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Eu gosto de mulher perfeita - II

Posted by Nanda Cris on 12 de outubro de 2011 13:27 in , ,
Na onda do "Eu gosto de mulher perfeita", vi esse texto no facebook e achei bem legal, resolvi compartilhar aqui com vcs, queridos amigos:



"É melhor você ter uma mulher engraçada do que linda, que sempre te acompanha nas festas, adora uma cerveja, gosta de futebol, prefere andar de chinelo e vestidinho, ou então calça jeans desbotada e camiseta básica, faz academia quando dá, come carne, é simpática, não liga pra grana, só quer uma vida tranqüila e saudável, é desencanada e adora dar risada.

Do que ter uma mulher perfeitinha, que não curte nada, se veste feito um manequim de vitrine, nunca toma porre e só sabe contar até quinze, que é até onde chega a sequência de bíceps e tríceps.

Legal mesmo é mulher de verdade. E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa.
Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira. Pode até ser meio mal educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas e daí?
Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução. Mas ainda não criaram um remédio pra FUTILIDADE!!"

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Desafio da Imagem + Sombras da Noite

Posted by Kbeça on 11 de outubro de 2011 16:45 in , , , ,
Primeiro quero dizer que quem não lembra/conhece o texto aqui está o link para ele. Até mesmo para ambienta-los.

Segundo, eu adicionei o título com a parte, a data e o horário e alterei o nome do convento de "Espírito Santo" para "Santo Antônio", apenas pelo segundo realmente existir e se encontrar no Largo da Carioca que é próximo de onde a estória é narrada.

E terceiro, vou aproveitar para responder os desafios, dando continuidade ao texto.

Sombras na Noite - Parte 4 (desafio da Nanda - Imagem)


Rio de Janeiro - 20/01/2007 - 17:08H

- Onde eu encontro esses jesuítas?
- Em todo lugar. Mas, sabemos que a espada se encontra no Colégio Anchieta em Nova Friburgo. - Sem esperar por mais perguntas levantou-se, lhe deu as costas e caminhou com passos firmes até uma porta no fundo da sala. Jorge a tudo observava. - Chame a irmã Rita.
Caminhando de volta, Jorge percebeu como sua mãe envelhecera desde a última vez que a viu. Mesmo mantendo a postura ereta, os passos firmes e a altivez, podia-se perceber que algo mudara.
- Mãe, o que houve?
- Mandei que chamassem uma irmã...
- Não. Digo com a senhora. Percebo que está diferente.
Um leve estremecimento na face e uma nuvem passou por seus olhos.
- Tempos difíceis. Em breve você saberá.
Mal terminou a frase e a porta atrás dela abriu-se. Uma mulher lindíssima, de grandes olhos azuis e cabelos ruivos como o sol poente, trajando apenas o hábito, sem o véu das freiras, vinha em sua direção.
- Controle-se Jorge. Esta é a irmã Rita. Ela lhe ajudará, em parte, na sua busca. Irmã Rita, este é... foi o meu filho, Jorge.
Por mais que o tempo tenha passado, por mais austera e severa que sua mãe fosse, ouvi-la falar assim, para Jorge, ainda doía.
- Muito prazer, Jorge. Queira me acompanhar.
Sua mãe pousou a mão sobre seu ombro, olhou para ele e disse:
- Que Deus te abençoe. Serão tempos difíceis. Não desanime e não perca a fé.
Neste exato momento Jorge lembrou-se porque brigaram.
- Não compartilho da sua fé "irmã" - aproveitou para impregnar de ódio e sarcasmo o título.
- Mas, mesmo assim, ainda tem fé. Não a perca.
Enquanto a madre superiora ditava ordens para as irmãs, Rita caminhava apressada por entre corredores estreitos do convento, guiando-o. O hábito deixava claro que por debaixo dele, havia uma mulher com muitas curvas e Jorge não conseguia parar de olhar para aquele traseiro a sua frente.
- Não julgue a Madre Superiora. Ela tem passado por maus momentos ultimamente.
- Hunf! Você não faz ideia o que eu tenho passado.
- Bom, se você for mesmo o guerreiro anunciado pelo profeta louco, então eu faço sim.
- Quem é este..
- Chegamos!
Os dois estavam em uma sala repleta de armas, relíquias, símbolos, crucifixos, galões de água, livros e uma variedade de coisas.
- Papanaguleo. O quê é isso tudo?
- Este é o nosso arsenal. É aqui que guardamos nossas mais valiosas e poderosas armas.
Rita foi até um baú encostado em uma parede, abriu-o, tirou um traje negro e atirou-o para Jorge.
- Vista.
Várias outras freiras começaram a entrar e pegar um bloco de massa quadrado guardado em uma grande caixa.
- O que é isso, para que é isso? - Perguntava Rita.
- A Madre mandou colocarmos isso em todo o convento e evacuarmos.
- E para onde vamos?
- Para o colégio Santo Inácio.
- Ei, ei. Aonde eu vou colocar isso. - perguntou Jorge.
- Ali tem um biombo. Vistasse ali atrás.
- O que é isso?
- Um traje especial. Mistura kevlar, látex, couro e algumas partes metálicas.
- Para que isso?
- Você faz muitas perguntas. Vistasse, vamos logo. Pelo visto, não temos mais muito tempo.
Enquanto estavam ali, muitas outras freiras entraram, pegaram caixas, armas, bolsas, munições e sairam levando-as.
Depois de vestido, Rita lhe deu uma espingarda de Paintball e munição, uma Glock 9mm, três pentes, uma faca com fio azul, algumas granadas, um capacete, óculos escuros de ciclista e um sobretudo.
- Meu Deus, eu estou indo para a guerra? - Completou a pergunta com um sorriso irônico.
Rita sorriu-lhe amavelmente, e, olhando em seus olhos respondeu:
- Sim. Você está. Agora venha.
Virou-se puxando o hábito pela cabeça e indo em direção a uma bolsa próxima a porta por onde entraram. Quando tirou o hábito revelou estar usando um traje igual ao de Jorge. Tirou da bolsa um sobretudo, vestiu-o, jogou a bolsa por cima dos ombros, e saiu.
- Para onde vamos?
- Nova Friburgo.
Por onde passavam não viam mais ninguém. Muitos dos quadros, imagens e pertences haviam sumido.
Chegaram a garagem e agora com apenas dois SUV, em um deles a mãe de Jorge. Ela se aproximou de Rita...
- Filha, não se perca e não deixe este pecador lhe arrastar com ele.
- Pode deixar madre. Me manterei firme.
- Agora eu sou um pecador também?
- Todos fora do caminho do Senhor, o são. Que Deus os proteja. Vocês tem dois minutos antes da detonação. - Entrou na SUV, que deu partida e saiu do pátio do convento.
- Entre no carro Jorge. - Sem demora o fez. Rita deu uma última olhada nos muros. Entrou no carro e saiu.
Depois de alguns metros ouviram uma grande explosão, sentiram o chão tremer. Jorge olhou para trás.

