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30 anos

Posted by Nanda Cris on 8 de setembro de 2013 01:00 in ,



Quando temos menos de 10 anos, alguém de 30 é um Tiranossauro Rex. Não distinguimos muito bem as idades e alguém com 30, 50 ou 70 sempre nos intriga. Como essa pessoa ainda está viva? Ela é tão velha!











Quando temos entre 11 e 20 anos, as pessoas de 30 anos continuam parecendo fósseis ambulantes, mas descobrimos que ainda há outros em situação pior, como as pessoas de 40, 50, ou (Deus, como elas conseguiram?) de 60! As de 80 e 90 é melhor nem comentar.


Quando temos 20, consideramos 30 como sendo uma idade ainda muito longínqua, com a qual não precisamos nos preocupar. Temos muito tempo até os 30 chegar para nos estabilizar no emprego, casar, ter filhos, um carro ótimo, uma casa ainda melhor. Tudo será perfeito, porque esses 10 anos que nos separam de virar um balzaquiano são mágicos e temos a garra e a força de conseguir tudo o que quisermos.



E finalmente os 30 chegaram! Parece que foi ontem que estávamos apagando a velinha de 20 anos. Passou muito rápido, viramos balzaquianas e vemos tudo com outros olhos. Não somos, temos ou realizamos tudo o que idealizamos aos 20. O tempo passou muito rápido e nem sabemos como gastamos esses minutos todos! Não temos todas as respostas do mundo. Não consideramos ninguém velho demais porque entendemos que vamos chegar lá também (ok, talvez a galera de 70 já seja velha para nós, enfim...)
E como bem disse a Sandy na música "Aquela de 30" que foi quem me inspirou a escrever esse post:

♫ Tenho sonhos adolescentes
Mas as costas doem
Sou jovem pra ser velha
E velha pra ser jovem ♪

Fiz 30 este ano. Não tenho problema em esconder a idade. (não ainda, hahaha) E no outro dia me peguei pensado como estarei com 40, 50, 60... é assustador e ao mesmo tempo curioso. Gostaria de poder dar uma espiadinha no futuro. Será que ainda serei louca por livros e esmaltes? Será que terei um filho (mesmo nem querendo um!)? Será que estarei ganhando R$15.000?

Infelizmente, só o tempo tem as respostas. Mas não tem problema. Ele está passando cada vez mais rápido....

Tic tac, tic tac



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Promoção Sussurro - Resultado

Posted by Nanda Cris on 7 de setembro de 2013 01:00 in ,
Oi amigos!

O sorteio do livro Sussurro foi um sucesso e venho agora divulgar oficialmente a ganhadora!


Ela cumpriu todas as exigências obrigatórias, que eram:

1. Seguir o blog publicamente

2. Deixar um comentário no post da promo com nome e email

3. Preencher  o formulário do Rafflecopter.

Mas a Diessyca ganhou graças à chance extra de compartilhar e marcar 3 amigos lá no Facebook!


Fui conferir e ela realmente cumpriu esse passo:


Enviei um e-mail para ela dia 06/09/2013 e estou esperando retorno. Ela tem até 5 dias úteis para me enviar os dados. Se até dia 13/09/2013 ela não entrar em contato, sortearemos um novo ganhador. Fiquem ligados!




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[HUMOR:] Cachaça da Boa

Posted by Marcinha on 6 de setembro de 2013 06:00 in , ,
Olá, retalhenses e leitores.

Nessa sexta-feira como texto de humor, vou postar algo com um historinha estilo "flash-back".

Há alguns anos, desde a popularização da internet, as pessoas adquiriram o hábito de trocar e-mails com piadas ou textos engraçados, como forma de aliviar o estresse do trabalho. Afinal, é quase automático e tão simples: você lê o e-mail, gosta, reencaminha para a sua lista, rapidinho. E então o que você leu o gostou, praticamente a empresa inteira em que você trabalha acaba lendo também.

Então nada disso existia antes da internet, não é? Ledo engano! Essa pratica de partilhar piadas sempre existiu, só que de forma mais rudimentar: um "gaiato" aparecia com um texto engraçado, e alguém datilografava numa folha (detalhe: datilografava!) fazendo uma matriz com umas cinco vezes a mesma piada. Então o segundo passo era a sessão de xerox da empresa, onde eram feitas várias cópias. Estas voltavam sorrateiramente pra mesa do gaiato, que cortava as folhas com uma régua separando as piadas. Finalmente, a última fase era entregá-las pros colegas, e logo haviam várias tirinhas com piadas espalhadas pelas mesas do escritório.

