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[Resenha] Fiquei com o seu número - Sophie Kinsella

Posted by Nanda Cris on 15 de novembro de 2014 21:20 in , ,
Oi oi oi!

Correndo e escrevendo, não reparem na letra, hahahahhha. Ok, piada infame! Ignorem!


Ganhei esse livro no Natal do ano passado (shame on me) e não tinha lido até agora, mas criei coragem e peguei pra ler... e me arrependi de não ter pego antes!!! Vamos à resenha???

A história:
A jovem Poppy Wyatt está prestes a se casar com o homem perfeito e não podia estar mais feliz... Até que, numa bela tarde, ela não só perde o anel de noivado (que está na família do noivo há três gerações) como também seu celular. Mas ela acaba encontrando um telefone abandonado no hotel em que está hospedada. Perfeito! Agora os funcionários podem ligar para ela quando encontrarem seu anel. Quem não gosta nada da história é o dono do celular, o executivo Sam Roxton, que não suporta a ideia de haver alguém bisbilhotando suas mensagens e sua vida pessoal. Mas, depois de alguns torpedos, Poppy e Sam acabam ficando cada vez mais próximos e ela percebe que a maior surpresa da sua vida ainda está por vir. 
O que eu achei:

 Gente, sério, ha muito tempo que não dou tantas risadas com um livro. Meu marido ficava me olhando e repetindo "esse livro deve ser muito bom mesmo, você tá se divertindo!" e, sério, tava mesmo!

A protagonista, Poppy, é muito louca! Ela é engraçada demais da conta e a gente passa o tempo inteiro na cabeça dela, sabendo tudo o que está se passando naquela massa cinzenta. Ela perde o foco, viaja nas teorias que nem o Bob do Fantástico Mundo de Bob (lembra desse desenho???), tenta sempre ser gentil nas situações mais absurdas... gostaria muito de encontra-la na vida real pra firmarmos uma amizade, porque caramba! Ela é muito massa!

Sam é um homem integro, inteligente, nobre, bonito... ah gente, tudo de bom. Super torci por ele desde o primeiro momento e conforme o tempo foi passando, torci ainda mais!

A história é fofinha e viciante, não dá para parar até acabar, eu amei demais! Recomendo pras românticas de plantão e para as que gostam de dar boas gargalhadas com as doideiras alheias, rs.




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Tabuleiro dos Deuses - Richelle Mead

Posted by Nanda Cris on 11 de novembro de 2014 09:51 in ,
Oi, oi, oi!

Serei breve porque o tempo urge e a Sapucaí é grande! Terminei de ler um livro ontem e não podia deixar de resenhá-lo, enquanto ele ainda está fresco na mente. Vamos lá?


Sinopse:
Justin March, um investigador de religiões charmoso e traiçoeiro, volta para a República Unida da América do Norte (RUAN), após um misterioso exílio. Sua missão é encontrar os responsáveis por uma série de assassinatos relacionados com seitas clandestinas. Sua guarda-costas, Mae Koskinen, é linda, mas fatal. Membro da tropa de elite do exército, ela irá acompanhar e proteger Justin nessa caçada. Aos poucos, os dois descobrem que humanos são meras peças no tabuleiro de poderes inimagináveis.

Resenha:

Esse livro tem que ser lido com bastante atenção porque em várias partes eu me sentia no meio de um filme já começado em que eu não vi o começo. Voltando e lendo de novo com a máxima atenção, a situação melhorava, mas não amainava totalmente, ainda ficava um pouco perdida. Muita informação jogada na nossa cara, tudo ao mesmo tempo agora.

Até a metade do livro, ele é meio morno, mas do meio pra lá pega ritmo e aí sim começa a verdadeira aventura! Vale a pena pelas cenas de ação e pelo suspense. O final foi bem escrito, eu gostei. Foi tudo bem amarrado.

Uma coisa que me irritou bastante foi o mimimi do Justin. Enquanto Mae é toda machona e durona, Justin é todo "ah, não sei se quero", Chato para aceitar os deuses, chato para aceitar o romance com Mae, chato porque é muito calhorda pro meu gosto de meninos-bonzinhos-ganham-o-meu-coração.

