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Bandejas DURANOX

Posted by PatyDeuner on 18 de setembro de 2012 08:51

Bom Retalhenses, ai vai a resposta do desafio do comercial. Com certeza não chega nem perto do alto nível dos nossos escritores por aqui, mas acho que criei uma cena interessante para um objeto tão incomum para um comercial. Não reparem nas montagens amadoras que fiz. Foi o máximo que consegui! (a Telma vai até fazer caretas com elas rsrsrsrs)

A cena começa com um restaurante cheio. Muitos burburinhos e tilintar de copos em um ambiente agradável e heterogêneo. Um garçom, novato e inseguro, trava logo na saída da cozinha ao se deparar com tantas mesas cheias.  Ele olha para a bandeja vazia e reluzente tremendo em suas mãos, mas resolve dar os primeiros passos em direção aos clientes. Sem querer um homem arrasta um pé na frente do garçom fazendo-o cair de cara no chão (em câmera lenta), enquanto a bandeja voa pelos ares (também em câmera lenta). A câmera intercala entre o movimento elíptico da bandeja, o olhar assustado do garçom para ela e os olhares curiosos de diversos clientes em suas mesas. A bandeja cai nas mãos de uma dondoca muito maquiada, que se assombra ao ver sua beleza reluzida no inox brilhante e polido. Com um sorriso de satisfação ela retoca seu batom na imagem refletida na bandeja.
Nesse momento o garçom pega de volta sua bandeja da mulher desculpando-se, quando um enorme homem com cara de poucos amigos e vestido como um lutador de UFC se aproxima dele carrancudo. O garçom eleva a bandeja sobre o rosto para proteger-se (e a bandeja sempre reluzindo). O homem dá um soco fortíssimo no meio da bandeja fazendo um som gutural de lutador “whoooooooooooooow!!! E o garçom novamente vai ao chão segurando a bandeja, que continua totalmente intacta e brilhante.
 Um novo cliente com trajes de eskatista (segurando seu skate debaixo do braço e com cara de impressionado), pega a bandeja das mãos do garçom (que ainda está estirado no chão segurando a dita cuja e com cara de incrédulo) vira a bandeja de um lado, vira do outro, e joga-o no chão para fazê-lo escorregar, pulando sobre ele e deslizando entre as mesas do restaurante. Numa última manobra radical sobre a bandeja ele derrapa e faz a bandeja novamente cair nas mãos do garçom, que gira a bandeja, impressionado ao ver que ela ainda esteja intacta, sem nenhum arranhão e totalmente brilhante!
Nesse momento entra o som da voz do anunciante.
“Seu cliente merece o que tem de melhor em bandejas multiuso. Sirva sempre com Duranox, que não arranha, não amassa e nunca perde seu brilho.”
E o inseguro garçom passa servindo as mesas com um sorriso radiante e totalmente confiante com a bandeja reluzindo em suas mãos enquanto o anunciante recita a frase final.

                 “Duranox – nesse você pode confiar.”







