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Anjo de Olhos Negros

Posted by Olhos Celestes on 25 de junho de 2012 17:21 in , , ,
Explicando... Com muita vontade de escrever algo, pedi ao Baltazar que me desse palavras para um texto, ele me deu algumas já faz um tempo, mas entre uma troca de fraldas e outra (rsrsrsrsr) só tive tempo agora para escrever esse texto que eu queria muito (e saiu menos inspirado do que eu esperava devido ao meu cansaço) e de toda forma vou postar aqui pra vocês, ainda tem mais um texto que tenho que fazer, mas vai esperar um pouquinho...


As palavras desse foram: Borboleta, tatuagem, senhora, risada, vidro.






Anjo de Olhos Negros


Aqueles grandes olhos me cativaram... não, cativar é pouco, me apaixonei por aqueles olhos enormes de uma forma impossível de explicar. Sempre sonhei em encontrar alguém assim, que eu amasse incondicionalmente, e que me amasse também, mas juro que esperava que seus olhos fossem azuis, mas seus olhos grandes eram negros...
O que não me impediu de me apaixonar perdidamente já na primeira vez que os vi. E aqueles olhos negros grudaram nos meus, bastou isso para me derreter inteira, para o resto da vida.
Ela era pequena, parecia tão frágil, seu olhar infantil, mas que por algum motivo me transmitia uma sabedoria maior, muito maior do que a que um dia eu terei. Isso me intrigou, me fascinou, me intimidou... E se eu não for boa o suficiente para ela?
A resposta veio logo em seguida, quando vi dentro daquele olhar negro a necessidade que ela tinha de mim, uma felicidade sem tamanho me envolveu... então eu era extremamente importante pra ela, de certa forma. Uma vida toda se passou em minha mente, olhando para aqueles olhos de vidro. Tantos sonhos, tantos erros, tantos acertos, a lá estava eu, diante da pessoa mais linda do mundo, de todos os mundos com certeza!
E talvez da mais inteligente, quem sabe... aquele olhar infantil, aquela fragilidade escondia alguém muito especial, alguém que eu jamais conhecerei por completo, mas que tenho certeza que foi enviada a esse mundo pela Senhora com uma missão muito importante, só isso pode explicar sua inteligência anormal, e aquele brilho tão sábio em seus olhos... ela é especial... e eu sei que viverei por ela e, se preciso for, morrerei por ela
E isso me lembra de uma promessa que fiz, que parecia com tantas outras, como uma promessa de fazer uma tatuagem, ou de parar de comer besteira, enfim... Quando a fiz tinha muita importância, depois me esqueci dela, e agora, olhando nos olhos dessa minha eterna amante, percebo que ela é a prova viva da Deusa me pedindo para cumprir minha promessa, dou uma risada nervosa, talvez seja uma das promessas mais importantes que já fiz na vida, e vou cumpri-la, não sei como.
Tanta sabedoria no seu olhar de borboleta... no seu jeitinho de borboleta, nada me lembra mais dela do que uma borboleta. No caso dela não estou falando do bicho em si, apenas da beleza e da leveza das borboletas, apenas...
Mas nada disso explica tudo que ela é, nada jamais explicará! O amor da minha vida, a pessoa que sonhei em encontrar a vida toda, em pensar que ela sempre esteve tão perto, e ao mesmo tempo tão longe... Em pensar que ela me faz tão feliz! E quando a olho me dá uma louca vontade de chorar e rir ao mesmo tempo... Quem é ela afinal? Aquela garota de grandes olhos negros que me enfeitiçou por completo?
Um anjo, com toda a certeza!
Seu olhar, seu sorriso, seus gestos, suas lágrimas, tudo é tão perfeito...
E para minha surpresa, tão maravilhosa, eu vi seus olhos transformando-se de negros para azuis... a verdadeira magia inexplicável de tudo que sonhei até hoje está nela, e acredito que a verdadeira sabedoria também...
Ela é a minha Menina dos Olhos Azuis, e sempre será.



