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[Resenha] No Limiar do Desejo - Eve Berlin

Posted by Nanda Cris on 27 de novembro de 2014 02:00 in ,
Oi, oi, oi! Correndoooooo! Mais uma resenha express!


Sinopse:
Kara Crawford é uma advogada que sabe como guardar um segredo, ainda mais depois de ter sido desprezada por um ex-namorado ao lhe ter revelado suas fantasias sexuais. Ela não esperava encontrar alguém que pudesse realizar seus desejos mais íntimos e extremos, até vivenciar uma das noites mais incríveis de sua vida ao lado de um homem que há muito admirava. O sexualmente dominante Dante de Matteo conhecia Kara dos tempos do colégio e jamais havia imaginado que as fantasias mais sombrias de uma mulher pudessem ser tão compatíveis com as suas. Mas nenhum dos dois acreditava que aquela paixão pudesse passar de uma noite. Quando Dante é contratado pelo escritório onde Kara trabalha, os dois são confrontados diariamente com as faíscas daquela química explosiva e não sabem como lidar com isso. À medida que o desejo intenso os aproxima, temores bem profundos ameaçam separá-los e eles precisam aprender a abraçar da mesma maneira o medo e o prazer do amor. Vão conseguir? No limiar do desejo é o segundo livro da trilogia de romance erótico, de Eve Berlin, iniciada com o sucesso Luxúria. Conheça a história de como Kara Crawford satisfaz todas as suas fantasias sexuais com o antigo colega de escola Dante de Matteo, com quem passa a trabalhar. Uma história cheia de erotismo, tensão e intensidade.
O que eu achei:

Quem leu o primeiro livro da série, Luxúria (link aqui), sabe que não dá para esperar muito dessa autora. Esse livro foi mais do mesmo: cenas hot ótimas, algumas reflexões psicológicas chatas demais, protagonistas com empatia, história chiclete e impossível parar de ler. Recomendo para quem quer algo sessão da tarde, que prende mas não é nada profundo.



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[Resenha] Recomeço - Cat Patrick

Posted by Nanda Cris on 25 de novembro de 2014 02:00 in ,
Bom dia!!!

Correndo mais uma vez, venho aqui contar de um livro que terminei de ler no sábado mas não resenhei por pura preguiça.. vamos ver qual é?



Sinopse:
Tudo começou com um acidente de ônibus. Daisy Appleby era pequena demais para lembrar — tem apenas flashes do acidente que a matou, e de ter sido trazida de volta à vida. A partir daquele momento, ela se tornou uma das catorze crianças que fazem parte de um programa secreto do governo que visa aprovar um novo medicamento: o Recomeço. Daisy já morreu algumas vezes, e a cada morte ela recebe um novo sobrenome, vai para uma nova cidade e ganha uma nova história. A única constante em sua vida é a própria inconstância. Ao conhecer Matt e Audrey, seus primeiros amigos de verdade, após sua quinta morte, ela tenta criar raízes em mais um lar e começa a descobrir segredos sobre o programa Recomeço. Quanto mais informações vêm à tona, mais Daisy percebe que não passa de um peão em um jogo sinistro, que pode revelar que seu mundo — e tudo no ela que acredita — é uma grande mentira.

O que eu achei:

Esse é o segundo livro da autora que escreveu Deslembrança (link aqui). Assim como o primeiro, este livro tinha tudo pra ser ótimo, mas não foi. A história é inovadora e muito bem bolada. Mas o modo como ele é desenvolvido é que deixa a desejar. Ele é mais raso que poça de chuva. Os conflitos são sem sentido. Os protagonistas não tem empatia.

Vou dar um exemplo aleatório sobre o que eu estou falando. Por morar com agentes do governo, o porão da casa de Dayse é um laboratório do governo, onde tem mais ou menos 50 seringas do Recomeço. Ela rouba o conteúdo de uma e coloca água no lugar. Primeiro furo: se algum dia ela morresse e eles usassem a água nela, não iria dar certo e ela iria morrer de vez. Ela não se preocupou com isso? Não, sabe porque? Porque da última vez em que ela foi reanimada, precisaram usar 3 doses de Recomeço. Então, o Recomeço não funcionar (por ser água) não seria tão problemático assim. Então, não temos mais problema nenhum quanto à água, vida que segue né? Não, agora que vem o grande furo! Os agentes foram noticiados de uma morte e correram para pegar as seringas com o medicamento. Ela surtou e falou para eles não levarem a seringa com a água. O agente olhou para ela com reprovação e avisou que eles iam conversar novamente sobre aquilo. 1. Conversaram? Não, claro que não! Tipo, super normal ela ter roubado o medicamento, pra que confrontar a menina? 2. Se o Recomeço pode falhar e aí eles usam outras doses, pra que contar gzuis????