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Batata Quente (2) - Parte 8

Posted by Olhos Celestes on 17 de setembro de 2012 08:00 in , ,

— Suzane, eu... – como iria dizer isso a ela. - eu tenho que te contar uma coisa...
Cristopher foi interrompido por um estrondo vindo de uma das janelas da catedral. Ambos olharam sobressaltados para a janela e avistaram um vampiro se jogando contra ela uma, duas... na terceira vez a janela se estilhaçou e ele foi parar dentro da catedral dando cambalhotas, mas rapidamente se pôs de pé e começou a caminhar lentamente em direção ao casal.
Cristopher se postou entre Suzane e o vampiro. Era o vampiro que havia bebido o sangue de Suzane e, para a surpresa de Cristopher, ele parecia intacto, até mesmo a asa que lhe havia arrancado estava no lugar.
— E agora, - a voz do vampiro soou grotesca, pesada – vai esconder sua queridinha onde? Não podem mais fugir de mim, não podem mais se esconder.
Suzane estremeceu. Cristopher rapidamente se transformou em gárgula e atacou o vampiro com um golpe direto no pescoço, que este desviou e acertou Cristopher por trás com um soco nas costas, que o fez cair no chão. A gárgula levantou-se rápido e tentou em vão desferir outro golpe contra o vampiro, que desviou novamente agarrando-o com suas garras afiadas. Neste momento Cristopher viu pela janela quebrada que um bando de vampiros sobrevoava o lugar pelo lado de fora só esperando o desfecho da luta.
Aproveitando da distração de Cristopher o vampiro agarrou-o pelo pescoço e jogou-o contra uma parede, quebrando-a. Suzane deu um grito, o que fez o vampiro se voltar para ela. Amedrontada ela tentou correr, mas antes do terceiro passo sentiu ele agarrar-lhe e levantar voo. Ela olhou suplicante para Cristopher, que estava desacordado em sua forma humana no meio dos destroços da parede destruída. No fundo ela sabia que ele ainda viria lhe salvar.
O vampiro encontrou os outros que voavam do lado de fora, ela ouviu garnidos que pareciam de vitória. Os vampiros a levaram para um túnel que ela não soube identificar onde exatamente ficava, entraram em uma sala de iluminação fraca e um cheiro podre muito forte que a fez vomitar quase instantaneamente, então amarram-na em uma viga de sustentação. Fraca e assustada Suzane acabou desmaiando.


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Pantufas Fofuxas

Posted by Nanda Cris on 16 de setembro de 2012 08:00 in ,
A música começa a tocar...

"Tchu, tchuru, Tchuru, Tchu tcha"

Enquanto vem um bebê lindo, gordinho, loirinho, com enormes olhos azuis e apenas 1 dentinho na frente, correndo dentro de uma casa, soltando gritinhos de felicidade, em direção à câmera usando apenas uma pantufa do ursinho Pooh no pé e uma fralda descartável.


"tchuru Tchuru Tchu Tcha"

A mãe, ainda de pijama, o pega do chão e se deixa cair para trás em uma cama, com colchão de mola, onde, abraçada ao filho, ela quica enquanto eles riem felizes. O pé da mãe levanta no processo, ganhando destaque na cena e é possível ver sua pantufa do Frajola.

"Tchurum bum bom, tchurum xi bom"

A camera se afasta um pouco e mostra a pai, que neste momento abraça a mãe enquanto faz carinho na cabeça do filho. O pai usa uma pantufa do Pateta e pijamas. A filmagem muda de ângulo e agora é feita de baixo para cima, assim podemos ver ursinho Pooh, Frajola e Pateta em destaque na cena.



Eles continuam brincando e rindo enquanto o locutor diz:

Pézinho, pé, pézão.
Não importa o seu tamanho, o que importa é a diversão.
Pantufas Fofuxas, há uma para casa ocasião.

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Mouse

Posted by Unknown on 15 de setembro de 2012 17:03 in , , ,


Gente...
Sei que tô em falta por aqui.
Tenho o desafio do Baltazar e agora o do Kbeça (aquele do cara com a mulher fatal doente mental, desencanei)... tô com muito trabalho e um projeto a ser feito agora para frutos serem colhidos a longo prazo e isso tá me enlouquecendo...
... então, sejam generosos e desculpem minha ausência.
Sinto falta.
Esse desafio é uma “rapidinha”, ok?
Vamos a ele!

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Uma mulher (esposa) limpa a casa, vassoura na mão, enquanto dança ao som do clip (veja abaixo) que está sendo reproduzido por uma TV na sala.

Ambos aparecem no foco da câmera. Mulher dançando do lado direito.

A câmera muda para o homem(marido) que bate com o mouse na mesa, em frente ao PC, de costas para a câmera, reclamando:  (ainda ao som da música “I believe em miracles”, mas sem mostrar o clip)
- Esse mouse é uma droga. Clico e ele não responde. Bem que vovó já dizia que quando o milagre é grande demais, o santo desconfia. O barato saiu caro!
Fim do clip de vídeo.
Marido joga o mouse no chão, logo após a vassoura do vídeo matar o rato, a esposa bate a vassoura do mouse jogado ao chão.
Mulher surge com novo mouse no foco na câmera, sozinha:
- Não acredite em milagres, acredite em honestidade: o novo mouse da Retalhos Assimétricos, cumpre o que promete.
CORTA!
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(esse comercial será exibido em horário nobre na Globo. Iremos embolsar uma fortuna! 