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Uma Baita Viagem

E é chegado o fim... pelo menos da lista de desafios.

Respondendo ao desafio da Paty (ao meu ver a linha que une estes retalhos que somos nós), de qual caminho seguiria, aqui vou eu...

Aqui a imagem do desafio:



Aqui a resposta

Uma baita Viagem



Estou cansado e necessito, mereço, de umas férias. E como dizem "se não viajar, não é férias", então aceito a afirmativa e começo a planejar o meu roteiro. Planejar? Ah, quer saber?! Eu vou é arrumar a mochila e meter o pé na estrada.
Em dado momento de minha peregrinação, me deparo com uma placa bem no meio de uma floresta(?). Hum... Deixe-me ver... Hogwarts, Acampamento Meio-Sangue (chega a ser engraçado estes dois destinos na mesma direção), Alagaësia, Narnia, Terra Média e País das Maravilhas...
Bom, de acordo com as notícias Hogwarts não consegue nem proteger os seus alunos, quem dirá um turista desatento como eu.
Um amigo meu, quase virou petisco no acampamento Meio-Sangue, acho lá muito violento. E eu não quero ofender nenhuma divindade por acidente.
Ouvi dizer que o herdeiro de Alagaësia acabou de nascer. Acredito que não terão muito tempo e atenção para mim. Além disso, acho lá muito parecido com DragonLance.
Narnia... Narnia... Esse negócio de ficar entrando e "saindo" do armário, não é a minha. Fora que, essa parada de Leão pra cá, leão pra lá.... Muito repetitivo.
Terra Média, ou País das Maravilhas? Terra Média, ou País das Maravilhas? Hum...
Uma amiga minha voltou de lá (País das Maravilhas) recentemente. Disse que ficou terrívelmente perdida até achar o caminho certo. Além disso, lá as pessoas se ofendem com muita facilidade e tendem a querer cortar cabeças.
Terra Média, então? Náh!
Há rumores que um grande exército de Orcs está sendo mobilizado de Mordor contra Rohan, a terra dos Senhores dos Cavalos. Né, né... Isso sem contar de um baixinho que a-do-ra "queimar o anel". Passo.
Quer saber? Eu vou é voltar para casa e ler um livro. É o melhor que faço nestas férias.


Respondido. Espero que tenham gostado e que eu não tenha deixado escapar nenhum desafio.

Até-té a a pró-próxima pe-pessoal.

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Gládius, o Formoso

Posted by Kbeça on 14:44 in , , , , , ,

Respondendo ao desafio das palavras, proposto pela Nanda:

Palavras: doce, cachorro, maça, fone, revistinha

Gládius, o Formoso


"Um grito ecoou pela praça central. Uma pobre menininha chora desesperadamente porque o temível ladrão Ramilzten robou o seu doce. Gládius, o formoso, paladino da ordem de Tarsanuss, levanta sua formidável maça e corre atrás do cruel vilão.
- Nada tema garotinha. Eu Gládius, recuperarei o seu doce.
- Oh! Gládius...
Ele corre por toda praça..."

De repente,um puxão no seu fone de ouvido.
- Ricardinho! Vem almoçar! Estou te chamando há horas. - Disse sua mãe ao seu lado. - Larga essa revistinha e vem. Anda!
Ricardo, colocou a sua revista do Paladino Gládius em cima da mesa, fez carinho na cabeça de Tobi, seu cachorro de estimação, e correu em direção da cozinha.

Em breve, tomarei um caminho de aventuras, respondendo a outro desafio.

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Somente aos teus Olhos

Posted by Kbeça on 12:24 in , , , ,
Muito bem senhorita Telma. Dar-lhe-ei minhas boas vindas aceitando e cumprindo o meu desafio.