A súbita amizade entre Dayse e Audrey, como se fossem melhores amigas há anos, unha em carne. Em poucos meses? Sendo que Dayse já tinha uma "melhor amiga" dentro do programa. Volúvel essa menina não?

O comportamento de Matt ao longo do namoro. Esse não posso detalhar muito, mas se vc for ler, preste atenção nele. Totalmente incongruente.

Enfim, mais um livro pra lista de tinha-tudo-pra-ser-ótimo-mas-não-foi-que-pena.






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Perdida by sammyfreitas

Posted by Aptos on 23 de novembro de 2014 21:30 in , , , , , ,



E então eu me perdi. 

Eu me perdi nos meus sonhos, nos meus segredos. 
Eu me perdi nas minhas dúvidas, nas incertezas da vida.

Eu me perdi porque a vontade de ser eu mesma estava condicionada a tudo aquilo que as pessoas esperavam de mim.

Eu me perdi nos gestos de ternura. Eu me perdi no cuidado e preocupação com as pessoas.

Eu me perdi na capacidade de me doar, eu me perdi quando colocava as pessoas em primeiro lugar. 

Eu me perdi porque achava que amar o mundo e doar parte de mim eram a eterna tentativa de tornar ele melhor.

Eu me perdi porque achava que olhar para fora, era suficiente para encher o vazio que havia em mim.

Eu me perdi porque amava ao mundo, mas não necessariamente me amava na mesma intensidade. 

Eu me perdi no amor que eu distribuía, mas que não deixava nada em mim.

Eu cansei de estar perdida. 
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E então eu conheci você. 
E me achei. 



Hoje tudo está mais claro, não há mais dúvidas. Os olhos que vêem são os mesmos, a paisagem é a mesma, mas tudo dentro de mim mudou. 

Hoje posso compreender, aceitar e amar. Amar sem medo e sem culpa e nada mais importa, só o peso que deixou de existir.





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[Resenha] Proibido by sammyfreitas

Posted by Aptos on 01:56 in , , , , , , ,


SINOPSE:
Ela é doce, sensível e extremamente sofrida: tem dezesseis anos, mas a maturidade de uma mulher marcada pelas provações e privações da pobreza, o pulso forte e a têmpera de quem cria os irmãos menores como filhos há anos, e só uma pessoa conhece a mágoa e a abnegação que se escondem por trás de seus tristes olhos azuis. Ele é brilhante, generoso e altamente responsável: tem dezessete anos, mas a fibra e o senso de dever de um pai de família, lutando contra tudo e contra todos para mantê-la unida, e só uma pessoa conhece a grandeza e a força de caráter que se escondem por trás daqueles intensos olhos verdes. Eles são irmão e irmã. Mas será que o mundo receberá de braços abertos aqueles que ousaram violar um de seus mais arraigados tabus? E você, receberia? Com extrema sutileza psicológica e sensibilidade poética, cenas de inesquecível beleza visual e diálogos de porte dramatúrgico, Suzuma tece uma tapeçaria visceralmente humana, fazendo pouco a pouco aflorar dos fios simples do quotidiano um assombroso mito eterno em toda a sua riqueza, mistério e profundidade.


Minhas impressões:
Esse foi um dos livros mais difíceis que li este ano. Quando li a resenha da Manuh Hitz no Blog "Ler para divertir", fiquei interessada na história. E aí, li a sinopse e a curiosidade aumentou muito. Mas, eu não tinha o livro em papel e sempre fico adiando para ler no Kindle. Até que um amigo ganhou o livro no sorteio do Skoob e me emprestou. 