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Copos DuraPlast

Posted by Olhos Celestes on 14 de setembro de 2012 22:06 in , , ,

Resposta ao desafio do comercial proposto pelo Kbeça, espero ter feito certo:

Copos DuraPlast

"O cenário é um escritório com várias mesas e funcionários trabalhando muito concentrados. A câmera foca o filtro de água, um rapaz alto e magro, de cabelos claros e vestindo um terno azul escuro, se aproxima do filtro com a expressão cansada, passa a mão na testa para tirar o suor e faz cara de sede colocando a língua para fora. A câmera foca a mão do rapaz retirando um copo plástico do suporte, o copo amassa na mão dele, ele retira outro copo, que também quebra. A câmera foca a expressão irritada dele e novamente a mão dele tirando um copo do suporte, dessa vez o copo sai inteiro, ele coloca o copo debaixo do filtro e o enche, quando vai levá-lo à boca o copo amassa e quebra, molhando-o inteiro. A câmera mostra o rapaz olhando irado para o terno todo molhado, ele abre os braços e dá um grito de incredulidade e raiva, quebrando o silêncio da cena.
A imagem fica lenta e toca uma musica lenta de piano, o rapaz pega o filtro de água e joga no chão, todos que estão no escritório olham assustados para ele, alguns já se levantam e vão se afastando, o rapaz caminha até as mesas e começa a quebrar tudo, jogar material e papéis no chão, joga também um monitor e uma impressora que se estraçalham no chão enquanto todos os funcionários saem correndo em pânico.
O cenário muda, um fundo preto com um ator famoso atrás de uma mesa com alguns copos sobre ela. Ele fala:
— Não deixe que isso aconteça com a sua empresa, compre copos de qualidade para quem faz um serviço de qualidade e para quem quer um serviço de qualidade. – Ele sorri e pega um copo. – Copos plásticos descartáveis DuraPlast, o copo que não quebra e só acaba com sua sede, nunca com sua paciência.
Ele pisca sensualmente apertando o copo até o mesmo ficar totalmente dobrado sem quebrar."

- CORTAA!

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Absorve 3000

Posted by Baltazar Escritor on 13 de setembro de 2012 14:00 in , , , , ,
Respondendo o desafio do KBeça.





“Uma música de Juca Chaves ao fundo.

‘Cagar é bom quando a gente tá em paz,
Ouvindo n’água o som
Que a merda caindo faz...’

Um homem loiro sorri pra câmera. Lentamente ele arria as calças e, ainda com aquele sorriso branco e perfeito, senta no vaso sanitário”.

— CORTA! CORTA!
— O que foi, diretor?
— Está tudo errado. Não é propaganda de pasta de dente, parem de focalizar a boca do ator e baixem a câmera para o que realmente interessa.
— Mas é uma propaganda de tampa para vasos sanitários. Se baixarmos a câmera...
— Se baixarmos a câmera...? O que te preocupa? Deixa que eu respondo. Nada, nada te preocupa porque eu é que decido onde a câmera foca, eu que mando nessa bagaça. Me responda, quem é o diretor?
— O senhor.
— E o que deve ser feito?
— Baixar a câmera.
— Tudo entendido? Ok. Tomada dois!

“A música de Juca Chaves toca de novo, desde o começo. Desta vez o homem loiro está de costas para a câmera, ele olha pra trás e dá uma piscadela. O som de um zíper se abrindo se sobre põe à música”.