- Meu... Deus... Você...
Lágrimas corriam pela face de Rita, enquanto ela dirigia.
- Tente descansar. Quando chegarmos ao colégio, lhe acordo.

Bom taí. Primeira parte do meu desafio. Espero que gostem.

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Desafio para a Olhos Celestes

Posted by PatyDeuner on 15:34 in , , , ,
Olá Olhos!
Eu sei que você tá doida pra escrever mais uma estória, então vou te mandar uma imagem pra você praticar seu lado romântico e cômico ao mesmo tempo.

Vai aceitar Olhos?



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Posted by Olhos Celestes on 10:21 in , ,
Pedi para o Baltazar, em off, me dar 5 palavras, ele me deu, e aqui está o texto para todos verem... espero que gostem! ;)

Botão
Cadeado
Vinil
Brochura
Farmacêutico


- Eu preciso de um tempo! – vociferando isso ela virou-se e foi embora.
Maicon ficou ali, parado, atordoado. Porque aquilo estava acontecendo, era o amor da sua vida que acabara de gritar e dar-lhe as costas...
“O que eu fiz?” ficou pensando nisso enquanto caminhava sozinho pela rua, sem rumo, de cabeça baixa... BAM! Trombou com outro rapaz que vinha apressado pela rua, trazendo uma caixinha de botões, que se esparramaram pelo chão. Estava começando a chover, atrapalhado ele ajudou o rapaz a juntar os botões, mas o rapaz, ainda mais apressado, esqueceu um... um lindo botão em forma de coração. Maicon ficou olhando para o botão, a chuva caindo sobre sua cabeça, até que largou o botão no chão e voltou a caminhar, o pensamento distante, a cabeça baixa, doendo...
Entrou em uma farmácia, pediu um remédio para a sua dor de cabeça. O farmacêutico o olhou com pena, o rapaz todo molhado a sua frente, o olhar perdido, certamente que tinha sofrido uma decepção. Deu-lhe o remédio e desejou-lhe sinceras melhoras.
Maicon continuou andando, agora tinha tomado o seu remédio, mas a dor de cabeça custaria a passar. Chegou em casa, cadê as chaves? Ai, que dia... Maicon revirou os bolsos, a mochila, nada das chaves de casa... Ah sim, a carteira! Lá estava o molho de chaves, nem se lembrava de ter posto na carteira. O cadeado emperrado. Agora ele só queria entrar o quanto antes em casa, com raiva, quebrar tudo que lembrasse ela, os porta-retratos, a blusa que ela gostava que ele usasse, aquele vinil que eles ouviam juntos, tantos cadernos brochura em que guardava centenas de poemas feitos para ela, os livros que compraram juntos... Estremeceu, estava ficando resfriado, mas quem se importaria? Estava começando a chorar, e o cadeado, nada do cadeado abrir!
Chutou o portão, amaldiçoou o mundo e voltou a tentar o cadeado, finalmente abriu, aleluia! Agora a parte difícil, entrar em casa e ver lá todas as coisas que lembram ela. Ah, porquê? Entrou relutante, fechou a porta atrás de si e acendeu a luz.
Foi pego de surpresa por alguém que agarrou-o o deu-lhe um beijo forte. ERA ELA! Seu coração explodiu e sumiu de dentro dele enquanto vários de seus amigos gritavam “Surpresa!”. Sem entender nada e quase tento um ataque do coração Maicon olhou, apelativo, para Luiza, seu grande amor que lhe sorria segurando a sua mão.
- Hoje é seu aniversário, nem mesmo você lembrou disso?
- Por... que? – Conseguiu gaguejar, um misto de felicidade e medo dentro de si.
- Eu te amo, seu bobo! – Ela riu, percebendo o que aconteceu, ou o que ele achava que tinha acontecido – Você pensou que eu estava te deixando de verdade? – riu de novo – Eu precisava de um tempo sozinha pra poder arrumar essa festa surpresa pra você!