A resposta ao desafio é esta:

Somente aos teus Olhos



Bem vindos. Bem vindos. Aproximem-se. Este humilde bardo lhes entreterá por algumas Dracmas, bebida, ou companhia.
Vou contar-lhes uma parte da história que os outros bardos e poetas não contam. Seja por remorso, por vergonha, ou porque mancharia a alva aura do herói. Uma história de amor e lágrimas.
Outrora tão linda que até mesmo os deuses a desejavam, seja por punição a um delito, ou por inveja, ela foi transformada e amaldiçoada. Mesmo assim, não deixara de sentir, de amar, de desejar.
Enquanto, em sua forma anterior, despertava o amor e o desejo, agora, nesta forma, era temida e odiada. Apesar de sua vulnerabilidade mortal, sua maldição estendia sua vida além dos demais. Então, aqueles que a conheciam em sua forma bela, pereceram com o tempo e somente os deuses guardavam registro de sua aparência.
Não precisava comer ou beber. Tão pouco dormia. A única coisa que lhe aquecia o coração e a fazia feliz era o seu tesouro. Seu precioso tesouro. Que, de alguma forma, sua existência tornou-se pública, mas ninguém sabia dizer o que era, ou a sua dimensão.
Quase todos os dias aventureiros batiam à sua porta clamando a glória de abatê-la. Seja, buscando a graça dos deuses, ou a simples fama mundana, ou em busca do seu tesouro. E, dia após dia, eles fracassavam, para tormento d´aquela alma já torturada.
Certo dia, um guerreiro que buscava derrota-la, mas não pela glória, ou fama, ou riqueza, e sim por amor, adentrou seu covil. Mais uma vez, ela se preparou para o combate. Antes de ir de encontro a ele, parou próxima a uma pilastra e, com seus olhos vazios, admirou mais uma vez o seu tesouro. Sem saber que esta seria a ultima vez que ela o veria/teria.
O guerreiro era diferente de todos os outros e ele não estava sozinho. Além de sua habilidade, contava com a proteção divina e astúcia. Cansada e acostumada demais com a vitória fácil, deixou-se cair em um truque simples demais e foi derrotada. O guerreiro, não caindo no poder de sua maldição, decepou-lhe a cabeça. Talvez pela maldição, talvez por obra de sua missão, o corpo caiu morto ao chão, mas a cabeça continuava viva. Ele a pegou, a embrulhou num tecido especial que trazia consigo, e a guardou em sua bolsa.
Instigado pela curiosidade e pelos rumores, vasculhou o covil atrás do tão famoso tesouro. Sua curiosidade aumentava conforme caminhava pelos salões e via espalhados pelo chão, peças de ouro, pedras preciosas, joias, como se fossem meros pedaços de lixo, ou poeira.
Chegou a uma sala fechada. Era aqui. Tinha de ser. Usou de força e arrombou a porta. Lá dentro um velho tentava se esconder, sem sucesso, em um canto da sala. Estava visivelmente assustado. Chamou baixinho:
- Mamãe?
"Mamãe", pensou Perseu. Era esse o tesouro do monstro. Mas, como? Como o velho não foi transformado como todos os outros? Como? Quando ele se abaixou para olha-lo mais de perto, percebeu que ele era totalmente cego. Perseu, ouviu uma gargalhada vinda de algum lugar do tártaro, ao mesmo tempo em que ouvia um choro vindo de sua bolsa.
- Sinto muito. - balbuciou Perseu. - Sinto muito mesmo.
Ele não sabia se estava se desculpando para o velho, ou para o "monstro". Mas, não podia deixar de cumprir sua missão, de salvar o seu amor.
Pegou o velho nos braços e o levou até a cidade próxima. Deixou-o no templo de Atena e seguiu com sua missão de salvar Andrômeda.
Quem pode entender os caprichos dos deuses? Após o ocorrido, Atena apiedou-se e decidiu dar o descanso final a ela e a seu filho, e removeu a maldição dela e curar a visão de seu filho.
Juntos, mãe e filho, entraram nos Campos Elíseos. Ela formosa novamente e, pela primeira vez, ele viu o rosto de sua amada mãe. E lá permanecem por toda a eternidade.
Espero que tenham gostado. Este velho bardo beberá um pouco de vinho e se retirará agora.
Até uma próxima aventura.