— CORTA!
— O que foi agora diretor?
— O que foi? Tudo foi! Pra começar, quem mandou ele ficar em pé? E quem mandou ele ficar de costas também?
— Foi a única maneira que encontramos de filmar o que interessa sem correr o risco de não poder passar a propaganda em horário nobre.
— E o roteiro, a música e o produto? Vamos ter que mudar também?
— ... ...
— Alguém ligue pro fabricante. Isso,passe esse telefone pra cá. Alô, com quem eu falo?
— Alô, aqui é a Rute, quem é você?
— Oi Rute, sou o diretor do comercial que a empresa de vocês encomendou, precisamos tirar umas dúvidas.
— Cadê o Brizola?
— Que Brizola?
— Meu marido. Eu estava falando com ele e de repente estou falando com você.
— Droga! Brizola, pegue esse telefone e diga pra sua mulher que está em horário de serviço e não pode mais falar com ela.
— Senhor, a fabricante está na linha.
— Obrigado senhorita Rocha. Estão vendo? A estagiaria é mais eficiente que todos vocês! Agora silêncio, por favor. Alô.
— Absorve Mais, a líder em banheiros.
— Ah. Alô, eu...
— Para adquirir nossos produtos,tecle um...
— Droga. Odeio secretaria eletrônica.
—... para reclamações tecle três...
— Alguém traga meus calmantes, acho que vou explodir.
—... para falar com um de nossos atendentes tecle sete...
— Vai ser esse mesmo. Onde é o sete nesse celular? Tudo bem, achei, tudo sob controle.
— Absorve Mais, atendimento ao consumidor, boa tarde.
— Boa tarde, gostaria de...
— Desculpe senhor, com quem estou falando?
— Aqui é Renan Bravareis, o diretor do...
— Qual os três primeiros dígitos do seu CPF senhor Renan?
— Zero, três e cinco. Mas eu gostaria de falar com o responsável pelo marketing e...
— Não temos o seu cadastro no nosso sistema senhor Renan, o senhor poderia informar os seus dados para que eu possa estar iniciando o seu cadastro?
— Mas eu não quero me cadastrar, quero falar com alguém da área de marketing!
— Tudo bem, senhor. Eu vou estar transferindo a sua ligação. Aguarde.
— Ei... Ei... Droga. Odeio essas musiquetas, elas me dão sono. Senhorita Rocha, me traga um energético.
— Mas o senhor acabou de tomar os calmantes e...
— FAÇA O QUE EU MANDEI! 
— Absorve Mais, a líder em banheiros. Com quem eu falo?
— COM O DIRETOR PO%R@!
— O quê? Desculpe, não entendi.
— Eu disse que é com o di... ora, esqueça. É do departamento de marketing?
— Sim senhor.
— Aqui é Renan Bravareis, o diretor do comercial da nova tampa para vasos sanitários, a Tampa Absorve 3000. Estamos com uma divergência, talvez o comercial só possa passar depois das 00h00, por causa do conteúdo.
— O senhor tem que falar com a equipe de mídia. Vou estar transferindo a sua ligação.
— Espere! Droga, essa musiqueta de novo. Alguém me de algo para mastigar.
— Aqui está senhor.
— Obrigado.
— Absorve Mais, a lid...
— EU SEI QUEM VOCÊS SÃO. Eu quero saber o que eu faço para...
— Tu... Tu... Tu...
— Caiu a ligação. QUE MARAVILHA! TUDO DO QUE EU PRECISAVA. Uii.
— O que foi senhor?
— Minha barriga. O que é isso que me deram pra comer?
— Pastel.
— Pastel de quê?
— Acho que é de camarão com queijo.
— Camarão?! Onde fica o banheiro?
— Só tem banheiro no outro galpão, o senhor vai ter que sair e dar a volta por trás do prédio.
— Não vai dar tempo.
— O que vai fazer então?
— Ninguém olhe pra cenografia. Quem espiar será demitido. Sai da frente!
“O cenário, uma casa comum, um homem loiro está prestes a entrar no banheiro quando é empurrado por um senhor de terno que chega já afrouxando a gravata.
—Sai da frente!
Ele bate a porta na cara do loiro e sem nenhum pudor arria as calças. A tela fica embaçada e o homem solta sons guturais de prazer, a imagem corta para um teipe da Tampa Absorve 3000, o locutor recita o slogan.
— Absorve 3000, a única que libera particulas purificadoras de ar. Você não vai querer sair da privada!
A imagem volta para a tela embaçada do banheiro, um letreiro aparece com os dizeres: Três horas depois.
— Que maravilha. Isso é bom demais — diz o homem.
A música do Juca Chaves toca durante todo o comercial.