No momento que comecei a leitura, eu já sabia que aconteceria o incesto. A sinopse já falava sobre isso, então era um spoiler gratuito. A questão toda era só como, onde, quando e sob quais circunstâncias. Mantive minha mente aberta e fiquei esperando a bomba... 

O livro foi escrito em primeira pessoa alternando entre Lochan e Maya. Temos uma narração simples e informal, bem parecido com os nossos pensamentos que não são bem lineares. Eu me senti dentro da cabeça dos dois o tempo todo. E nessa narrativa, o amor entre eles cresce, eles finalmente começam a entender o sentimento que tem e o incesto fica como pano de fundo. E ele não é falado e nem pensado. Na verdade, ele meio que some, mas você sabe que está lá. Sofri muito com Lochan, e chorei muito com Maya. 

Se formos buscar o mote da história, vemos que desde muito pequenos eles se consideravam alma gêmeas, melhores amigos, companheiros inseparáveis. Até que chega o momento em que eles crescem e se tornam adolescentes. O pai os abandonou e a mãe  cada vez mais ausente, faz com que Lochan e Maya se tornem os pais dos irmãos menores. E vivendo como pais, quase como um casal com uma cumplicidade única, o que eles menos queriam e esperavam, acabou acontecendo. Apaixonaram-se um pelo outro. Mas eles resistem. Reprimem e negam os sentimentos. Até que um dia, eles não conseguem mais esconder o que está acontecendo entre eles.

Eles foram os personagens mais altruístas que já encontrei em minhas leituras. A preocupação maior deles, sempre foi manter todos os irmãos juntos. Eles se anulavam para cuidar dos irmãos. Mentiam e faziam mil malabarismos para evitar que os assistentes sociais batessem à porta para enviar os irmãos a lares adotivos. 

Confesso, que torci para que eles largassem tudo de mão dessem o grito de independência. E sei lá... torcia para um final feliz, onde eles mudassem de cidade, estado, país, o que fosse, mas que se tornassem a família que queriam ser.


Embora a escrita nos faça torcer pelos dois , Tabitha mostra o tempo todo as implicações e nos questiona o tempo todo o certo e o errado, fica nos fazendo pensar seriamente no que o ato de ficar juntos poderia acarretar não só para suas vidas, mas principalmente para a vida de seus irmãos. 

E então, conhecendo os sentimentos límpidos e extremamente inocentes dos nossos protagonistas, é quase impossível se manter com os conceitos impostos pela sociedade, lei ou religião.

Eu ficava o tempo todo me perguntando que será que teria acontecido isso tudo se a família fosse estável. Só conseguia sentir meu peito apertado de angústia e vontade de bater naquela mãe irresponsável. Ficava pensando em como as famílias desintegradas pelo abandono ou por vício traziam consequências tão complicadas.

Mas preciso confessar que o final do livro, foi devastador. Impactante. Surpreendente. Eu já imaginava o final, por isso, quando a autora manipulou o enredo trazendo um desfecho perturbador. É impossível não se emocionar ao ler Proibido. Toda a emoção vivida por Lochan, Maya e até mesmos os vislumbres dos irmãos, pulava das páginas e me dava tapas e mais tapas de reflexão.

Quando terminei o livro, fiquei parada por mais de meia hora, sem conseguir me mexer, com as lágrimas escorrendo dos meus olhos.

Proibido é um livro polêmico e dramático. Ler este livro me lembrou (e muito) Shakespeare e todos os romances que ele escreveu com amores proibidos e sofrimento. No fundo, talvez eu estivesse precisando de um livro assim, que me fizesse chorar e sair da minha zona de conforto. Foi ficção, mas fico me perguntando se fosse real. Se tivesse acontecido na minha família. Fiquei questionando minha torcida por algo proibido. Minha torcida por Lochan e Maya. Eu me despi de todo e qualquer preconceito que poderia ter e me coloquei no lugar deles, para tentar entender a realidade que eles viviam. 

Recomendo para quem tiver estômago para ler e a mente aberta para sentir.


Minhas quotes favoritas:

"... como fazer com que as pessoas entendam que Lochan e eu somos irmãos apenas por um erro biológico? Que nunca fomos irmãos no sentido real, mas sempre companheiros, tendo que criar uma família enquanto crescíamos? Como explicar que Lochan nunca foi apenas um irmão, mas algo muito, muito além disso - uma alma gêmea, um melhor amigo, uma parte do meu próprio ser?"   