Maicon ficou vermelho, olhou em volta e riu da sua própria idiotice de ter pensando que ela havia lhe deixado, beijou-a de novo e ainda um pouco envergonhado foi curtir a sua festa de aniversário, com direito a pizza e muita, muita cerveja.

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Desafiando quem faltava...

Posted by Marcinha on 9 de outubro de 2011 23:57 in ,
Desculpem a demora, ando com tanta coisa na cabeça que a minha ficha anda demorando bastante a cair... Desejo desafiar a criadora do Desafio Situando no Tempo e no Espaço... Nanda Cris! Estou bastante curiosa em saber como ela desenvonverá seu próprio desafio! Aceita a peleja, Nanda?

O panorama:
A noite estava um verdadeiro breu e os faróis do carro iluminavam apenas alguns metros à frente na estrada. Acelerava o carro o mais que podia, tinha certeza que o veículo de tras estava seguindo o seu. Não muito longe, já podia ver as luzes da cidade mais próxima. O ponteiro do combustível estava tão baixo que o carro podia parar a qualquer momento. Havia uma arma debaixo do banco, mas não tinha certeza se estava carregada. E, a cada curva acelerada, algo pesado se batia contra as paredes internas do porta-malas.

Queridos companheiros de blog, tenhamos todos uma semana ótima! Beijos!

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Fotos Artísticas

Posted by PatyDeuner on 21:07 in , , , , , ,
Estas fotos artísticas revelam uma grande imaginação.
Imagens fantásticas do
 fotógrafo sueco, Erik Johansson.

Faz teu próprio caminho na vida.

Não sejas tão severo contigo mesmo.

Não te preocupes tanto com coisas sem importância.

                                      Sinta-te Livre...

                             … Sem perder teu rumo.

Se necessário pede ajuda.

Apende a dizer BASTA quando for demais!

                    Contribui  pintando um mundo melhor.

Deixa-te guiar por teus sonhos.

Divirta-te com teus amigos!

Para de caminhar em círculos.

Prefira ser e não parecer.

                                    Deixa de ter medo…

                              Aceita ver-te tal como és.

Evita te prender às coisas materiais

Dá-te o tempo que mereces.

Aprende a conhecer a fundo as coisas, em vez de construir tuas bases em ilusões

Aceita que o caminho, às vezes, é mesmo difícil.

Que a luz te guie, porém não se encandeie, seja realista.

    Não desanime, se achas que perdeu o  elevador...

                 …pois sempre haverá uma escada, 
                            E a vista será esplêndida!
                                   Seja Feliz!

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O fim...

Posted by Olhos Celestes on 11:59 in ,

Depois de um tempo sumida, cá estou eu respondendo ao meu desafio das frases:

Gostaria de começar tudo de novo.

Cale-se! Você não tem nenhum direito aqui!

Vamos fazer um acordo.

Haviam dezenas de flores espalhadas pelo quarto

Tudo ficou escuro

Estava andando pela rua, era o comecinho da noite, mas o dia ainda estava claro. Eu estava voltando do serviço, aquele trabalho chato que me sustentava... estava pensando no que escrever quando chegasse em casa. Não me sentia muito bem, estava vaminhando em direção ao lugar marcado em que eu sempre encontrava meu marido, e voltávamos para casa juntos, mas nesse dia em especial eu andava lentamente, tudo girava, desfocava, comecei a suar frio e de repente tudo ficou escuro.