Enfim, eu quero muito ler a continuação, porque terminou em suspenso sobre várias coisas, com um gancho ótimo, cheio de mistério. Mas espero, sinceramente, que o Justin seja um pouco mais macho porque esse mimimi todo dele já estava dando nos nervos. Seje homi! kkkkkkk




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[Resenha] A Rosa da Meia-Noite - Lucinda Riley

Posted by Nanda Cris on 1 de novembro de 2014 17:04 in ,
Olá meninos e meninas, tudo bem???

Terminei um livro ontem de madrugada (ele não me deixou dormir até finalizá-lo!) e cá estou eu para falar sobre ele.... preparados???


Sinopse
Atravessando quatro gerações, A Rosa da Meia-Noite percorre desde os reluzentes palácios dos marajás da Índia até as imponentes mansões da Inglaterra, seguindo a trajetória extraordinária de Anahita Chavan, de 1911 até os dias de hoje. No apogeu do Império Britânico, a pequena Anahita, de 11 anos, de origem nobre e família humilde, aproxima-se da geniosa Princesa Indira, com quem estabelece um laço de afeto que nunca mais se romperia. Anahita acompanha sua amiga em uma viagem à Inglaterra pouco tempo antes da eclosão da Primeira Guerra Mundial. Ela conhece, então, o jovem Donald Astbury, herdeiro de uma deslumbrante propriedade, e sua ardilosa mãe. Oitenta anos depois, Rebecca Bradley é uma jovem atriz norte-americana que tem o mundo a seus pés. Quando a turbulenta relação com seu namorado, igualmente rico e famoso, toma um rumo inesperado, ela fica feliz por saber que o seu próximo papel uma aristocrata dos anos 1920 irá levá-la para muito longe dos holofotes: a isolada região de Dartmoor, na Inglaterra. As filmagens começam rapidamente, e a locação é a agora decadente Astbury Hall. Descendente de Anahita, Ari Malik chega ao País sem aviso prévio, a fim de mergulhar na história do passado de sua família. Algo que ele descobre junto com Rebecca começa a trazer à tona segredos obscuros que assombram a dinastia Astbury.

Resenha

Esse livro mostra em paralelo 2 histórias, uma começando em 1911, na Índia, contando a vida de Anahita desde criança até a sua morte e a outra conta a história de Ari, neto de Anahita, em Londres onde ele vai a pedido da avó, desvendar um segredo que não deixa a alma de Anahita sossegada há 80 anos: onde foi parar Moh, seu primeiro filho com Donald, lorde Astbury?

As histórias são intercaladas, e eu devo confessar que me interessei muito mais pela história antiga do que pela história nova.

Anahita, sua melhor amiga, a Princesa Indira, Donald e sua maldosa mãe, Maud, são infinitamente mais interessantes que Rebecca, Anthony, atual Lord de Astbury e Ari, neto de Anahita.

O modo como as coisas se desenrolam no presente, ao menos para mim, foram bem clichês e de fácil adivinhação. O final foi rápido e forçado, realmente não gostei e não recomendaria o livro se a história fosse só a recente. Mas toda a história antiga, que mostra a vida de Anahita, é marcada com reviravoltas e uma intuição absurda da protagonista que sempre mostra quando a história está prestes a mudar. Anahita é uma protagonista forte, decidida, orgulhosa e de um carisma absurdo. A história retrata a Índia em contraponto a Londres e eu gostei muito desta parte. As pessoas não são 100% boas ou más, elas tem nuances e isso demonstra a maturidade da autora. Enfim, não posso falar muito mas realmente recomendo a leitura. Venha se perder nas reviravoltas de Anahita e se emocione com uma história com mistério, romance e uma ótima retratação histórica.







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[Resenha] Virtude Indecente - Nora Roberts

Posted by Nanda Cris on 19 de outubro de 2014 13:16 in , ,
Boa tarde, meninada marota!

Domingão, com feriado na segunda, terminando um livro... eta vida boa! Vamos à resenha?