---------- xxxxx --------

"No fim das contas, o que importa mesmo é o quanto você pode suportar, o quanto pode resistir. Juntos, não fazemos mal a ninguém; separados, nós definhamos."


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"Então é isso, a sensação depois de uma longa e sofrida luta – perder a batalha e finalmente enlouquecer."


Tempo: 2 dias
 Finalidade: Reflexão, compreensão
Restrição: Pessoas Preconceituosas
Princípios ativos: Tabu, Amor, Incesto Consensual

Livro: Proibido
Autor: Tabitha Suzuma
Editora: Valentina
Páginas: 304

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[Resenha] A Menina Mais Fria de Coldtown by sammyfreitas

Posted by Aptos on 20 de novembro de 2014 23:54 in , , , , , , , ,


E aí galera! A Nanda anda bombando nas resenhas! Eu gostaria muito de acompanhar o ritmo dela. Leio com maior prazer uns quinze livros no mês, mas cadê disciplina para resenhar tudo? Como entrei num Desafio do Sobrenatural da Nedina do Blog Mundo de Tinta (porque cargas d'água eu continuo entrando nos desafios, eu não sei! rss - no final do Post, colocarei os livros do desafio)


SINOPSE:
No mundo de Tana existem cidades rodeadas por muros são as Coldtowns. Nelas, monstros que vivem no isolamento e seres humanos ocupam o mesmo espaço, em um decadente e sangrento embate entre predadores e presas. 
Depois que você ultrapassa os portões de uma Coldtown, nunca mais consegue sair. Em uma manhã, depois de uma festa banal, Tana acorda rodeada por cadáveres. Os outros sobreviventes do massacre são o seu insuportavelmente doce ex-namorado que foi infectado e que, portanto, representa uma ameaça e um rapaz misterioso que carrega um segredo terrível. 
Atormentada e determinada, Tana entra em uma corrida contra o relógio para salvar o seu pequeno grupo com o único recurso que ela conhece: atravessando o coração perverso e luxuoso da própria Coldtown. 
A Menina Mais Fria de Coldtown, da aclamada Holly Black, é uma história única sobre fúria e vingança, culpa e horror, amor e ódio.



Minhas impressões:
Vi muita gente reclamando da história e eu mesma, tenho um milhão de reclamações! Quem acompanhou meus históricos no Skoob percebeu minha frustração. Mas, apesar da história ser uma peneira (porra, pq com tanto furo...), gostei muito da proposta e até mesmo amei a história e o final - que me deixou querendo saber mais sobre o depois. Vou ter que ser como Hazel que teve que se conformar com o fim de "Uma Aflição Imperial". Um fim que não parecia bem um fim, mas um começo de outro livro...

Enfim... Cada autor tem um jeito todo seu para falar de vampiros. Na minha humilde opinião, os da Anne Rice são os melhores (mesmo Louis sendo um chato de galochas!) E Holly não ficou atrás. Criou uma espécie de Apocalipse Vampírico e criou um mundo novo com direito a infecções e mutações. Até lembrou um pouco o filme 2019 - O Ano da Extinção em que o mundo era povoado por vampiros. Ainda com essa lembrança, eu adorei a reconstrução do universo vampírico criado por ela: super original e fantástico.

O único problema é que as informações estão perdidas e confusas na história. O livro terminou e ainda tenho dúvidas sobre como funciona o Resfriado. Ele se pega só com uma mordida? Uma mordida de uma pessoa Resfriada torna outra Resfriada também? Ela se torna vampira só bebendo sangue humano? Então se beber o sangue de um vampiro ela se manterá Resfriada para sempre? O resfriado se cura sozinho mesmo com a quarentena (ou devo chamar de oitetena?)