Telma, a imagem que eu escolhi no seu álbum foi esta:


No próximo episódio de Desafiando o Kbeça: o que fazer com doce, cachorro, maça, fone, revistinha?Não sabe? Então não perca o próximo episódio de... Desafiando o Kbeça!!



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Sujo como a lama

Posted by Kbeça on 10:40 in , , , , , ,
Hoje eu estou cansado, desanimado, irritado e de mau-humor... Segunda-Feira.

Mas, curiosamente, não estou preguiçoso com relação a escrita. Por tanto e para tanto, aceito todos os desafios feitos até hoje e os "quebro".




Bem, bem, bem... Vamos começar pelo fim. Balta, para você:

Sujo como Lama

    Escorado na parede daquele beco fétido, João esperava. Movia o palito de dentes de um lado, ao outro da boca. Olhos inquietos, observando os passantes. Seu casaco e jeans sujos e surrados, barba por fazer, olhos injetados, pele amarelada, tudo nele era detestável e feio. Capuz sobre a cabeça para proteger da fina garoa que caia.
    Em sua alma uma dor, nas veias fogo que não se apagava, na mente um único propósito e um único rosto: Clarice.
    Era tarde da noite, todos passavam apressados, desejando o conforto do lar e sair das ruas sujas de lama por causa da chuva de mais cedo. Todos passavam por ele sem o notarem. O próprio beco era evitado, exceto pelas prostitutas, viciados e marginais. E João estava ali, parado, tenso, inriquieto com o seu palito. Esperando por Clarice. Esperando.
    Clarice era secretária em um escritório de advocacia. Após seu expediente, arrumava sua mesa, se despedia de todos e fazia uma pequena oração antes de sair à rua. Cidade perigosa, tempos difícies, sabe-se lá o que ela encontraria no caminho. Pensou no namorado quando chegou a porta. Sentia frio e uma certa insegurança aquela noite. Era bonita, podia-se dizer. Cabelos loiros curtos, lábios muito vermelhos, corpo bem torneado. Neste dia vestia um leve e bonito vestido branco. Ela era como um raio de luz naquela noite negra e soturna.
    Assim que Clarice despontou a porta do prédio, brilhou na noite e, ao mesmo instante, João ficou imobilizado. Em sua mente uma frase "É ela".
    Ela saiu, ele foi em sua direção; Ela atravessou a rua, ele acelerou o passo; Ela olhou para baixo, para desviar de uma poça de lama, ele correu em sua direção levantando o objeto; Ele parou em sua frente com o objeto sobre a cabeça, ela deu gritinho de susto. Não havia mais nada para esperar, mais nada que os separasse, mais nada podia ser evitado...
    Ela sorriu, se jogou em volta se seu pescoço e lhe deu um beijo muito apaixonado. João quase deixou cair o guarda-chuvas que trazia consigo e mau teve tempo de cuspir o palito antes do beijo.
    - Ai, amor. Que bom que você veio me buscar. Que surpresa boa.
    Enquanto todos o olhavam de soslaio e com despreso, Clarice o olhava com amor e admiração. Ela via nele o que ninguém mais via: um artista, um sonhador, um anjo perdido.
    João apenas sorriu, tirou o casaco, colocando-o sobre as costas dela, passou o braço por sua cintura, e a protegeu da chuva. Ela se aninhou n'aquele abraço e caminharam juntos de volta para casa.
    Ao passarem pelo beco, ela olhou para todas aquelas almas perdidas com olhos tristes e pensou alto "queria poder ajudar". João sabia que o anjo de verdade era ela, que sempre via o melhor, mesmo nos piores lugares.