Como eu sei disso? Com frequência meu pai ou minha mãe levavam algumas dessas piadas pra mim durante a minha adolescência, eu adorava lê-las e as guardava.
Uma que hoje é popular na internet, mas já esteve no roll das tirinhas de xerox, é essa hilária que reproduzo abaixo:

Eu tinha lá em casa dez garrafas de cachaça, da boa.
Mas minha mulher obrigou-me a jogá-las fora.
Peguei a primeira garrafa, bebi um copo e joguei o resto na pia.
Peguei a segunda garrafa, bebi outro copo e joguei o resto na pia.
Peguei a terceira garrafa bebi o resto e joguei o copo na pia.
Peguei a quarta garrafa, bebi na pia e joguei o resto no copo.
Pequei o quinto copo joguei a rolha na pia e bebi a garrafa.
Peguei a sexta pia, bebi a garrafa e joguei o copo no resto.
A sétima garrafa eu peguei no resto e bebi a pia.
Peguei no copo, bebi no resto e joguei a pia na oitava garrafa.
Joguei a nona pia no copo, peguei na garrafa e bebi o resto.
O décimo copo, eu peguei a garrafa no resto e me joguei na pia.


(Autor Desconhecido)

Essa era minha favorita!
Espero que tenham gostado.



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DESAFIO MUITO DESAFIANTE

Posted by Unknown on 5 de setembro de 2013 06:00 in , , , ,
Venho propor um desafio muito desafiante. Na verdade é muito parecido com aquele do “tempo e espaço”, mas resolvi agregar algumas novas regras para tornar o desafio mais interessante.

A ideia é a seguinte:

1- Vou descrever uma situação inicial que deverá ser seguida por todas as desafiadas, ou seja, todas partirão do mesmo tema e circunstância.
2- O texto deverá ser desenvolvido na 1ª pessoa, e a personagem principal será você. Sim meninas... quero que vocês mesmas vivenciem essa aventura!
3- Todos os textos devem ser postados na mesma semana, em dias subseqüentes, para evitar a indução de idéias (já que provavelmente todos os textos estarão prontos). Essa data poderá ser combinada posteriormente.
4- Eu também vou participar do desafio! Sei que é um pouco injusto com vocês já que eu mesma criei esse começo e obviamente já tenho uma ideia de continuação, mas... Vocês podem levar o tempo que precisar para desenvolver esse desafio.

                Então vamos a situação inicial da estória:


“Uma viagem inesperada de trabalho foi requisitada, e você só teve tempo de juntar algumas coisas pessoais e seu inseparável livro, que nos últimos dias ocupava não só grande parte do seu tempo quanto também de sua mente. Era uma viagem curta para uma cidade do interior, então você não precisou se preocupar com aparências, e deixou-se relaxar sobre a poltrona reclinável enquanto absorvia com avidez a escrita inteligente e sedutora da autora. Quando se deu conta do tempo, o sol já se recolhia no horizonte traçando linhas alaranjadas sobre o verde da paisagem, e sua mente viajou por aquelas imagens... e de repente tudo ficou escuro. Você só sentiu uma forte fisgada na nuca e o som brusco de uma freada.”

Essa é a situação que vocês estarão vivendo no começo dessa estória meninas! Mas a parti daí vale tudo! Pode ser uma estória realística, imaginária ou fantástica. A intenção é justamente saborearmos as várias possibilidades que cada uma de nós consegue imaginar (ou que gostaria de viver... quem sabe?). Acho que vai ser divertido ler as diferentes propostas para um mesmo começo de estória. A imagem que escolhi também pode servir de inspiração para o texto.

          Nanda, Sammy e Marcinha...CONTO COM VOCÊS!!!


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Inveja branca

Posted by Nanda Cris on 01:04 in ,

Eu acho interessante as pessoas falando que estão sentindo "inveja branca" dos outros.

Meu amigo, se liga! Inveja não tem cor, para início de conversa. Não importa se é branca, preta ou verde de bolinhas rosas. Inveja é inveja, pronto e acabou.

A partir do momento em que você olhou para algo que eu tenho, desejou aquilo e me amaldiçoou por eu ter e você não... já jogou energia negativa pra cima de mim. Não importa a cor das suas energias, elas vão me prejudicar da mesma forma.

Minha mãe tem uma frase muito boa: "Não tenho tudo que amo, mas amo tudo o que tenho". Tá a fim de algo que eu possuo? Corre atrás pra conseguir, baby. Eu corri, sabia? Não caiu do céu.


Eu tenho uma conhecida que toda vez que faz algum comentário sobre as minhas unhas ("Nossa, como estão lindas") elas quebram. Em no máximo 24h. Como pode alguém ser assim?