Sinopse:
Quando uma superstar da literatura policial visita a irmã, pretendendo relaxar e espairecer da cansativa turnê de lançamento de seu novo bestseller, vê-se na pista de um assassino da vida real que já desestruturou sua vida e agora... pretende matá-la.
Grace McCabe fica chocada ao descobrir que a irmã Kathleen mora num subúrbio decadente de Washington, D.C., e complementa a renda como operadora de telessexo após ter passado por um divórcio penoso. Entretanto, com a empresa Fantasia garantindo anonimato completo aos funcionários, até onde essa atividade pode ser perigosa? Grace logo descobrirá a resposta quando certa noite, ao regressar para casa, depara-se com uma cena tenebrosa, que poderia ter saído de um de seus mais apavorantes romances.
Ignorando as advertências do tranquilo detetive Ed Jackson, monta sozinha sua própria armadilha para incitar o assassino a sair do esconderijo.
Mas o que pode protegê-la de um maníaco cuja volúpia de matar não se detém diante de nada... nem de ninguém?

O que eu achei:

Acostumada como estou aos livros hot de hoje em dia, ler uma Nora Roberts é ter enredo em cima de suposições de cenas hot. Nada explícito, tudo nas entrelinhas. Você entende que eles transaram, mas o que eles fizeram fica estritamente entre eles e a autora, rs. É uma quebra do marasmo, pois a história policial narrada é muito boa e rouba a cena completamente.

A heroína Grace é forte, decidida e não se deixa convencer facilmente por Ed nem por ninguém. Inteligente, tenaz, realmente gostei dela.

Ed é aquele homem pra casar. Fofo, romântico, forte quando precisa e terno quando tem que ser. Perfeito, casaria com ele facilmente.

Os personagens secundários também são ótimos: Ben, o parceiro e melhor amigo de Ed e Tess, a esposa de Ben. Só achei que a história deles poderia ser um pouco mais desenvolvida, já que foram deixados vários ganchos, mas todos sem resposta. Uma pena. Poderia ter havido outro livro na sequencia para contar a história desses 2. Mas como Virtude Indecente já tem bastante tempo, acho que se Nora pensou em fazer isso, arquivou completamente a ideia.

Recomendo, li em 2 dias mas as máquinas de leitura oi Sammy Maria poderiam ler em um facilmente. Boa história, personagens carismáticos.... recomendo.



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[Resenha] Sol e Tormenta - Leigh Bardugo

Posted by Nanda Cris on 12 de outubro de 2014 14:27 in , ,
Olá!!!

Domingo de preguiça e eu terminando uma leitura, vamos ver a resenha?


Esse livro é a continuação de Sombra e Ossos, que você pode ver a resenha aqui: link.

Sinopse:
Perseguida ao longo do Mar Real e aterrorizada pela memória dos que se foram, Alina Starkov tenta levar uma vida normal com Maly em uma terra desconhecida, enquanto mantém em segredo sua identidade como Conjuradora do Sol. Mas ela não pode ocultar seu passado e nem evitar seu destino por muito mais tempo. Ressurgido de dentro da Dobra das Sombras, o Darkling retorna com um aterrorizante e novo poder e um plano que irá testar todos os limites da natureza. Contando com a ajuda e com os ardis de um admirável e excêntrico corsário, Alina retorna ao país que abandonou, determinada a combater as forças que se reúnem contra Ravka. Mas enquanto seus poderes aumentam, ela se deixa envolver pelas artimanhas do Darkling e sua magia proibida, e se distancia cada vez mais de Maly. Ela será então obrigada a fazer a escolha mais difícil de sua vida: ter sua pátria, seu poder e o amor que ela sempre pensou ser seu porto-seguro ou arriscar perder tudo na tormenta que se aproxima.

O que eu achei:

 Eita leitura difícil!

Livro arrastado, sem assunto, chato... no livro vemos Alina fugindo do Darkling, criando um abismo entre ela e o Maly e tentando ser a líder que conseguirá salvar Ravka. Isso tudo cheia de mimimis e encheções de linguiça. Me pergunto como uma heroína pode ser tão burra e fazer tanta asneira num livro só.