Está aí. Espero que todos gostem.

Balta espero ter respondido à altura do Metallica.

Agora o próximo desafio...

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Os mandamentos do escritor

Posted by PatyDeuner on 09:55 in
15 ensinamentos, segundo Nietzsche, Hemingway, Onetti e García Márquez


Os chamados mandamentos literários existem desde o surgimento da escrita. Aristóteles e Shakespeare foram pródigos em ensinar, por meio de conselhos, como se tornar um grande escritor. Gustave Flaubert, James Joyce, Henry Miller e Anaïs Nin também deixaram suas versões. Neste post, publico uma compilação de conselhos literários (ou mandamentos literários) de quatro nomes fundamentais da literatura mundial dos últimos 150 anos: Friedrich Nietzsche, Ernest Hemingway, Juan Carlos Onetti e Gabriel García Már­quez. A compilação reúne ex­cer­tos de textos publicados na “The Paris Review”, na “Esqui­re” e no “The Observer”. Os con­selhos literários de Ernest Hemingway foram adaptados por ele do Star Copy Style, o manual de redação do Kansas City Star, onde Ernest He­min­gway começou sua carreira jornalística em 1917. 



— Mintam sempre.
(Juan Carlos Onetti)
 Elimine toda palavra supérflua.
(Ernest Hemingway)
— Uma coisa é uma história longa e outra é uma história alongada.
(Gabriel García Márquez)
— Antes de segurar a caneta, é preciso saber exatamente como se expressaria de viva voz o que se tem que dizer. Escrever deve ser apenas uma imitação.
(Friedrich Nietzsche)
 Não sacrifiquem a sinceridade literária por nada. Nem a política, nem o triunfo. Escrevam sempre para esse outro, silencioso e implacável, que levamos conosco e não é possível enganar. (Juan Carlos Onetti)
 Use frases curtas. Use parágrafos de abertura curtos. Use seu idioma de maneira vigorosa. (Ernest Hemingway)
 Não force o leitor a ler uma frase novamente para compreender seu sentido.
(Gabriel García Márquez)
 O escritor está longe de possuir todos os meios do orador. Deve, pois, inspirar-se em uma forma de discurso expressiva. O resultado escrito, de qualquer modo, aparecerá mais apagado que seu modelo.
(Friedrich Nietzsche)
— Não escrevam jamais pensando na crítica, nos amigos ou parentes, na doce noiva ou esposa. Nem sequer no leitor hipotético.
(Juan Carlos Onetti)
10 — Evite o uso de adjetivos, especialmente os extravagantes, como “esplêndido”, “deslumbrante”, “grandioso”, “magnífico”, “suntuoso”.
(Ernest Hemingway)
11 — Se você se aborrece escrevendo, o leitor se aborrece lendo.
(Gabriel García Márquez)
12 — A riqueza da vida se traduz na riqueza dos gestos. É preciso aprender a considerar tudo como um gesto: a longitude e a pausa das frases, a pontuação, as respirações; também a escolha das palavras e a sucessão dos argumentos.
(Friedrich Nietzsche)
13  Não se limitem a ler os livros já consagrados. Proust e Joyce foram  depreciados quando mostraram o nariz. Hoje são gênios.
(Juan Carlos Onetti)
14 — O final de uma história deve ser escrito quando você ainda estiver na metade. (Gabriel García Márquez)
15 — O tato do bom prosador na escolha de seus meios consiste em aproximar-se da poesia até roçá-la, mas sem ultrapassar jamais o limite que a separa.
(Friedrich Nietzsche)
Publicado na Revista Bula, por Carlos Willian Leite em 07/04/2012


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Anatomia de uma leitora (ou leitor)

Posted by PatyDeuner on 09:41 in , , , ,


Eis nossa anatomia original...mas já começamos a criar uma anatomia de escritores, que com o tempo poderemos citá-lo aqui. =]

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