia em contraponto a Londres e eu gostei muito desta parte. As pessoas não são 100% boas ou más, elas tem nuances e isso demonstra a maturidade da autora. Enfim, não posso falar muito mas realmente recomendo a leitura. Venha se perder nas reviravoltas de Anahita e se emocione com uma história com mistério, romance e uma ótima retratação histórica.







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[Resenha] Virtude Indecente - Nora Roberts

Posted by Nanda Cris on 19 de outubro de 2014 13:16 in , ,
Boa tarde, meninada marota!

Domingão, com feriado na segunda, terminando um livro... eta vida boa! Vamos à resenha?


Sinopse:
Quando uma superstar da literatura policial visita a irmã, pretendendo relaxar e espairecer da cansativa turnê de lançamento de seu novo bestseller, vê-se na pista de um assassino da vida real que já desestruturou sua vida e agora... pretende matá-la.
Grace McCabe fica chocada ao descobrir que a irmã Kathleen mora num subúrbio decadente de Washington, D.C., e complementa a renda como operadora de telessexo após ter passado por um divórcio penoso. Entretanto, com a empresa Fantasia garantindo anonimato completo aos funcionários, até onde essa atividade pode ser perigosa? Grace logo descobrirá a resposta quando certa noite, ao regressar para casa, depara-se com uma cena tenebrosa, que poderia ter saído de um de seus mais apavorantes romances.
Ignorando as advertências do tranquilo detetive Ed Jackson, monta sozinha sua própria armadilha para incitar o assassino a sair do esconderijo.
Mas o que pode protegê-la de um maníaco cuja volúpia de matar não se detém diante de nada... nem de ninguém?

O que eu achei:

Acostumada como estou aos livros hot de hoje em dia, ler uma Nora Roberts é ter enredo em cima de suposições de cenas hot. Nada explícito, tudo nas entrelinhas. Você entende que eles transaram, mas o que eles fizeram fica estritamente entre eles e a autora, rs. É uma quebra do marasmo, pois a história policial narrada é muito boa e rouba a cena completamente.

A heroína Grace é forte, decidida e não se deixa convencer facilmente por Ed nem por ninguém. Inteligente, tenaz, realmente gostei dela.

Ed é aquele homem pra casar. Fofo, romântico, forte quando precisa e terno quando tem que ser. Perfeito, casaria com ele facilmente.

Os personagens secundários também são ótimos: Ben, o parceiro e melhor amigo de Ed e Tess, a esposa de Ben. Só achei que a história deles poderia ser um pouco mais desenvolvida, já que foram deixados vários ganchos, mas todos sem resposta. Uma pena. Poderia ter havido outro livro na sequencia para contar a história desses 2. Mas como Virtude Indecente já tem bastante tempo, acho que se Nora pensou em fazer isso, arquivou completamente a ideia.

Recomendo, li em 2 dias mas as máquinas de leitura oi Sammy Maria poderiam ler em um facilmente. Boa história, personagens carismáticos.... recomendo.



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[Resenha] Sol e Tormenta - Leigh Bardugo

Posted by Nanda Cris on 12 de outubro de 2014 14:27 in , ,
Olá!!!

Domingo de preguiça e eu terminando uma leitura, vamos ver a resenha?


Esse livro é a continuação de Sombra e Ossos, que você pode ver a resenha aqui: link.

Sinopse:
Perseguida ao longo do Mar Real e aterrorizada pela memória dos que se foram, Alina Starkov tenta levar uma vida normal com Maly em uma terra desconhecida, enquanto mantém em segredo sua identidade como Conjuradora do Sol. Mas ela não pode ocultar seu passado e nem evitar seu destino por muito mais tempo. Ressurgido de dentro da Dobra das Sombras, o Darkling retorna com um aterrorizante e novo poder e um plano que irá testar todos os limites da natureza. Contando com a ajuda e com os ardis de um admirável e excêntrico corsário, Alina retorna ao país que abandonou, determinada a combater as forças que se reúnem contra Ravka. Mas enquanto seus poderes aumentam, ela se deixa envolver pelas artimanhas do Darkling e sua magia proibida, e se distancia cada vez mais de Maly. Ela será então obrigada a fazer a escolha mais difícil de sua vida: ter sua pátria, seu poder e o amor que ela sempre pensou ser seu porto-seguro ou arriscar perder tudo na tormenta que se aproxima.

O que eu achei:

 Eita leitura difícil!

Livro arrastado, sem assunto, chato... no livro vemos Alina fugindo do Darkling, criando um abismo entre ela e o Maly e tentando ser a líder que conseguirá salvar Ravka. Isso tudo cheia de mimimis e encheções de linguiça. Me pergunto como uma heroína pode ser tão burra e fazer tanta asneira num livro só.

O final é um problema a parte, me deixou com um sentimento péssimo de desesperança. Fui ficando deprê e terminei quase querendo jogar o livro pela janela. Agora que li o um e o dois, com certeza lerei o 3, mas já sabendo que o sofrimento será certo, apesar de torcer para estar errada.

E vocês, já leram essa história? O que acharam?



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