E acho, que fiquei com todas essas dúvidas porque eu me prendi demais à história da protagonista. Tana conseguiu me conquistar. Porque embora ela fosse independente, curiosa e inteligente, ela tem uma coisa que me atrai muito. Ela é cheia de compaixão, preocupação com os outros - mesmo que isso venha a prejudicar dela. É o tipo de personagem que faz a gente ainda acreditar na humanidade. Por outro lado, ela também apresentou um lado sombrio que foi surgindo cada vez com mais frequência conforme ela passava por pressão e mais pressão e isso também me fascinou. Claro que ela era super imatura aqui e ali, mas veja bem, o que você pode esperar de uma pessoa numa situação de risco e com apenas 17 anos? Por isso, muita gente meteu o malho na história e nela, mas sinceramente? Isso não me irritou porque tinha tudo a ver com a impulsividade dela. Além do mais, todo autor atual, cria heróis que são perfeitos para tomar decisões erradas! E mesmo quando ela superava até a Bella de Crepúsculo, eu ria sozinha pensando: PQP isso foi tosco! No way, não tinha como funcionar desse jeito! E aí, ela começou a amadurecer e se tocar que precisava tomar atitudes. Aí sim... Ela se tornou bem mais interessante porque deixou o mimimi de lado e usou toda sua compaixão para crescer e tentar realmente mudar as coisas. E isso tudo aconteceu justamente quando ela se rendeu a Graviel, me apaixonei pelas mudanças e amadurecimento. E quando estava apegada à história e virava as páginas enlouquecidamente com os acontecimentos, o livro acabou! Como assim, Bial????

A morte tem seus prediletos, como qualquer um. 
Aqueles que são queridos da morte não haverão de morrer.

Os outros personagens:
Seu ex-namorado, Aidan, é um cara incompreensível. É aquele cara canalha, porém meio fofo. Mas as atitudes dele mostram como ele pode ser mau caráter quase o tempo todo. E eu não engoli a maneira como ele agiu para se redimir com Tana. A atitude dele não condizia com um vampiro recém transformado e sedento por sangue.

Midnight é a personagem mais verdadeira da história - o que não significa que eu tenha gostado dela. Ela é egoísta, mesquinha e faz de tudo para atingir seus objetivos. Só não entendi a vingancinha dela. Definitivamente não condizia com as atitudes desde o início. Ela já tinha conseguido o que queria e de novo.. Holly pega os novos vampiros, que em tese não deveriam conseguir se controlar como racionais demais. Falha na história.

Agora de todos, Gavriel é meu personagem favorito. Embora eu esperasse que ele fosse mais perigoso o tempo todo devido a todos sofrimento e dor pela qual passou e mantivesse um estilo insano e bad boy ao invés de se derreter todo para Tana... Enfim, eu gostei muito dele. Quando ele ficava imprevisível então... Muito visceral. Pena que a Holly não explorou melhor a profundidade que ele merecia. Gostei. 

Abro um parêntese para perguntar PORQUE DIABOS os autores tem problemas com irmãs mais novas! PQP Dá pra deixar as crianças inocentes em paz?

Só para finalizar, o livro tem uma escrita gostosa de ler, com uma história cheia de sangue e cenas de terror. Mas também tem romance e ação. Só lamento que o final tenha sido bem 'final de novela da Globo'. Tudo se resolvendo nas últimas páginas, bandidos se dando mal e pessoas sorrindo felizes e se abraçando... Piegas, mas gostosinho.


Booktrailer:






Tempo: 3 dias
 Finalidade: Distração, reflexão, romance
Restrição: Sem restrições
Princípios ativos: Terror, Vampiros

Livro: A menina mais fria de Coldtown
Autor: Holly Black
Editora: Novo Conceito
Páginas: 382






Desafio do Sobrenatural da Nedina do Blog Mundo de Tinta:

LIVROS ESCOLHIDOS PARA O DESAFIO 
(7 livros 2.181 páginas):

LIDOS:
- Círculo Secreto - A iniciação (255pag)
- A menina mais fria de Coldtown (384pag)
- Belas Maldições (378pag)

INICIADOS:
- O fantasma da ópera (240pag)
- Círculo Secreto - A Prisioneira (240pag)

FALTA LER:
- Strange Angels (293pag)
- O Ladrão de almas (427pag)

E se forçar um pouco a barra, posso colocar também: 

- As terras devastadas (vol 3 Torre Negra) (526pag)

Vou me esforçar para resenhar pelo menos os livros que mais gostei... Pelo menos Belas Maldições devo resenhar também... Aguardem na disciplina!!! 