Não me recordo de nada entre esse meio tempo, não lembro onde já estava quando tudo desapareceu, mas acordei na minha casa, olhei ao redor, haviam dezenas de flores espalhadas pelo quarto. Achei que eu ainda dormia e fiquei apenas observando, tentando me convencer de que estava acordada. Procurei com os olhos pelo meu amor, não o vi. Senti um cheiro forte de comida e meu estômago respondeu com um ronco, mas não me alterei, continuei ali, deitada, observando aquelas flores. O que ele estava aprontando pra mim?

Depois de mais alguns minutos a porta do quarto se abriu lentamente. Com um sorriso no rosto esperei meu amado entrar trazendo, obviamente, a comida que estava preparando pra mim. Mas para o meu espanto quem entrou foi Johni, o meu cunhado. Meu sorriso desapareceu e um olhar de espanto e perpexidade tomou-me.

- O que você está fazendo aqui? – Perguntei, quase gritando, e sentei na cama. Como ele tinha conseguido a chave da nossa casa? E onde estava meu marido? O que estava havendo?

Ele me lançou um olhar atrevido e cheio de malicia, o que me deixou com mais medo.

- Vamos fazer um acordo...

- Do que você está falando? Johni, cadê o meu marido?

- Ele... digamos, sofreu um acidende, e agora você só tem a mim para cuidar de você. – Eu estremeci e meus olhos marejaram, ele continuou – O acordo é simples: você dorme comigo todas as noites e eu deixo você ficar com a casa e com toda a mordomia que eu puder te dar! Pode apostar que é muito mais do que o traste do meu irmão te dava.

- Cale-se! Você não tem nenhum direito aqui! Essa casa é minha, seu desgraçado... onde está o pai do meu filho?! – comecei a chorar, desesperada.

- Ow minha flor, não chore, veja só tudo que fiz pra você... – ele apontou para as flores e se aproximou para tocar o meu rosto.

Indignada eu dei um soco na cara dele, eu não tinha muita força, é claro, mas ele ficou assutado com o meu movimento e se afastou um pouco, o necessário para eu levantar e correr para o armário onde meu marido guardava a arma. Ele me olhou perplexo demais para ter alguma reação, eu apenas perguntei mais uma vez:

- Onde está o meu marido? – a frase saiu entre dentes e quase inaudível devido as lágrimas, mas clara o bastante para ele entender.

- Está no bosque lá atrás, amarrado em uma árvore, você pode ir lá ver que é verdade, mas se acalme, por favor minha flor!

Não acreditei em uma palavra do que ele disse, ou pelo menos eu não quis ouvir. Eu amava o meu marido mais do que tudo nesse mundo, mas nem tinha certeza que o filho que eu estava esperando era dele ou do Johni, que havia me pego a força e me estuprado duas vezes. Eu firaca calada para meu marido não matasse o príprio irmão por conta disso, o que eu sabia que aconteceria, e em todo caso eu acreditava que o filho era do meu amor. Mas agora, tudo isso que ele estava fazendo comigo, eu não ia deixar barato, mais uma vez, eu mesma faria o trabalho. Em um segundo eu ouvi o tiro, vi seus olhos arregalarem, vi o baque da arma caindo no chão e ele caindo ensanguentado na minha frente, ainda tentando pedir ajuda.

Foi tudo tão rápido, mas quando dei por mim ele ainda estava vivo e se debatendo no chão. Juntei a arma, atirei de novo, virei-me e não olhei pra trás. Sai correndo da casa e fui até o bosque, procurar pelo meu amor, a arma na mão, os olhos ardendo de tanto chorar, a cabeça explodindo, e tudo passava por mim como num filme.

Encontrei-o, conforme Johni me disse, amarrado em uma árvore não muito longe da casa, esfaqueado e sem vida. Agarrei-o, chorei, chorei. Não me lembro de muito mais o que aconteceu, meu desespero só aumentando. Só me recordo do som das sirenes chegando perto da casa. Acordei do meu transe, a arma ainda em minha mão, meu amor na minha frente sem vida, mas eu sentia a vida dentro de mim, aquele feto. Mas de que adiantava? Ele não tinha pai, sua mãe era uma assassina e ele nasceria na cadeia. Jamais essa foi a vida que sonhei pro meu primeiro filho.

Gostaria de começar tudo de novo. Ergui a arma lentamente, coloquei firme contra a minha cabeça, mais um tiro e tudo escureceu outra vez.


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