‘Cagaré bom quando a gente tá em paz,
Ouvindo n'água o som
Que a merda caindo faz.

Cagar molinho,
Cagar durinho,
Cagar soltinho,
De qualquer jeito de qualquer maneira,
Até quando é caganeira

Cagar é bom,
É muito bom,
Cagar é bom demais

Tim tim tim...
Tibloft tibloft tibloft plum tibloft plum’.”

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Batata Quente (1) - Parte 6

Posted by Olhos Celestes on 12 de setembro de 2012 17:28 in , ,

Não houve nenhum som, o tempo pareceu parar enquanto Joana vislumbrava aquela luz que quase a cegava transpassar pelo corpo de Thomas. Já não sabia se a luz vinha do cetro ou dele, mas emanava de um jeito assustador. Lentamente, como se aquilo tivesse durado uma eternidade, ela viu Thomas crescer, ele pareceu ficar mais alto, mais forte, como se estivesse se transformando num monstro pior do que já era, um monstro muito além do seu potencial de maldade humana.
Thomas levantou o cetro, apontando-o para o céu, e gargalhou, uma gargalhada sinistra, ecoada, amedrontadora. Tudo não durou mais de um minuto, mas pelo poder que o cetro tem a quem o vê, pareceu uma eternidade. Um tremor involuntário tomou conta do corpo de Joana, agora ela começava a perceber o motivo pelo qual deveria proteger aquele cetro com sua própria vida, percebeu o poder que ele tinha e como poderia causar a destruição do mundo inteiro se caísse em mãos erradas.
Thomas olhou para Joana, percebendo que ela o observava. A luz já havia enfraquecido, mas não o poder que agora ele detinha, seus olhos estavam furiosos e cheios de maldade, Joana percebeu traços vermelhos neles. Ele riu mais uma vez, parecia louco, e com um leve movimento do cetro em direção à ela criou uma rajada de vento extremamente forte e cortante, que a jogou a três metros de distância, ela bateu de costas em uma câmara mortuária, perdendo a consciência.
Thomas saiu andando sem olhar para trás, um meio sorriso alucinado na face, segurando o cetro bem forte, seus passos pareciam de um rinoceronte, sua mente começava a planejar por onde começaria a dominar o mundo.
Joana acordou em um quarto de hospital, ainda amedrontada tentou se levantar e sentiu fisgadas de dor por todo o corpo, só então percebendo que estava ligada a um aparelho que media seus batimentos cardíacos e ao soro. Percebendo que ela acordou um enfermeiro entrou no quarto.
— É bom que não se mexa muito moça, ou vai piorar. Está sedada mas ainda pode sentir um pouquinho de dor, as fraturas foram muito sérias.
— Fraturas? – Joana sussurrou, assustada.
— Pois é, quebrou três costelas e teve duas fraturas na perna esquerda, precisou de cirurgia e vai passar por mais umas duas pelo menos. Além de ter um dedo da mão quebrado e vários hematomas. Afinal o que aconteceu com você? O guarda do cemitério que te deixou aqui não soube explicar o que houve.
— Eu preciso sair daqui. Eu preciso detê-lo! — Joana começou a tentar se levantar, gritando.
— Moça, não, você não pode... — O enfermeiro segurou-a na cama Ouvindo a gritaria outra enfermeira entrou correndo no quarto e aplicou uma injeção para sedá-la totalmente.
“Eu preciso... eu preciso... jurei proteger aquele cetro com a minha vida, agora ele está nas mãos de Thomas e a culpa é minha... eu não posso ficar aqui... quem vai detê-lo agora... quem vai salvar...” Foi só o que Joana conseguiu pensar antes que a inconsciência chegasse.

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E agora que a Joana está fora da jogada, quem poderá deter Thomas? Deixo essa Batata Quente para quem quiser se aventurar agora.

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