Então, se você leu até aqui, fica a dica: inveja é inveja e não é um sentimento que devemos acalentar. Sinta, é normal. Somos humanos e falhos. Mas a repudie, o mais rápido que puder. No começo será difícil, mas com o tempo vai ser mais fácil e você nunca mais vai emanar coisas ruins, mesmo que involuntariamente, a outra pessoa.


Beijos a todos!



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DICAS: Mas ou Mais?

Posted by Nanda Cris on 2 de setembro de 2013 06:00 in , , ,

Essa é bem simples, muito fácil de aprender. :-)

Mas

É uma conjunção adversativa e dá uma ideia de oposição, adversidade.

Truque: se puder ser empregada no lugar a palavra "porém", é porque temos que usar "mas" na frase. O "mas" liga 2 ideias opostas.

Exemplos:

  •     Eu iria ao cinema, mas(porém) não tenho dinheiro.
  •     Ele quer ajudar, mas(porém) não sabe. 
  •     O menino vem às aulas, mas(porém) nunca faz as tarefas. 
  •     Ela fuma, mas(porém) não traga.

Mais

É um superlativo, ou seja, dá a ideia de intensidade, mas também pode dar idéia de adição.

Truque: se puder ser empregada no lugar a palavra "menos", é porque temos que usar "mais" na frase.

Exemplos:

  •     Ela é a mais(menos) bonita da escola.
  •     Ela é mais(menos) alta do que eu. 
  •     Por favor, quero(menos) mais café.


Simples não? Agora que já vimos a sutileza entre mas e mais, leia o quadrinho abaixo com novos olhos:


Fontes: Norma Culta
            LPEU

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Batata Quente na Área!!! Crônicas de San Atório!

Posted by Aptos on 31 de agosto de 2013 06:00 in , , , , ,
Após nosso período de férias, para dar uma animada, vamos ressucitar um MEGA-DESAFIO!
Para dar uma animada, vamos ressucitar nosso Desafio da Batata Quente!
Para quem não conhece o desafio, dá uma olhada nas Batatas-Quentes anteriores:

-  Parte Final

As regras serão as seguintes:  
(copiadas e adaptadas das regras das primeiras batatas!):

1- Iniciando a história, um com um tema baseado na Idade Média.

2- O textos será desenvolvido por quem quiser participar (conto com a participação de TODAS!)

3- Para que a história não fique longa nem sem um final, proponho que cada participante contribua com no mínimo dois trechos, e por isso todos devem publicar no comentário deste post “Quero Batata Quente”. A história deverá ter 10 partes e quem for publicando sua nova parte, não esqueça de linkar as anteriores para facilitar o leitor que por um acaso chegar.

4- Sempre que um participante postar a sua continuação, o próximo será quem se candidatar primeiro publicando nos comentários "A Batata Quente é minha”, e assim sucessivamente. Acompanharei o desenvolvimento das histórias e tentarei informá-los quando estiver próximo ao final.

5- Cada participante terá UMA SEMANA (sete dias) para postar a sua continuação. Se acontecer de postar antes do prazo, melhor, mas se por ventura a candidata tiver algum problema particular (ou de inspiração) e não conseguir postar no prazo, faça o obséquio de informar no blog que irá atrasar e dar um prazo médio para a publicação (se achar necessário pode passar a Batata Quente para outro que estiver interessado).

6- Ao final das histórias faremos um post colocando todas as partes juntas e uma imagem referente à história.

7- Em cada postagem coloquem a tag “BatataQuente” + "Crônicas de San Atorio" e sua tag pessoal.

8- Lembrem-se sempre de intitular o post com "Batata-Quente (3) - Parte xx", onde xx será a parte da história.

Bom, acho que é isso. Se alguém tiver alguma crítica e/ou sugestão para esse desafio é só dizer. Gostaria realmente que todas participassem mesmo que seus trechos sejam pequenos ou até mesmo de um parágrafo só. Minha intenção é interagir nossas mentes férteis.




Parte 1 - Na taverna do Fauno


 Por causa da chuva que caía naquele domingo, todo povoado estava se abrigando na taverna. Ela estava mais cheia do que nunca.

Martha levantou-se de sua mesa, tropeçando em suas próprias pernas. Sua cadeira se espatifou quando a empurrou para trás. Porcaria de mobília podre... Aquele fauno velho, o Silvicha nunca providenciava nada novo e os clientes eram obrigados a se equilibrar em pedaços de madeira e barris.

Chutou os pedaços restantes de madeira e começou a abrir a grande quantidade de nós de suas calças. Tinha mesmo bebido demais... Arrotou alto para impor respeito, mesmo assim, os demais guerreiros não a levavam a sério com seu pequeno porte e por manter seus cabelos negros, trançados nas costas chegando quase à cintura. Que guerreiro imporia respeito com tanto cabelo?