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[Resenha] Ressurreição - Jason Mott

Posted by Nanda Cris on 02:00 in ,
Boooommmmm diiiiaaaa!

Mais uma resenha à vista! Preparados???

Eu e meu marido começamos a assistir a um seriado da AXN chamado Ressurrection (saiba mais aqui) e eu descobri que existia um livro dessa série! Rapidamente comprei um exemplar para chamar de meu! Vamos ver o que eu achei?


Sinopse:
Harold e Lucille Hargrave perderam o único filho, Jacob, morto tragicamente no dia em que completava oito anos, em 1966. Já na velhice, eles se acomodaram à vida sem o filho, a dor amenizada pela ação do tempo. Até que um dia Jacob reaparece misteriosamente na porta de casa, em carne e osso, a criança meiga e alegre que sempre fora, ainda com oito anos. O fenômeno é mundial — nos quatro cantos do globo, pessoas estão inexplicavelmente voltando do além para suas famílias. Vistos por alguns como coisa do diabo e por outros como um milagre, a realidade perturbadora é que o planeta, já sobrecarregado, agora precisa suportar um fluxo descomunal de seres que têm necessidades humanas: comida, água, abrigo, saneamento. Individualmente, muitos precisam decidir se estão dispostos a receber de volta os entes queridos que já não fazem mais parte de sua vida. Conforme o caos irrompe ao redor do mundo, a família Hargrave se vê no centro de uma comunidade prestes a ruir, forçada a encarar essa misteriosa nova realidade e um conflito de proporções épicas. Com sua prosa contida, elegante e intensa profundidade emocional, Jason Mott explora o melhor e o pior da natureza humana numa história inesquecível sobre amor, moral e fé. · A série Resurrection estreia no Brasil em abril no canal AXN. · “Neste excepcional romance de estreia, Mott reúne drama, emoção, alegria, horror e redenção numa história impressionante.” — Publishers Weekly.
O que eu achei:

Se você está assistindo a série, pense na ideia central: os ressurgidos. Isso está no livro. De resto? Mudou tudoooooooo.

Não vá com esperança de achar respostas, as grandes dúvidas que aparecem na série não estão no livro. E, comparado com a série, ele é bem arrastado. Mas... pra quem não tem nenhum contato ainda com o programa da AXN, vale a leitura. Pra quem é curioso como eu, também vale a leitura. Mas de resto? O autor que me desculpe mas a série ganha de mil a zero em história e agilidade.

Para vocês terem uma ideia, o que eu mais gostei no livro foi a nota do autor, onde ele explica de onde surgiu a ideia dos Ressurgidos. Só. Pode isso, produção?









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Quase.... by Sammyfreitas

Posted by Aptos on 19 de novembro de 2014 06:00 in , , , ,
Ainda pior que a convicção do não
e a incerteza do talvez
é a desilusão de um "quase". 

É o quase que me incomoda,
que me entristece,
que me mata trazendo tudo que poderia ter sido 
e não foi. 

Quem quase ganhou ainda joga,
Quem quase passou ainda estuda,
Quem quase morreu está vivo,
Quem quase amou... não amou. 

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos,
nas chances que se perdem por medo,
nas idéias que nunca sairão do papel
por essa bendita mania de viver no outono. 

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna;
ou melhor, não me pergunto, contesto.

A resposta eu sei de cor,
está estampada na distância
está na frieza dos sorrisos,
na frouxidão dos abraços,
na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. 

Sobra covardia e falta coragem até para ser feliz. 
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor,
sentir o nada, mas não são. 

Se a a vida estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas,
os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma,
apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si. 

Não é que fé mova montanhas,
nem que todas as estrelas estejam ao alcance,
para as coisas que não podem ser mudadas,
resta-nos somente paciência,
porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória 
é desperdiçar a oportunidade de merecer. 

Para os erros há perdão;
para os fracassos, chance;
para os amores impossíveis, tempo.

De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. 

Que a saudade não sufoque,
que a rotina não se acomode,
que o medo impeça de tentar.
desconfie do destino e acredite em você.

Gaste mais horas realizando que sonhando,
fazendo que planejando,
vivendo que esperando porque,
embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive ... já morreu!! 



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