O final é um problema a parte, me deixou com um sentimento péssimo de desesperança. Fui ficando deprê e terminei quase querendo jogar o livro pela janela. Agora que li o um e o dois, com certeza lerei o 3, mas já sabendo que o sofrimento será certo, apesar de torcer para estar errada.

E vocês, já leram essa história? O que acharam?



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[Resenha] Luxúria - Eve Berlin

Posted by Nanda Cris on 10 de outubro de 2014 09:45 in , ,
Oi meninada marota!!!

Sexta-feira chegou, êêê! Para comemorar, trouxe mais uma resenha! Vamos conferir?


Baixei esse ebook despretensiosamente, comecei a ler achando muito 50 Tons, mas no final curti bastante. Mas calma, estou colocando o carro na frente dos bois!

Sinopse:
Quando achava que era hora de parar... Ela então pediu por mais... Quando Dylan Ivory, escritora de romances eróticos, recebe o contato de Alec Walker, nem imagina o quanto esse homem pode mexer com seus pensamentos. Conhecido por ser um famoso dominador em relações sadistas e sadomasoquistas, Alec tenta convencer Dylan de que a melhor forma de se aprofundar no assunto - e então escrever um livro o mais próximo possível da realidade - é viver uma experiência como submissa e sentir na pele a sensação desse tipo de relação. Para Dylan, essa proposta será difícil de ser aceita - uma vez que ela é fanática por ter o controle de tudo em sua vida. Embalados por um misto de prazer e apreensão, o casal se vê em uma situação tentadora enquanto evitam entregarem-se ao sentimento que nasce entre eles.

O que eu achei:

Como eu disse antes, peguei esse livro achando que ia ser muito 50 Tons. A garota de olhos cinza (como o do Sr. Grey) e o cara de olhos azuis (como o da Anastácia), curtindo um love com uma pegada de couro e chicote. O começo foi morno, apresentando os personagens. Aquela velha fórmula: um cara lindo de morrer, uma mulher belíssima e química estilo miojo, 3 minutos e pronto. A escrita também foi bem previsível: após a apresentação dos personagens, teve o clássico 9 semanas e meia de amor. Tirando as partes em que a protagonista (Dylan) ficava com análises psicológicas de si mesma tentando racionalizar algo que não tem como ser racionalizado (como colocar o amor sob uma perspectiva lógica?) eles só transaram, transaram e transaram. Ótimas transas, diga-se de passagem, mas apenas isso. O final não é muito surpreendente, e aconteceu do mesmo modo que 50 Tons (quem lembra do problema no helicóptero do Grey sabe do que eu estou falando). Enfim, leitura leve e hot, eu gostei e vou ler os outros, mas fico feliz por não ter comprado o livro e sim lido em ebook.




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Passeio de ônibus e observação comportamental urbana

Posted by Kbeça on 30 de setembro de 2014 14:22 in , ,
Oi! Eu sou o Kbeça. :)

Estava passando por aqui e decidi compartilhar com você, sim você que está lendo, minha experiência cotidiana e minha impressão sobre o evento.

Antes de mais nada, necessito de uma explicação para que você entenda e se situe:
Eu sou do Rio de Janeiro, capital, e aqui há muitos anos foi implantado um sistema de cobrança de passagem através de um cartão e um leitor eletrônico. O leitor é integrado a roleta e um comando do motorista. 

Por quê isso? Porque existem vários tipos de cartões, mas separados em duas categorias. 


  

 
A primeira é autônoma, não precisa da ação do motorista para liberar a roleta. Ou seja, você passa o cartão no leitor, ele verifica se o cartão possui saldo, e libera a roleta. 


A segunda é dependente da ação do motorista para liberar a roleta. Este é utilizado por idosos, portadores de necessidades especiais e estudantes da rede pública de ensino. Você passa o cartão no leitor, ele reconhece o seu cartão, emite um sinal, o motorista libera a roleta e você passa. E ainda existe o dinheiro. Você dá o dinheiro para o motorista, ele libera roleta e você passa. Parece que eu estou sendo redundante com esse negócio de "Libera e passa", mas você entenderá.