Santhara, uma das taverneiras havia servido cerveja misturada com aguardente. Martha bebia facilmente três barris de cerveja da boa, mas  a mistura de bebidas parecia ser muito mais do que ela era capaz de absorver.

Abanou a fumaça à sua volta, reclamando sem parar da quantidade de roupa que precisaria tirar para mijar. Encaminhou-se para a latrina num estágio entre entorpecida e irritada. Ser uma guerreira tinha dessas desvantagens... Armadura, capa, cota de malha, espada, escudo... carregar tudo para todo o lado... Se ainda tivesse um escudeiro...

Suspeitava que Santhara era uma feiticeira ou uma puta. Aqueles cabelos vermelhos semi-escondidos sob o capuz não pareciam normais. Tocou rapidamente a estrela do cabo da espada para espantar o mal, não podia arriscar má sorte agora.

*******

Em outra mesa, uma feiticeira e uma ranger com o arco pendurado, jogavam dados a dinheiro. Uma turba gritava a volta delas apostando sem parar. A Ranger, era extremamente sexy e inclinava o corpo para mostrar o colo branco... Aquilo cheirava a malandragem... Conhecia as duas de vista, estavam sempre fingindo jogar e incitando os bêbados a apostarem.

Bateu na cabeça de leve e lembrou... Já havia ouvido falar delas! Eram Nardanna e Petrika... Elas eram amigas e a segunda, era uma feiticeira ardilosa que usava seus dons ilusórios para trapacear e levar dinheiro dos homens que passavam por seus caminhos...

Não estava nem aí para elas... Mas sacudiu sua bolsa e não tinha mais moedas. Não seria difícil chantageá-las para conseguir mais algum ouro. Quando começou a se aproximar, notou que elas havia uma mulher loura misteriosa as acompanhando. Porque alguém usaria um capuz dentro da taverna? Aquilo não cheirava bem. Não a conhecia mas percebeu que seus olhos atentos espreitavam todos à volta...

Aproximou-se lentamente, tentando não ser notada, mas a loura foi mais rápida e encostou uma adaga em seu pescoço, perguntando baixinho:

- Veio apostar ou caçar briga? 

Sua mão desceu até a cintura e instintivamente puxou a espada. Logo estabeleceu-se a confusão...

Santhara servia bebidas numa mesa próxima, quando viu o velho Silvicha agarrando o traseiro de uma jovem mocinha que tinha começado a trabalhar ali há poucos dias. Não pôde se conter diante do asco daquele velho...
- Ora seu...



Nesse momento, ela pegou uma garrafa na mesa mais próxima e acertou a cabeça do fauno que cambaleou para trás.
Dois bardos começaram uma discussão sobre o torneio que haveria em alguns dias e que tinha lhes trazido para o vilarejo. E sem qualquer aviso, um barril vazio voou na direção de Martha e a misteriosa.

A loura agiu rapidamente. Soltou o pescoço de Martha e com um só golpe, partiu a madeira podre em pedaços.

Pethrika, assustada, não pensou duas vezes, olhou a volta e mentalmente traçou um caminho rápido até a saída, correndo para fora desviando com agilidade dos socos e pontapés dos bêbados que se engalfinhavam. Foi seguida por Nardanna que gritava enquanto enfiava as moedas entre os seios:

- Volte aqui, Pet! Me ajude a recolher o ouro!

O clima foi ficando ainda mais quente na taverna com o fauno subindo em uma mesa e exigindo o término da briga. Em poucos segundos, todos estavam xingando e arremessando móveis e objetos.





Quando Martha percebeu, estava do lado de fora, na chuva ao lado da feiticeira, da arqueira, da loura e de Santhara.

As cinco se entreolharam e mediram-se ferozmente. E foi nesse exato instante que um Orc atravessou a janela inconsciente. As cinco mulheres se abaixaram ao mesmo tempo e Santhara disse:

- Esse Orc sempre sai da Taverna de modos pouco convencionais. - balançou a cabeça e baixou o tom de voz, confidenciando - E ele NUNCA paga a conta.  Fico me perguntando se ele não tem ouro e finge estar desmaiado ou se ele pensa que é um dragão tentando aprender a voar...

A guerreira loura gargalhou alto, assustando as demais, que começaram a rir para aliviar o estresse. E então, ela estendeu a mão:

- Meu nome é Deziree... Essas são Pethrika e Nardanna. E vocês, quem são?

*******


E aí? Quem se habilita a pegar a próxima Batata-Quente?????












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