Todas as vezes eu pego um ônibus, eu entro, cumprimento o motorista, passo o meu cartão no leitor, que é autônomo, a roleta é liberada e eu passo tranquilamente. E agora vem o quê eu queria compartilhar com você, querido visitante. Você deve estar se perguntando: como você sabe que a roleta foi liberada, prezado Kbeça? Magia? Adivinhação? O Cosmos? Não meu amigo. Acontece que no leitor de cartões existe um visor que além de lhe informar data, hora e seu saldo, ele ainda apresenta a mensagem "PASSE", informando que você pode PASSAR. Olha que modernidade. Além disso, a roleta emite um "clic" informando que ela foi liberada. Pois bem.

Me alegra a vida ficar assistindo as atitudes esdrúxulas das outras pessoas. Assim como deve alegra-las assistir as minhas. Claro. Porque não existe nada melhor na vida que assistir e comentar a vida alheia. Vide reality shows à fora.

Após a minha passagem pela roleta eu fico assistindo os passageiros que entram e pagam em dinheiro. Eles entram, alguns educados, outros guardando a educação para a visita do Grão-Duque da Polinésia, dão o dinheiro ao motorista e... correm para  roleta e começam a encoxa-la, em um rito frenético e animalesco. O coitado do motorista nem bem olhou para a própria mão, para ver o valor largado, e a criatura já tá lá no ritual do acasalamento solitário com a pobre, vermelha e esguia roletinha. Coitada. Literalmente. E quando eles estão quase chegando ao clímax, visto que alguns se empolgam e começam a gritar "Ô motorista", "Vamô, porra", "Liberaê" e o meu favorito "Vai, vai", ainda não sei se eles gritam para o motorista, para a roleta, ou para eles mesmos, mas seja como for, o motorista libera a roleta e eles passam fulos da vida, xingando e com caras de zangados. Também, quem gosta de ter o ato interrompido? Logo na hora que tava bom o motorista decide liberar a passagem? Sacanagem isso aí, pô!

O ponto é: por que não entregar o dinheiro, ficar parado olhando para o visor do leitor de cartões e, assim que a senha mágica "PASSE" aparecer, caminhar para a roleta e gira-la? Tá com medo que o coleguinha de trás dê um triplo mortal carpado e role a roleta no seu lugar? Juro que se alguém fizesse isso comigo, eu pagava a passagem e ainda aplaudia.

O melhor é que agora existem alguns ônibus com duas roletas: uma para cartões autônomos e outra para cartões dependentes e dinheiro. Vamos chama-las de roletas A e D. Imagina a cena: só um lugar vago. João na roleta A e Maria na roleta D. Ambos olham para o único lugar vago, se entreolham e correm. Maria dá um peixinho por baixo de D, enquanto João salta com graça sobre A. No meio do corredor vão se cotovelando* até chegarem ao acento. Vence quem chegar primeiro. Depois os outros passageiros aplaudem, como manda a boa educação, e votam no "Estilo", "Velocidade" e "Performance" da conquista do acento. A premiação será televisionada para todo o país. Não se preocupe.

* Se você veio atrás do asterísco, é porque eu escrevi "cotovelando", e eu não sei se é "acotovelando" ou "cotovelando". Usei a lógica que eu possuo um cotovelo e no mesmo caso de soco, que fica socando, e não assocando**, escrevi dessa forma. E sim, estou com preguiça de procurar no Google. Sim, eu podia estar procurando no Google, eu podria estar comendo, eu podia estar dormindo, mas não. Estou aqui escrevendo.

** Se fosse assocando, os meninos da bandeira colorida, poderiam chegar para uns valentões e falar "Aí otário. Eu vou te assocar todo". Isso seria ótimo. O camarada não saberia se é uma ameaça (socar todo), uma cantada (assoprar todo), ou um fetiche esquisito (açucarar todo). Imagina a cara do sujeito?***

*** Impressionante a sua curiosidade. Só vim aqui para saber se você ia ler. :D
Mas, para não te deixar sem nada, fica o link para o site oficial do RioCard demonstrando o funcionamento de pagamento de passagem usando o cartão e o leitor.

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